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Comando Geral Da Noticia

Home»Economia»Por que Lula vai precisar de um ministro mais político do que técnico para a Economia?
Economia

Por que Lula vai precisar de um ministro mais político do que técnico para a Economia?

uesleiiclone8By uesleiiclone8novembro 5, 2022Nenhum comentário4 Mins Read
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Principais políticas propostas pro Lula precisam passar por aprovação do Congresso, com uma composição com bastante oposição ao presidente eleito. Capacidade de negociar vai ser necessária para garantir cumprimento das promessas de campanha. Lula discursou ao lado do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, na Avenida Paulista
Fábio Tito/g1
Além dos desafios naturais da gestão da economia em um governo, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisará que seu ministro ou ministra da pasta tenha capacidade de barganhar com o Congresso Nacional para conseguir tocar promessas feitas durante a campanha.
Por isso, analistas dizem que o ocupante da pasta precisará ser mais político do que técnico.
“Técnico é aquele que tem um grande conhecimento da economia. Já o político possui boa capacidade de dialogar com diferentes setores da sociedade e tende a ter maior habilidade em atingir os resultados desejados. Muitos de nossos problemas são de ordem política”, explica Michael França, professor de economia do Insper.
O ministro vai precisar ter trânsito livre no Congresso para negociar espaço no Orçamento para gastos não obrigatórios, como expansão dos pagamentos do Auxílio Brasil, aumento do salário mínimo acima da inflação e correção da tabela do imposto de renda, entre outros. Hoje, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) e o senador eleito Wellington Dias (PT) estão responsáveis por essas negociações para o Orçamento de 2023, enviado pelo governo Jair Bolsonaro em agosto sem espaço para esses gastos.
Alessandra Ribeiro, diretora da área de Macroeconomia e Análise Setorial da Tendências Consultoria, diz que a junção de uma equipe política e técnica garantiu a aprovação das reformas no governo de Michel Temer, entre 2016 e 2017.
“Teve muita gente muito boa e ele conseguiu aprovar um montante de reformas muito expressivo em pouquíssimo espaço de tempo. Essa composição funcionou muito bem”, avalia.
Ribeiro ressalta que o Congresso era outro. “Nesse contexto que vamos enfrentar a partir de janeiro, temos um congresso mais desafiador. Obviamente que o governo Lula está tentando montar uma coalizão mais ampla possível, com partidos que vão ajudar nesse processo e facilitar o jogo, mas vai exigir muito mais negociação. O contexto é desafiador até pelo próprio resultado das eleições, que foi muito dividido, além de estarmos em um momento da sociedade extremamente delicado”, afirma.
A economista diz que, caso o governo opte por uma pessoa mais técnica na Economia, vai precisar compensar a habilidade de negociação em alguma outra pasta importante, como a Casa Civil, para poder articular as mudanças que quer e precisa fazer. Uma escolha “política e moderada” agradaria também o mercado financeiro, segundo apurou o colunista Valdo Cruz.
Reformas, outro desafio
Ao longo de 2023, executivo e legislativo precisarão criar uma nova regra para garantir o equilíbrio fiscal, já que Lula sinalizou, durante a campanha, que pretende eliminar o teto de gastos como regra oficial.
“Essa alternativa tem que ser muito bem pensada. Se o mercado entender que vai haver trajetória de endividamento, cresce a percepção de risco, os ativos pioram, isso afeta economia e emprego e entramos em uma espiral de crise. Precisamos de uma regra que sinalize a sustentabilidade das contas públicas ao longo do tempo. O mercado vai olhar a proposta, todo mundo vai fazer conta e ver se para em pé”, explica Ribeiro.
Para França, a recepção do mercado vai depender dessa agenda. “Uma escolha política afetará positivamente o mercado se a agenda adotada pelo ministro estiver alinhada com determinados interesses como, por exemplo, melhorar o desequilíbrio fiscal”, explica.
A solução para o problema esbarra em outra grande batalha que o governo precisará travar: a reforma tributária. Ribeiro diz que, na avaliação do mercado, o governo vai partir para um cenário de gastos maiores e, para dar conta disso, precisará de uma compensação via aumento de tributação.
“Estão apontando tributação de rendas mais altas e de lucros e dividendos. São batalhas difíceis, principalmente a dos dividendos. Mas a reforma tributária é muito mais ampla que o Imposto de Renda, com muitos interesses em jogo e que demanda muita articulação. Nessas mudanças, sempre há perdedores e ganhadores. E a briga vai ser para suavizar essas perdas”, conclui.

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