
Objetivo é coletar informações para que MEC decida sobre atos normativos que regulamentam o formato criado em 2017. Novo Ensino Médio trouxe mudanças significativas na formação dos estudantes.
FIEC/Marília Camelo
O Ministério da Educação (MEC) abrirá uma consulta pública para coletar informações que ajudem o ministério a avaliar e reestruturar o Novo Ensino Médio, criado em 2017.
Objetivo, segundo a portaria publicada nesta quinta-feira (9) é a “coleta de subsídios para a tomada de decisão do Ministério da Educação acerca dos atos normativos que regulamentam o Novo Ensino Médio”.
A consulta pública será coordenada pelo Ministério da Educação e contará com a participação da sociedade civil, da comunidade escolar, dos profissionais do magistério, das equipes técnicas dos sistemas de ensino, dos estudantes, dos pesquisadores e dos especialistas em educação.
O Novo Ensino Médio só começou a valer em 2022, cinco anos após ser criado durante o governo de Michel Temer.
Leia mais:
Entenda o Novo Ensino Médio
Uma série de mudanças foram feitas naquela ocasião, a principal é que os alunos devem cumprir os chamados itinerários formativos, que se tornaram obrigatórios em 2023. Esses itinerários são optativos, escolhidos pelos estudantes de acordo com oferta da instituição de ensino.
Além disso, os estudantes de ensino médio terão que dedicar mais horas ao ensino escolar: as 4 horas atuais passam para no mínimo 5 horas. Essa medida entrou em vigor em 2022.
Trending
- Outubro Rosa: Prefeitura promove ação de prevenção ao câncer de mama na Policlínica de Camaçari
- Anac estabelece regras mais restritivas para aviação em Congonhas (SP)
- Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação
- Saúde Itinerante leva serviços a moradores da zona rural de Monte Gordo
- Bahia participa de ato do Ministério da Saúde com anúncios para ampliar o acesso ao tratamento do câncer
- Hospital Geral de Bonsucesso chegou à marca de 450 leitos para o SUS
- Alcolumbre retira PEC da Segurança Pública da pauta do Senado
- Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09 em dia de cautela
