• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Cruzeiro atingido por hantavírus deixa Cabo Verde após quarentena

maio 7, 2026

Circuito Baiano de Skateboard Street 2026 anuncia vencedores da 2ª etapa

maio 7, 2026

Alerta: 75% das frutas e vegetais contêm resíduos de agrotóxicos

maio 7, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Cruzeiro atingido por hantavírus deixa Cabo Verde após quarentena
  • Circuito Baiano de Skateboard Street 2026 anuncia vencedores da 2ª etapa
  • Alerta: 75% das frutas e vegetais contêm resíduos de agrotóxicos
  • Anvisa determina recolhimento de canela após identificar pelos de roedores
  • Faculdade Baiana de Direito oferece bolsas integrais em Programa Étnico-Racial
  • Conselho de Ética suspende Pollon, Van Hattem e Zé Trovão por motim na Câmara
  • Moraes quer proibir assembleias de derrubar prisão de deputados estaduais
  • PERBA realiza primeira cirurgia ginecológica por videolaparoscopia e avança na assistência à saúde da mulher
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Economia»Economia brasileira cresce 1,4% no 2º trimestre de 2024, diz IBGE
Economia

Economia brasileira cresce 1,4% no 2º trimestre de 2024, diz IBGE

uesleiiclone8By uesleiiclone8setembro 3, 2024Updated:setembro 3, 2024Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Dado veio acima das expectativas do mercado, que esperava um avanço de 0,9%

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 1,4% no segundo trimestre deste ano. O resultado veio em linha com as expectativas do mercado, que esperava um crescimento de 0,9% no período.

O resultado foi divulgado nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o instituto, os setores de Serviços (1,0%) e Indústria (1,8%) contribuíram para o dado positivo, ainda que a Agropecuária tenha recuado 2,3% no período.

Pela ótica da demanda, na mesma comparação, houve altas em três componentes: o Consumo das Famílias e o Consumo do Governo cresceram à mesma taxa (1,3%, ambos) e a Formação Bruta de Capital Fixo subiu 2,1%. Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 2,9 trilhões no trimestre.

A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, avalia que “com o fim do protagonismo da Agropecuária, a Indústria se destacou nesse trimestre, em especial na Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e na Construção”.

O resultado do segundo trimestre foi o mais forte desde o quarto trimestre de 2020, período de recuperação da pandemia de Covid-19 quando o PIB cresceu 3,7% na comparação trimestral, e ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de 0,9%.

Na comparação com o segundo trimestre de 2023, o PIB teve avanço de 3,3%, contra expectativa de 2,7%.

A economia brasileira vem apresentando ganhos graças a um mercado de trabalho aquecido, aumento da renda e inflação controlada, o que favorece o consumo.

No entanto, o Banco Central suspendeu o afrouxamento monetário, e a expectativa é de que a taxa básica de juros termine este ano no nível atual de 10,5%, com alguns economistas prevendo aumento. O próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad, alertou nesta manhã para o risco de pressões inflacionárias, frisando a necessidade de aumento da capacidade instalada em meio à aceleração da atividade.

Embora inundações no Rio Grande do Sul tenham afetado safras agrícolas, indústrias e a logística no Estado, resultados melhores do que o esperado das atividades destacaram a resiliência da atividade como um todo, com analistas avaliando que os impactos negativos foram menores que o esperado.

Indústria e investimentos
No segundo trimestre houve resultados positivos de forma generalizada. No lado da produção, a indústria apresentou crescimento de 1,8%, deixando para trás o recuo de 0,1% nos três primeiros meses do ano.

“Com o fim do protagonismo da agropecuária, a indústria se destacou nesse trimestre, em especial na eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e na construção”, disse Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Os serviços — setor que responde por cerca de 70% da economia do país — avançaram 1,0% no período, com desaceleração frente à alta de 1,4% de janeiro a março.

Somente a agropecuária ficou no vermelho, com um retração de 2,3% em relação ao primeiro trimestre, quando disparou 11,1%.

“Já era esperado desempenho ruim do agro este ano por conta de questões climáticas, e com a tragédia no Sul teve uma piora para a soja que é nossa principal lavoura”, completou Palis.

Do lado das despesas, tanto o consumo das famílias quanto do governo tiveram alta de 1,3% no segundo trimestre. Em relação às famílias, houve perda de força depois de uma expansão de 2,5% no primeiro trimestre, mas os gastos do governo aumentaram ante uma alta de 0,1% no início do ano.

Já a Formação Bruta de Capital Fixo, uma medida de investimento, cresceu 2,1%, mantendo um ritmo forte embora abaixo dos 3,8% do primeiro trimestre e ainda 13,1% abaixo de seu pico.

“Vários fatores explicam esse salto do investimento: tem melhora na construção que gera renda e emprego, e isso movimenta o mercado de trabalho; tem queda nos juros e estamos perto de período eleitoral, com obras que tem que ser feitas e antecipadas. Tem ainda programas do governo como PAC e outros que impulsionam a construção e consequentemente o investimento”, disse Palis.

No que se refere ao setor externo, as exportações de bens e serviços tiveram desempenho positivo de 1,4%, enquanto as importações pesaram com alta de 7,6%, a mais intensa desde o primeiro trimestre de 2021.

O Ministério da Fazenda anunciou nesta manhã que sua projeção para o crescimento do PIB este ano, atualmente em 2,5%, deve ser revisada para cima. De acordo com Haddad, o desempenho do PIB deve superar 2,7% ou 2,8% em 2024.

A projeção atual do governo para o ano já é um pouco mais otimista que a do Banco Central, que previu em junho uma alta de 2,3% no PIB de 2024. O mercado espera um crescimento de 2,46%, segundo a mais recente pesquisa Focus do BC.

*com informações da Reuters.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticlePF vai monitorar ato bolsonarista no 7 de Setembro
Next Article Meteorologista do Cemaden: Brasil esquenta mais que a média do planeta
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Alerta: 75% das frutas e vegetais contêm resíduos de agrotóxicos

maio 7, 2026

BNDES anuncia R$ 500 milhões para obras contra enchentes em BH

maio 6, 2026

Sesab abre inscrições de processo seletivo Reda para contratação de 41 motoristas

maio 6, 2026

Tudo o que você precisa saber sobre o programa Desenrola 2.0

maio 5, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Mundo

Cruzeiro atingido por hantavírus deixa Cabo Verde após quarentena

By Patriciamaio 7, 20260

Foto: Foto Reuters O navio de cruzeiro de luxo atingido por um surto de hantavírus…

Circuito Baiano de Skateboard Street 2026 anuncia vencedores da 2ª etapa

maio 7, 2026

Alerta: 75% das frutas e vegetais contêm resíduos de agrotóxicos

maio 7, 2026

Anvisa determina recolhimento de canela após identificar pelos de roedores

maio 7, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.