• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos

abril 11, 2026

Dólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior

abril 11, 2026

Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas

abril 11, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos
  • Dólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior
  • Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas
  • Professores estaduais e municipais do Rio fazem paralisação de 24h
  • Seinfra apresenta à comunidade da Lama Preta programa integrado das obras da Bacia do Rio Camaçari
  • Prefeitura convoca 129 aprovados do concurso público de 2023
  • Prefeitura paga horas excedentes e gratificação dos professores da rede pública municipal
  • Bitcoin sobe com novos desdobramentos das negociações no Oriente Médio
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Economia»Imagem de compromisso fiscal do governo sai arranhada e déficit zero pode vir apenas em 2032, dizem economistas
Economia

Imagem de compromisso fiscal do governo sai arranhada e déficit zero pode vir apenas em 2032, dizem economistas

uesleiiclone8By uesleiiclone8abril 16, 2024Updated:abril 16, 2024Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Governo apresentou o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025 e propôs alteração na meta fiscal para o próximo ano

O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025 apresentado pelo governo federal, nesta segunda-feira (15), gerou ceticismo entre analistas e incertezas com relação à possibilidade de entrega dos números previstos pelo Ministério do Planejamento.

Na avaliação de Felipe Salto, economista-chefe da Warren, ao analisar o cenário atual das contas públicas e sua trajetória, o país deve alcançar, de fato, o déficit zero apenas em 2032.

“Entendemos que nossos cenários continuam mais prováveis, neste momento, partindo-se de um déficit primário de 0,79% do PIB, em 2024, 0,77% do PIB, em 2025 e atingindo o zero apenas entre 2032 e 2033”, diz Salto, que atrela esse resultado ao compromisso com as premissas e os mecanismos do Marco Fiscal, em um contexto sem alterações que comprometam os acionamentos dos gatilhos para ajuste e controle das despesas.

O economista explica ainda que, na prática, considerando os limites de tolerância da meta fiscal, de 0,25% do PIB, para cima ou para baixo, o déficit fiscal pode alcançar até 0,57% do PIB que “que ainda assim estará cumprindo a lei, a meta”.

Seu cálculo leva em consideração os abatimentos dos precatórios excedentes ao antigo limite constitucional de gastos. A medida foi aprovada no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar uma impacto fiscal de cerca de R$ 200 bilhões em 2027.

Além disso, Salto cita a alteração aprovada pela Câmara no artigo 14 da Lei Complementar 200, que antecipa a liberação de gasto extra para 2024 e eleva a despesa federal também nos próximos anos.

“Com os abatimentos de precatórios em 0,32% do PIB, pode-se entregar um déficit primário de até 0,32% do PIB que, mesmo assim, a meta zero estará cumprida. Como a banda inferior é -0,25% do PIB, fixada na Lei Complementar 200, do arcabouço fiscal, o déficit pode chegar a até 0,57% do PIB e mesmo assim a meta estaria cumprida. Não é, definitivamente, um bom sinal”, explica o especialista.

Na avaliação de Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, a percepção que fica é de que o arcabouço fiscal já apresentou mudanças significativas em menos de um ano. “Você tem um ajuste fiscal que, de partida, foi mal desenhado. O governo está dependendo totalmente de arrecadação. […] Olhando para frente não devemos ter um crescimento excepcional e as receitas atípicas estão todas concentradas este ano. Há uma dificuldade de encontrar o déficit zero”, afirmou.

Felipe Salto elogia a “agenda de receitas”, como sendo um acerto do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mas diz que é preciso ir além. Sua avaliação é de que ajustes nas regras são válidos e esperados, dentro da lógica do Marco Fiscal, “mas o que não pode é mudar esse compromisso no meio do caminho”.

Incerteza dos gastos
Outro ponto de atenção se dá com relação aos gastos. Tiago Sbardelotto, economista da XP, menciona que as despesas devem diminuir substancialmente somente a partir de 2027, já que o limite de gastos deve continuar a crescer no limite superior do arcabouço fiscal (2,5%) e parte dos precatórios é paga fora do teto.

Nesse cenário, Sbardelotto avalia que espera-se uma forte redução nos gastos discricionários (-20,9%) este ano, resultando em uma maior pressão sobre investimentos e custeio administrativo. “Acreditamos que esse gargalo pode levar a (mais uma) mudança na regra fiscal”.

“Para atingir as metas fiscais previamente estabelecidas, seria necessário não apenas aumentar a receita, mas também adotar medidas para conter os gastos. Mas a revisão de gastos apresentada pelo governo atinge apenas R$ 37,3 bilhões em quatro anos, menos de 0,1% do PIB ao ano”.

Para Felipe Salto, as receitas devem crescer menos, afetando as projeções do resultado para 2024 e também nos anos subsequentes. Sendo assim, considerando os números do PLDO, as estimativas devem precisar de novos ajustes nos bimestres seguintes, levando à necessidade de contingenciamento de gastos discricionários.

A mudança
Na apresentação desta segunda, o governo propôs meta de déficit zero para 2025. A meta é diferente da estipulada no arcabouço fiscal aprovado no ano passado, que previa um superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem.

O novo regime fiscal, entretanto, tem uma margem de tolerância de 0,25% do PIB para mais ou menos, que já indicava uma flexibilização do que foi firmado no ano passado.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticlePesquisa mostra que escolas com maioria de alunos negros têm infraestrutura pior
Next Article Governo diz ter fechado acordo para adiar votação do veto de R$ 5,6 bi de emendas
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Dólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior

abril 11, 2026

Porto de Santos dá prioridades a navio com combustível para evitar desabastecimento

abril 9, 2026

Prefeitura de Camaçari reforça diálogo com comerciantes em reunião com Sicomércio, CDL e ACEC

abril 9, 2026

Exportações do Brasil no primeiro trimestre crescem 7% na comparação com ano passado

abril 8, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos

By Patriciaabril 11, 20260

Foto: Pixabay trabalho doméstico com vínculo formal registrou 1.302.792 vínculos ativos, segundo estudo divulgado nesta…

Dólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior

abril 11, 2026

Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas

abril 11, 2026

Professores estaduais e municipais do Rio fazem paralisação de 24h

abril 11, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.