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Home»Economia»Dólar cai 1,29% em semana morna marcada por expectativa com exterior; bolsa recua
Economia

Dólar cai 1,29% em semana morna marcada por expectativa com exterior; bolsa recua

uesleiiclone8By uesleiiclone8janeiro 11, 2025Updated:janeiro 11, 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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Operadores passaram a ver 97% de chance de o Fed manter a taxa de juros inalterada na reunião deste mês

O dólar à vista encerrou em alta nesta sexta-feira (10), mas registrou a segunda semana consecutiva de perdas, após dados de inflação no Brasil e conforme investidores reagiam a dados de emprego nos Estados Unidos que reforçaram a percepção de resiliência do mercado de trabalho da maior economia do mundo.

O dólar fechou em alta de 0,99% na sessão, a R$ 6,1031. Na margem semanal, porém, a divisa acumulou baixa de 1,29%. A semana foi morna para o mercado, que ainda retoma o ritmo após a virada de ano e com as bolsas fechadas nos EUA na quinta-feira (9) para o funeral do ex-presidente Jimmy Carter.

O Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, finalizou o pregão com queda de 0,77%, a 118.856,48 pontos. No acumulado da semana, o índice registrou uma alta de 0,27%.

O governo norte-americano informou que os empregadores norte-americanos criaram 256.000 postos de trabalho fora do setor agrícola no mês passado, de 212.000 em novembro, em dado bem acima do esperado em pesquisa da Reuters, em que economistas projetavam 160.000 vagas de emprego.

O relatório ainda mostrou que a taxa de desemprego nos EUA recuou para 4,1% em dezembro, de 4,2% no mês anterior.

O resultado mostrou que o mercado de trabalho dos EUA continua resiliente, o que, junto de uma inflação ainda acima da meta de 2% do Federal Reserve, consolidou as apostas de que os membros do banco central devem desacelerar o ritmo de afrouxamento monetário.

Operadores passaram a ver 97% de chance de o Fed manter a taxa de juros inalterada na reunião deste mês, de 93% antes dos dados, e agora preveem apenas um corte de 25 pontos-base para o ano todo, abaixo das quase duas reduções — 40 pontos acumulados — projetadas anteriormente.

Diante da perspectiva de menos cortes de juros pelo Federal Reserve, os rendimentos dos Treasuries saltavam, com os rendimentos de algumas notas com alta de quase 10 pontos-base, um elemento bastante favorável para o dólar, pois torna a divisa dos EUA mais atrativa para investimentos.

Inflação
O IBGE informou que o IPCA subiu 0,52% em dezembro, de um ganho de 0,39% no mês anterior.

Com isso, o índice encerrou o ano de 2024 com uma alta de 4,83%, acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central — com centro de 3% e uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

As leituras recentes de inflação, a desancoragem das expectativas de preços no futuro, a percepção de uma atividade econômica superaquecida e a deterioração do real fizeram o Banco Central acelerar o ritmo de aperto dos juros no mês passado.

A autarquia elevou a Selic em 1 ponto percentual, a 12,25% ao ano, e sinalizou mais dois aumentos da mesma magnitude nas duas primeiras reuniões deste ano, o que inclui o encontro de janeiro.

O resultado da inflação, que veio um pouco abaixo do previsto por economistas consultados em pesquisa da Reuters, não parecia impulsionar grandes movimentos no mercado de câmbio, à medida que os investidores também aguardam dados importantes vindos do exterior para moldar suas decisões.

EUA
Os mercados globais analisarão às 10h30 o relatório de emprego dos EUA para dezembro, com agentes financeiros buscando sinais sobre a trajetória da taxa de juros do Federal Reserve neste ano.

Economistas consultados pela Reuters projetam a criação de 160.000 empregos no mês passado, ante 227.000 em novembro.

Um dado acima do esperado pode reforçar a perspectiva recente de resiliência do mercado de trabalho dos EUA, fortalecendo a posição atual de membros do Fed que têm defendido maior cautela no afrouxamento da política monetária.

Operadores colocam 95% de chance do Fed manter os juros inalterados na reunião deste mês, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.

Esse cenário seria bastante favorável para o dólar, que poderia se valorizar ainda mais com o aumento dos rendimentos dos Treasuries.

Os investidores ainda seguem atentos a qualquer notícia sobre os planos tarifários do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, após uma reportagem sugerir nesta semana que o novo governo estaria considerando uma declaração de emergência econômica nacional para facilitar a imposição de tarifas.

“Os investidores também se mostram um pouco mais avessos ao risco em função dessa incerteza de como que isso vai ser efetivado pelo novo governo Trump. A ideia, em geral, é que essas tarifas podem ter algum impacto inflacionário”, disse Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

O índice do dólar – que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas – caía 0,07%, a 109,120.

*Com informações da Reuters

Fonte: CNN Brasil

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