• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Instituto ProPulmão, na Bahia, aposta em rastreamento precoce no Agosto Branco 

agosto 13, 2026

Moraes autoriza busca contra ex-secretário apontado como fonte de jornalista

agosto 13, 2026

MCMV: Sehab inicia nova etapa de verificação documental de pré-selecionados para os Residenciais Montenegro I e II

agosto 13, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Instituto ProPulmão, na Bahia, aposta em rastreamento precoce no Agosto Branco 
  • Moraes autoriza busca contra ex-secretário apontado como fonte de jornalista
  • MCMV: Sehab inicia nova etapa de verificação documental de pré-selecionados para os Residenciais Montenegro I e II
  • Camaçari cria comitê preventivo para elaboração de plano de ação contra impactos do El Niño
  • Nova Policlínica de Camaçari amplia oferta de exames e quadro de especialistas
  • Brasileiros têm mais de R$ 5,1 bilhões esquecidos em bancos
  • INPC registra deflação em julho e acumula alta de 4,10% em 12 meses
  • Congresso retoma votações com pauta-bomba de R$ 8,4 bilhões
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Economia»Com melhora do emprego e Auxílio Brasil, desigualdade cai em 2022 para menor nível da série histórica
Economia

Com melhora do emprego e Auxílio Brasil, desigualdade cai em 2022 para menor nível da série histórica

uesleiiclone8By uesleiiclone8maio 11, 2023Updated:maio 11, 2023Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Apesar da queda, a desigualdade permanece: em 2022, o rendimento médio domiciliar do 1% da população que ganha mais era de R$ 17.447, 32,5 vezes o rendimento médio dos 50% que ganham menos

Após crescer em 2021 para 0,544, o índice de Gini — número que mede desigualdade de renda — do rendimento médio mensal domiciliar per capita caiu em 2022, atingindo a marca de 0,518, o menor da série histórica. Quanto maior o Gini, maior a desigualdade.

O dado foi divulgado nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já o Gini do rendimento médio mensal de todos os trabalhos caiu de 0,499 para 0,486, atingindo também seus menores valores, na média do país e em quase todas as regiões.

Com isso, a desigualdade de rendimentos diminuiu no conjunto da população e também na população ocupada.

Segundo a analista Alessandra Brito, em nota do IBGE, “a entrada de quase 8 milhões de pessoas na população ocupada puxou a média de rendimento para baixo, mas aparentemente essas pessoas ingressaram no mercado de trabalho recebendo vencimentos com valores similares, o que resultou numa distribuição menos desigual. Além disso, o rendimento médio dos trabalhadores sem carteira e por conta própria aumentou no período, também contribuindo para essa queda no índice de desigualdade”.

Apesar da redução no Gini, a desigualdade permanece: em 2022, o rendimento médio domiciliar per capita do 1% da população que ganha mais era de R$ 17.447. Isso equivale a 32,5 vezes o rendimento médio dos 50% que ganham menos (R$ 537), uma desigualdade muito grande, ainda que, em 2021, essa razão fosse de 38,4 vezes.

“A queda brusca dessa razão para o menor patamar da série histórica reflete um pouco tudo que observamos. Muitas pessoas voltaram para o mercado de trabalho, os muito pobres estão recebendo um auxílio que se compara ao auxílio emergencial em valor, e o 1% mais rico teve uma pequena redução no rendimento”, sintetiza Brito, em nota à imprensa.

A pesquisa mostra que a metade da população com os menores rendimentos recebeu, em média, R$ 537, uma alta de 18% em relação a 2021, quando o rendimento dessa metade da população chegou ao menor valor da série histórica: R$ 455.

De 2021 para 2022, o rendimento domiciliar per capita cresceu em quase toda a distribuição, mas principalmente na primeira metade. Já o 1% com os maiores rendimentos teve pequena perda (-0,3%).

Auxílio Brasil
Ainda em 2021, mudanças na política de concessão do auxílio emergencial fizeram com que voltasse a aumentar o percentual de domicílios com alguém recebendo Bolsa Família (8,6%) e se reduzisse a proporção dos que recebem outros programas sociais (15,4%).

Já em 2022, a interrupção do pagamento do auxílio emergencial e a criação do Auxílio Brasil ajudam a explicar parte do aumento percentual de domicílios recebendo este programa (16,9%) e a redução na categoria “Outros programas sociais” para 1,5%.

Essas oscilações tão amplas podem indicar migrações para um benefício mais vantajoso durante a pandemia ou decorrer de eventuais dificuldades dos informantes da pesquisa em identificar corretamente qual benefício recebiam.

“A categoria de outros programas sociais, que incluía o Auxílio Emergencial, retornou ao seu patamar histórico de menos de 2% na pesquisa. Já na rubrica onde captávamos o Bolsa Família e onde é captado o Auxílio Brasil neste ano, se compararmos com o pré-pandemia, podemos ver que a proporção de pessoas beneficiadas aumentou de 14,3% em 2019 para 16,9% em 2022”, explica Brito.

Renda ainda em queda
O rendimento médio mensal domiciliar per capita foi de R$ 1.586 em 2022, crescendo 6,9% frente a 2021, quando havia atingido o menor valor da série histórica (R$ 1.484), após dois anos de quedas durante a pandemia de Covid-19.

Em 2022, a massa do rendimento mensal real domiciliar per capita subiu 7,7% ante 2021, chegando a R$ 339,6 bilhões em 2022. A região Nordeste segue com menor rendimento médio mensal domiciliar per capita (R $1.011), enquanto a Sul segue com o maior (R$ 1.927).

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua: Rendimento de todas as fontes 2022, divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE.

O rendimento médio mensal real da população residente com rendimento de todas as fontes foi de R$ 2.533, 2,0% maior que em 2021 e 2,6% menor que no início da série, em 2012. O de todos os trabalhos ficou em R$ 2.659, caindo 2,1%.

Já o de outras fontes cresceu 12,1%, alcançando R$ 1.657 em 2022, com o item aposentadoria e pensão mantendo-se com a maior média em 2022 (R$2.161) e destaque para o item outros rendimentos, subindo de R$ 562 para R$ 814 (alta de 44,8%), alcançando o maior valor da série.

Já o rendimento médio mensal da categoria Aluguel e arrendamento caiu de R$ 1.989 em 2021 para R$ 1.755 em 2022, menor valor da série. Esse movimento foi acompanhado pelas regiões Nordeste, Sul e Sudeste, a última apresentando a maior queda, de R$ 2.261 para R$ 1.815.

“Essa foi a primeira vez que essa categoria ficou abaixo dos dois mil reais na região Sudeste, em uma grande queda. Uma possível explicação pode ser a inflação. Conseguimos perceber esse movimento também em outras categorias.

Alguns itens não são reajustados segundo a inflação, o que causa essa corrosão”, diz Alessandra Brito, analista da pesquisa.

O percentual de pessoas com algum tipo de rendimento na população do país subiu de 59,8% em 2021 para 62,6% em 2022. Houve crescimento em todas as regiões e o Sul teve a maior estimativa (67,0%), enquanto a região Norte contou com a menor (55,9%).

Cresceu também o percentual de pessoas com rendimento de todos os trabalhos, indo de 41,1% em 2021, para 44,5% em 2022, o que evidencia o aumento de ocupação no país. Em contrapartida, no mesmo período caiu de 24,8% para 24,4% o percentual das pessoas com rendimentos de “Outras fontes”.

Dentro do segmento “Outras fontes”, 13,3% (28,5 milhões de pessoas) da população residente recebia “Aposentadoria e Pensão” em 2022, enquanto 8,9% recebia “Outros rendimentos”, 2,0% recebia “Pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador” e 1,7% “Aluguel e arrendamento”.

Considerando-se o rendimento domiciliar per capita da população, a participação do rendimento de “Todos os trabalhos” era de 74,5% e a de “Outras Fontes”, 25,5%.

Dentro do segmento de “Outras fontes”, 18,1% iam para “Aposentadoria e Pensão”, 1,9% para “Aluguel e Arrendamento”, 0,9% para “Pensão alimentícia, Doação e Mesada de não-morador” e 4,6% para “Outros rendimentos”.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleUfes lança plataforma com cursos on-line gratuitos; saiba como se inscrever
Next Article PT escolhe aliado de Flávio Dino para coordenar ações do partido na CPMI do 8 de janeiro
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

MCMV: Sehab inicia nova etapa de verificação documental de pré-selecionados para os Residenciais Montenegro I e II

agosto 13, 2026

INPC registra deflação em julho e acumula alta de 4,10% em 12 meses

agosto 12, 2026

Controle do colesterol deve começar na infância, alerta cardiologista

agosto 11, 2026

Prefeitura entrega primeira etapa das melhorias do Colégio Municipal São Tomaz de Cantuária

agosto 11, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Instituto ProPulmão, na Bahia, aposta em rastreamento precoce no Agosto Branco 

By Patriciaagosto 13, 20260

Foto: Divulgação Apesar dos avanços da medicina, o câncer de pulmão continua sendo um dos…

Moraes autoriza busca contra ex-secretário apontado como fonte de jornalista

agosto 13, 2026

MCMV: Sehab inicia nova etapa de verificação documental de pré-selecionados para os Residenciais Montenegro I e II

agosto 13, 2026

Camaçari cria comitê preventivo para elaboração de plano de ação contra impactos do El Niño

agosto 13, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.