Estados Unidos afirmam que China não forneceu essa “ajuda letal” à Rússia, mas que a possibilidade ainda existe. A China não se moveu para fornecer ajuda letal à Rússia na invasão da Ucrânia e os Estados Unidos deixaram claro, a portas fechadas, que se tal movimento ocorresse, teria sérias consequências, disse o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, neste domingo (26).
“Pequim terá que tomar suas próprias decisões sobre como proceder, se fornecerá assistência militar, mas se seguir esse caminho, terá custos reais para a China”, disse Sullivan em entrevista ao programa “State of the Union” da CNN.
LEIA MAIS
Um ano de guerra na Ucrânia: os impactos na economia, no seu bolso e o que esperar pela frente
Soldados ucranianos reciclam material bélico abandonado após ataques russos
Após um ano de guerra na Ucrânia, tendência é ter menos empatia por vítimas do conflito
A China não avançou no fornecimento dessa ajuda, mas Pequim também não tirou essa opção da mesa, disse Sullivan em outra entrevista, no programa “This Week” da ABC.
As autoridades americanas alertaram seus colegas chineses a portas fechadas sobre quais podem ser esses custos, disse Sullivan, mas ele não quis entrar em detalhes sobre as discussões, que são privadas.
Os Estados Unidos e seus aliados da Otan têm se esforçado para alertar a China contra tal medida nos últimos dias, fazendo comentários públicos sobre sua crença de que a China está considerando fornecer equipamento letal para a Rússia.
O diretor da CIA, William Burns, também opinou sobre a China neste domingo.
“Estamos confiantes de que a liderança chinesa está considerando o fornecimento de equipamento letal. Também não vemos uma decisão final já tomada e não vemos evidências de remessas reais de equipamento letal”, disse Burns ao Programa da CBS “Face the Nation”.
O deputado republicano Michael McCaul, presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, disse no “This Week” que a inteligência dos EUA mostra que os drones estão entre as armas letais que a China considera enviar à Rússia.
O presidente dos EUA, Joe Biden, visitou Kiev e se reuniu com o presidente Volodymyr Zelensky na segunda-feira passada, prometendo nova ajuda militar à Ucrânia no valor de 500 milhões de dólares.
A semana passada marcou o primeiro aniversário da invasão da Rússia. Os Estados Unidos têm sido de longe o maior fornecedor de assistência militar para ajudar a Ucrânia a repelir as forças russas mais bem equipadas. A Ucrânia espera uma grande nova ofensiva russa em breve.
Trending
- Presidente do Senado marca para segunda votação do fim da escala 6×1
- Visita técnica prepara praias de Camaçari para nova temporada do Bandeira Azul
- Novo espaço do Ceonc é entregue à população e amplia assistência oncológica em Camaçari
- Outubro Rosa: Bahia deve ter 4.480 novos diagnósticos de câncer de mama em 2026
- Qualifica Mulher inicia curso de manicure e pedicure na Carreta da Beleza
- Obra da nova Avenida Acajutiba avança com recapeamento asfáltico
- Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta
- Circuito de Feiras Criativas abre inscrições para empreendedores de Camaçari
