• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Centro Comercial de Camaçari tem horário alterado no Dia de Finados

outubro 30, 2026

Carreta da Beleza conclui sétima turma com curso de maquiagem para festas

outubro 30, 2026

MP abre inquérito para apurar xenofobia do jogador do Bahia Willian Jose

outubro 30, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Centro Comercial de Camaçari tem horário alterado no Dia de Finados
  • Carreta da Beleza conclui sétima turma com curso de maquiagem para festas
  • MP abre inquérito para apurar xenofobia do jogador do Bahia Willian Jose
  • FGTS mantém orçamento de R$ 144,5 bilhões para habitação em 2027
  • Flávio Bolsonaro pode ser preso nos EUA após fuga? Juristas explicam o que acontece agora
  • Semana de Ciência e Tecnologia destaca mulheres na robótica e na inovação na Bahia
  • Inspirada nas raízes de Camaçari, Orquestra Caraípa celebra oito anos de história
  • VI Camaçari Bellydance Festival reúne dança do ventre, arte e cultura árabe em três dias de programação
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Economia»Aprovação do novo marco fiscal pressiona entrega do Orçamento de 2024, dizem economistas
Economia

Aprovação do novo marco fiscal pressiona entrega do Orçamento de 2024, dizem economistas

uesleiiclone8By uesleiiclone8agosto 24, 2023Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Mercado avalia positivamente o texto da nova âncora para os gastos públicos, mas acredita que governo não conseguirá zerar o déficit

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (22), o novo marco fiscal, que substitui o teto de gastos como principal âncora para controlar as contas públicas.

Agora, os holofotes se viram para as propostas do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2024, desafiando o governo a cumprir a meta fiscal de zerar o déficit federal.

O mercado avaliou positivamente o texto da nova regra fiscal, porém analistas afirmam que o Executivo não conseguirá deixar o déficit zerado.

No caminho, dizem os especialistas, ainda há grandes obstáculos que precisam ser ultrapassados.

Conforme o economista-chefe da Suno Research, Gustavo Sung, a retirada do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) da nova regra é um desses entraves.

“Para poder cumprir a meta de zerar o déficit, o governo terá que elevar a arrecadação, sendo que isso ainda tem um longo caminho pela frente com discussões com o Congresso. Não deverá ser algo tão fácil”, diz.

Apesar de o novo marco ser um importante sinal para as contas públicas, trazendo maior previsibilidade sobre o risco fiscal, a sua execução, na visão de Sung, é o grande desafio.

“A trajetória da dívida pública, em nosso cenário base, deve continuar crescendo, mas a ritmos menores, comparado como se não tivesse o arcabouço.”

A projeção do economista é de que o país tenha um déficit primário de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, e de 0,8% em 2024.

Na visão de Gabriel de Barros, economista-chefe da Ryo Asset e ex-diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), o governo não vai conseguir cumprir a meta, considerada ambiciosa e desafiadora.

“Ainda que o governo esteja tentando ir na direção correta, tudo indica que o tamanho da frustração vai ser grande, com déficit de 0,8% do PIB em 2024, número bem acima de zero.”

Gabriel de Barros
Segundo o especialista, o governo ainda irá revisar a meta, mas, por ora, deve continua na aposta que se comprometeu.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem que encaminhar o Orçamento de 2024 até 31 de agosto. Barros acredita na entrega no prazo, mas sem grandes mudanças nas perspectivas.

“Provavelmente essa proposta será revisada só no final do ano ou no começo de 2024″, explica.

“A equipe econômica sabe disso e está tentando usar o tempo a seu favor para evitar uma revisão da meta logo no primeiro ano do governo. Isso afetaria a credibilidade da nova regra fiscal”.

Cenário para 2024
O governo tem vários aumentos de despesas contratados para 2024, como o reajuste do funcionalismo público e novos concursos, pontua o especialista.

Além disso, os gastos com Previdência, Bolsa Família e abono salarial também já estão no horizonte.

“O governo decidiu que o salário mínimo vai ter um crescimento real até 2026. Isso impõe um crescimento automático de todas as despesas com essa remuneração como referência, como o abono salarial e a Previdência Social”.

Dificuldade na receita
A receita de 2024 vem, majoritariamente, das medidas que o governo está anunciando, diz Barros.

Ele emenda que há suspeita de que esses planos serão frustrados, ou seja, a arrecadação que o governo está prevendo não vai se materializar integralmente na magnitude esperada.

Um dos pontos de decepção, segundo o especialista, será com a receita extraordinária. Nesta seara estão decisões judiciais e mudanças de tributação desenhadas pela equipe econômica.

Outra questão envolve as receitas recorrentes, que como o nome diz, são fixas e caminham com o PIB.

“A previsão é arrecadar 2,3% do PIB em 2024, sendo que o consenso de mercado é de 1,3%”, aponta o especialista.

“Se a projeção do mercado se materializar, teremos basicamente de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões de receita a menos em 2024.” Gabriel de Barros

Na opinião de Barros, dadas as restrições para ampliar carga tributária, o ideal para o plano de consolidação fiscal é trabalhar medidas pelo lado dos gastos, onde há mais espaço para manobras.

“A ineficiência da despesa é tão grande que não há razão econômica para não implementar ajustes e medidas que corrijam o mau desenho de políticas públicas e improdutividade do gasto”, ressalta,

“É possível fazer um ajuste focando também na despesa, e esse deveria ser o caminho”, conclui.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleSobral e Iguatu, no Ceará, se destacam em índices de educação, mostra ranking
Next Article Defesa de ex-assessor de Bolsonaro diz que parte de movimentação milionária se refere à venda de carro para Cid
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

FGTS mantém orçamento de R$ 144,5 bilhões para habitação em 2027

outubro 30, 2026

Economistas criticam usar corte de gastos para conter dívida pública

outubro 29, 2026

Projeto Pitch Reverso abre inscrições para conectar empreendedores do setor óptico à inovação

outubro 28, 2026

Bancos terão mais responsabilidade na oferta e concessão de crédito, diz BC

outubro 28, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Camaçari

Centro Comercial de Camaçari tem horário alterado no Dia de Finados

By Patriciaoutubro 30, 20260

Devido ao feriado do Dia de Finados, comemorado na segunda-feira (2), o Centro Comercial de…

Carreta da Beleza conclui sétima turma com curso de maquiagem para festas

outubro 30, 2026

MP abre inquérito para apurar xenofobia do jogador do Bahia Willian Jose

outubro 30, 2026

FGTS mantém orçamento de R$ 144,5 bilhões para habitação em 2027

outubro 30, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.