• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Há 100 anos, Ford instituía jornada de 40 horas nos Estados Unidos

maio 13, 2026

Filme brasileiro sobre violência doméstica será apresentado em Cannes 

maio 13, 2026

Flu, Inter e Cruzeiro vencem e avançam na Copa do Brasil

maio 13, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Há 100 anos, Ford instituía jornada de 40 horas nos Estados Unidos
  • Filme brasileiro sobre violência doméstica será apresentado em Cannes 
  • Flu, Inter e Cruzeiro vencem e avançam na Copa do Brasil
  • Myrian Pereira é a nova diretora de Jornalismo da EBC
  • Coordenação de Eventos e comerciantes dialogam sobre estrutura do Camaforró 2026
  • MCMV: Prefeitura publica lista definitiva de contemplados e convoca para vistoria do Residencial Verdes Horizontes II
  • Jerônimo Rodrigues recebe Comenda 12 de Maio e título de cidadão eunapolitano
  • Governo lança programa de R$ 11 bilhões contra o crime organizado
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Minha Casa Camaçari
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Minha Casa Camaçari
Home»Mundo»‘É uma guerra de drones e artilharia’: russos tentam vencer ucranianos pelo cansaço no Donbass
Mundo

‘É uma guerra de drones e artilharia’: russos tentam vencer ucranianos pelo cansaço no Donbass

uesleiiclone8By uesleiiclone8março 8, 2023Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
‘e-uma-guerra-de-drones-e-artilharia’:-russos-tentam-vencer-ucranianos-pelo-cansaco-no-donbass
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Pouco mais de um ano depois do início da invasão russa, Moscou parece ter encontrado sua estratégia: vencer pelo cansaço dia após dia as forças de Kiev, menos numerosas e pouco equipadas. Tanque ucraniano perto da cidade de Bakhmut, no leste da Ucrânia, em 6 de março de 2023.
AP – Evgeniy Maloletka
A guerra na Ucrânia se tornou um conflito de resistência, uma lenta queda de braço entre os dois lados. Pouco mais de um ano depois do início da invasão russa, Moscou parece ter encontrado sua estratégia: vencer pelo cansaço dia após dia as forças de Kiev, menos numerosas e pouco equipadas. Frustrados, os artilheiros ucranianos enfrentam um persistente inimigo.
Em um bosque da região de Velyka Novosilka, no Donbass, o soldado ucraniano Ivan, ex-bibliotecário, conta que foi convocado em maio de 2022. Desde o final do ano passado, ele brinca de gato e rato com a artilharia russa. 
“Temos certeza de que eles sabem que estamos aqui. Mas eles não conhecem nossa posição exata”, diz Ivan. 
A reportagem da RFI se aproxima da artilharia ucraniana quando um militar chega em uma caminhonete para avisar que um drone russo está rastreando o local. O aviso deixa as unidades em alerta e todos correm para um abrigo próximo. 
“Neste bosque estamos a seis ou sete quilômetros da linha do fronte. É muito simples para um drone ir e vir e para nós é difícil vê-los com sistemas antiaéreos convencionais”, explica Ivan. “Se tiver radar tudo bem, mas a olho nu… É bem problemático”, reitera.
O soldado conta à RFI que há cerca de 15 dias um bombardeio russo foi realizado na área. “Eles registraram a posição de nossos vizinhos, uma outra brigada que não está longe daqui. Eles foram vistos por um drone e, graças a ele, os russos encontraram as boas coordenadas”, diz. “A guerra na Ucrânia é uma guerra de drones e artilharia. O objetivo é um encontrar o outro para atacar”, ressalta. 
Como os drones se tornaram armas fundamentais na Guerra da Ucrânia
Dias à espera para o ataque
O grupo do qual faz parte Ivan construiu um abrigo subterrâneo, que pode ser acessado por alguns degraus de escada. No local, há algumas cadeiras e um fogão a lenha. Não há grande coisa a ser feita dentro deste cômodo, mas muitas vezes os combatentes passam o dia inteiro esperando. 
Com o distanciamento do drone, a brigada autoriza a equipe da RFI a sair do abrigo. O trajeto é retomado até uma clareira, onde Ivan mostra com orgulho seu instrumento de trabalho: um velho lançador soviético de obus, modelo 2S3 Akatsya.
Longe é possível ouvir foguetes atirados pelas tropas russas. Mas quando será a vez de Ivan atirar? “Impossível dizer. Esperamos e nos contentamos em executar ordens”, responde. 
O soldado descreve à RFI um cenário de incertezas.
“Não temos nenhuma ideia de nosso alvo e da distância dele. Apenas os superiores ou os operadores de drones podem saber o que estamos visando”, explica. 
Apesar de frustrado, o ex-bibliotecário diz compreender que essa é a sua missão. “Não sabemos jamais quando a infantaria vai precisar da gente. Parece que a brigada vizinha começou a trabalhar, pode ser que seja uma resposta após o bombardeio russo. Eles têm mais munições e podem atirar mais longe que a gente”, conclui. 
Batalha em torno de Bakhmut
Se em algumas localidades do leste o ritmo da guerra ocorre a conta-gotas, a Rússia não esconde que, nesse momento, seu objetivo principal é a cidade de Bakhmut, cenário de meses de combates violentos. As duas partes admitiram grandes perdas humanas, mas não divulgam números.
De seu lado, a Ucrânia promete continuar defendendo a cidade, embora muitos considerem que a queda da localidade é inevitável. Algumas unidades já começaram inclusive a se retirar.
“Esta cidade é um importante centro de defesa para as tropas ucranianas no Donbass. Capturá-la permitirá novas operações ofensivas, invadindo as linhas de defesa das forças armadas ucranianas”, disse o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, nesta terça-feira (7), durante uma reunião com comandantes militares.
Nas últimas semanas, os russos, liderados pelo grupo paramilitar Wagner, avançaram pouco a pouco e parecem já controlar os acessos norte, leste e sul da cidade. Mas, noite de segunda-feira, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que pediu ao Estado-Maior para “encontrar as forças adequadas” para continuar defendendo Bakhmut.
O conselheiro da presidência, Mikhailo Podoliak, também afirmou que no exército ucraniano existe um “consenso” sobre “a necessidade de continuar defendendo a cidade e esgotar as forças inimigas”. Mas fora de Bakhmut, alguns soldados ucranianos acreditam que nada mais pode ser feito para não deixar a cidade cair nas mãos da Rússia.
Bakhmut: por que Ucrânia e Rússia não desistem de disputar cidade sem importância estratégica

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous Article‘Nunca se renda’: a mulher que conseguiu conter a socos homem que a atacou em academia
Next Article Nova apuração sugere que grupo pró-Ucrânia sabotou gasoduto
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas

maio 8, 2026

Cruzeiro atingido por hantavírus deixa Cabo Verde após quarentena

maio 7, 2026

Navio cargueiro do Irã é apreendido após tentar furar o bloqueio dos EUA

abril 20, 2026

Guerra no Oriente Médio tem mais bombardeios e mortes neste domingo

março 2, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Política

Há 100 anos, Ford instituía jornada de 40 horas nos Estados Unidos

By Patriciamaio 13, 20260

Foto: Reuters/Bridgeman Images/Arquivo/Proibida reprodução Em maio de 1926, há exatos 100 anos, a montadora de…

Filme brasileiro sobre violência doméstica será apresentado em Cannes 

maio 13, 2026

Flu, Inter e Cruzeiro vencem e avançam na Copa do Brasil

maio 13, 2026

Myrian Pereira é a nova diretora de Jornalismo da EBC

maio 13, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.