• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Acordo entre Mercosul e Singapura garante tarifa zero para exportações

julho 29, 2026

Coleta de dados do Censo Escolar se encerra na sexta-feira

julho 29, 2026

Alckmin diz que Milei presta desserviço à Argentina

julho 29, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Acordo entre Mercosul e Singapura garante tarifa zero para exportações
  • Coleta de dados do Censo Escolar se encerra na sexta-feira
  • Alckmin diz que Milei presta desserviço à Argentina
  • Produção de petróleo e gás no Brasil cresce 14% no 2º trimestre
  • Agricultores de Camaçari fortalecem o campo, preservam tradições e impulsionam o desenvolvimento econômico
  • Conselho pede ao MPSP apuração de venda de medicamentos em máquinas
  • Trânsito na Acajutiba é parcialmente bloqueado a partir desta terça-feira para nova etapa das obras
  • Fórum pede compromisso de candidatos com comunicação democrática
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Economia»Defesa e Cidades lideram bloqueios no Orçamento de 2026
Economia

Defesa e Cidades lideram bloqueios no Orçamento de 2026

PatriciaBy Patriciamaio 30, 2026Updated:maio 30, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Os Ministérios da Defesa e das Cidades foram as pastas mais afetadas pelo bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no Orçamento de 2026. O governo federal publicou, nesta sexta-feira (29) à noite, o decreto com o detalhamento dos cortes por ministérios e órgãos federais.

Na semana passada, o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento, ampliou de R$ 1,595 bilhão para R$ 23,679 bilhões o bloqueio de despesas federais em 2026. A medida, anunciada pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, busca garantir o cumprimento das metas fiscais e evitar que os gastos públicos superem os limites estabelecidos pelas regras de responsabilidade fiscal.

Além do bloqueio, o Executivo mantém restrições temporárias para a liberação de recursos, mecanismo conhecido como “faseamento de empenho”, que restringe a contratação de despesas e atinge R$ 27,1 bilhões até novembro. Somadas, as medidas chegam a restringir mais de R$ 83 bilhões em recursos até o fim de julho.

Onde estão os cortes

A maior parte do bloqueio recai sobre as chamadas despesas discricionárias (não-obrigatórias) e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que são os gastos que o governo pode administrar ao longo do ano, como investimentos, obras, compras de equipamentos e custeio da máquina pública.

Dos R$ 23,679 bilhões bloqueados, R$ 18,709 bilhões atingem despesas do Poder Executivo, dos quais R$ 9,963 bilhões de gastos discricionários e R$ 8,746 bilhões do PAC. Outros R$ 4,97 bilhões recaem sobre emendas parlamentares.

Entre os ministérios, os maiores cortes ficaram concentrados nas seguintes pastas:

•    Ministério da Defesa: R$ 4,363 bilhões;

•    Ministério das Cidades: R$ 3,32 bilhões;

•    Ministério da Educação: R$ 1,605 bilhão;

•    Ministério dos Transportes: R$ 1,5 bilhão;

•    Ministério da Fazenda: R$ 1,396 bilhão;

•    Ministério da Saúde: R$ 1,002 bilhão.

Na prática, isso significa menos espaço orçamentário para a execução de projetos, contratos e investimentos dessas pastas até nova reavaliação das contas públicas.

Áreas preservadas

Três ministérios ficaram fora do bloqueio neste segundo bimestre:  Justiça e Segurança Pública, da Previdência Social e do Trabalho e Emprego.

A preservação dessas áreas indica uma prioridade do governo em manter despesas ligadas à segurança pública, benefícios previdenciários e políticas de emprego. No caso da Previdência, o principal objetivo do bloqueio foi garantir a redução da fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O que é faseamento

Além dos bloqueios, o governo está utilizando o chamado faseamento de empenho. O mecanismo não corta recursos, mas limita temporariamente a velocidade com que os órgãos podem assumir novos compromissos financeiros.

A medida funciona como um controle de fluxo de caixa. Se a arrecadação ficar abaixo do esperado, o governo evita empenhar (autorizar o gasto de) recursos antes de confirmar a entrada das receitas.

A restrição de empenho está prevista em R$ 59,866 bilhões até julho. O valor sujeito a esse controle cai para R$ 27,148 bilhões até novembro e para zero em dezembro.

Ao somar o bloqueio de R$ 23,679 bilhões, a restrição chega a R$ 83,545 bilhões até julho e a R$ 50,827 bilhões até novembro.

Emendas atingidas

O bloqueio também alcança R$ 4,97 bilhões em emendas parlamentares de bancada, recursos indicados por deputados e senadores para obras e projetos nos estados.

Nesse caso, será aplicada a Lei Complementar 210/2024, aprovada para regulamentar a execução das emendas parlamentares e ampliar a transparência desses recursos.

Pela lei complementar, as emendas são bloqueadas até a mesma proporção aplicada às demais despesas discricionárias, para cumprir as metas fiscais. No entanto, o Congresso poderá definir as prioridades quando houver necessidade de bloqueio ou contingenciamento, indicando quais programações terão os recursos preservados e quais serão afetadas pelos cortes, dentro dos limites definidos pelo governo.

Próximos passos

Os ministérios e órgãos federais terão até 8 de junho para informar quais programas e ações sofrerão bloqueios dentro dos limites estabelecidos.

O Ministério do Planejamento e Orçamento também informou que continuará monitorando receitas e despesas ao longo do ano e poderá adotar novas medidas caso seja necessário garantir o equilíbrio das contas públicas e o cumprimento da meta fiscal de 2026.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleDesenrola Brasil: saiba como usar FGTS para pagar dívidas em atraso
Next Article Brasil x Panamá: onde assistir, horário e prováveis escalações do amistoso
Patricia

Related Posts

Acordo entre Mercosul e Singapura garante tarifa zero para exportações

julho 29, 2026

Empreender na terceira idade triplica renda, mostra estudo do Sebrae

julho 28, 2026

Reforma tributária impulsiona doações de imóveis a herdeiros

julho 27, 2026

Dólar fica estável em R$ 5,08, mas cai 0,58% na semana

julho 26, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Economia

Acordo entre Mercosul e Singapura garante tarifa zero para exportações

By Patriciajulho 29, 20260

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil Entra em vigor a partir do próximo sábado (1º) o Acordo…

Coleta de dados do Censo Escolar se encerra na sexta-feira

julho 29, 2026

Alckmin diz que Milei presta desserviço à Argentina

julho 29, 2026

Produção de petróleo e gás no Brasil cresce 14% no 2º trimestre

julho 29, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.