• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

80 milhões de brasileiros já possuem uma conta Ouro no GOV.BR

fevereiro 3, 2026

PRF faz simulado aeromédico para reforçar segurança no bloco de carnaval Galo da Madrugada

fevereiro 3, 2026

Bahia recebe mais de 3,2 mil computadores e expande rede de inclusão digital

fevereiro 3, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • 80 milhões de brasileiros já possuem uma conta Ouro no GOV.BR
  • PRF faz simulado aeromédico para reforçar segurança no bloco de carnaval Galo da Madrugada
  • Bahia recebe mais de 3,2 mil computadores e expande rede de inclusão digital
  • Governo libera mais R$ 4,6 bi para pagar saque-aniversário do FGTS
  • Seleção feminina fará amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México
  • Em mensagem ao Congresso, Lula defende fim da escala 6×1
  • Câmara aprova MP do programa Gás do Povo
  • Sisu: acaba hoje prazo de adesão de não selecionados à lista de espera
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Justiça»Ministério Público processa BYD por trabalho escravo e tráfico de pessoas
Justiça

Ministério Público processa BYD por trabalho escravo e tráfico de pessoas

Márcia MarquesBy Márcia Marquesmaio 28, 2025Updated:maio 28, 2025Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação civil pública, na Justiça do Trabalho, contra a BYD e as empreiteiras JinJiang e Tonghe. Após investigações, as empresas foram agora acusadas acusadas de trabalho em situação análoga à escravidão e tráfico internacional de pessoas. No ano passado, o órgão resgatou 220 chineses que trabalhavam na construção da fábrica em Camaçari (BA).

Ao todo, o processo tem 154 páginas detalhando cada uma das violações. A BYD e as construtoras são acusadas de:

  • Trabalho em condições análogas às de escravos;
  • Tráfico de pessoas mediante promessas enganosas de salário;
  • Fraude para a concessão de vistos em desconformidade com a hipótese migratória e transporte de trabalhadores oriundos da China;
  • Grave sonegação a direitos trabalhistas, previdenciários e fiscais;

Embaraço à fiscalização em atuação orquestrada pela BYD, na qualidade de dona da obra, e respectivas Prestadoras de Serviços, culminando com o resgate de 163 trabalhadores chineses.

A ação foi protocolada na 5ª Vara do Trabalho de Camaçari, segundo o MPT, após as empresas negarem firmar um termo de ajuste de conduta. Agora, o Ministério Público do Trabalho pede que as três empreas negarem firmar um termo de ajuste de conduta. Agora, o Ministério Público do Trabalho pede que as três empresas façam:

  • Pagamento de R$ 257 milhões por danos morais coletivos;
  • Pagamento de dano moral individual equivalente a 21 vezes o salário contratual, mais um salário por dia em que cada trabalhador foi submetido à condição análoga à escravidão;
  • Quitação de verbas rescisórias devidas;
  • Cumprimento das normas brasileiras de proteção ao trabalho; Pagamento de multa de R$ 50 mil para cada item descumprido, multiplicado pelo número de trabalhadores prejudicados.

No processo, o MPT acusa as três empresas de terem trazido os 220 funcionários chineses de forma irregular, utilizando um visto de trabalho para serviços especializados que não estavam ligados às suas funções reais no canteiro de obras. O Ministério afirma que 2.308 vistos foram requisitados pela BYD com base na Resolução Normativa n.º 03/2017, para prestadores de serviço de assistência técnica especializada, o que não se encaixa nos serviços prestados pelos funcionários, muitos deles até analfabetos.

Além disso, os trabalhadores viviam em condições insalubres, sem conforto ou higiene, com jornadas exaustivas e sem descanso semanal. Os agentes públicos que visitaram o local ainda encontraram negligência às normas de saúde e segurança do trabalho.

Os chineses assinaram contratos de trabalho com cláusulas ilegais, tiveram seus passaportes retidos e havia uma vigilância armada no local, feita por policiais militares da Bahia. Os depoimentos colhidos pelo MPT mostram que os trabalhadores eram proibidos de sair dos alojamentos, inclusive em dias de folga, e que os portões eram trancados após o jantar. Um empregado só poderia sair se recebesse autorização para compras básicas.

Outra ilegalidade apontada pelo MPT envolve o pagamento dos funcionários chineses, que recebiam um valor abaixo do salário-mínimo nacional como uma “ajuda de custo”. Alguns pagamentos ficavam abaixo abaixo de R$ 1.000 e existem casos em que os trabalhadores não recebiam nenhum valor.

Ademais, os contratos assinados pelos chineses foram analisados pelo MPT. Os funcionários pagavam um caução de 6.000 yuans (R$ 4.704) que só seria reembolsado após seis meses de serviços prestados. O salário seria pago em 70% no final do ano e os 30% restantes seriam retidos por três meses após o retorno à China. Se o contrato fosse rescindido por qualquer motivo, seja desistência do funcionário ou por decisão da empresa, o caução não seria devolvido e o trabalhador teria que pagar o custo da passagem de volta para a China.

O MPT ainda acusa as empresas de embaraço à fiscalização realizada no dia 9 de dezembro, quando uma força-tarefa de procuradores do MPT e da República encontraram o local quase vazio. Em um dos depoimentos gravados, um pintor revela que só teve duas folgas desde que chegou ao Brasil em novembro e as duas aconteceram nos mesmos dias da fiscalização.

Procurada por QUATRO RODAS, a BYD enviou o seguinte posicionamento:

“A BYD reafirma seu compromisso inegociável com os direitos humanos e trabalhistas, pautando suas atividades pelo respeito à legislação brasileira e às normas internacionais de proteção ao trabalho.

A empresa vem colaborando com o Ministério Público do Trabalho desde o primeiro momento e vai se manifestar nos autos sobre a ação movida pelo MPT.”

Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/noticias

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleGoverno Lula inicia articulação diplomática para barrar possível sanção dos EUA a Alexandre de Moraes
Next Article Anatel faz operação em depósitos Amazon, Mercado Livre e Shopee
Márcia Marques

Related Posts

Piloto acusado de agredir jovem no DF ficará preso em sala especial

fevereiro 2, 2026

Defensoria Pública de SP faz ação de orientação jurídica na capital

janeiro 30, 2026

Projeto Jovens Defensores Populares abre novas turmas no Rio de Janeiro

janeiro 22, 2026

Trama golpista: prisões são mantidas após audiência de custódia

dezembro 28, 2025

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

80 milhões de brasileiros já possuem uma conta Ouro no GOV.BR

By Patriciafevereiro 3, 20260

Agência Gov | Via Ministério da Gestão / Foto: Divulgação/MGI Oitenta milhões de brasileiros já…

PRF faz simulado aeromédico para reforçar segurança no bloco de carnaval Galo da Madrugada

fevereiro 3, 2026

Bahia recebe mais de 3,2 mil computadores e expande rede de inclusão digital

fevereiro 3, 2026

Governo libera mais R$ 4,6 bi para pagar saque-aniversário do FGTS

fevereiro 3, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.