Evento trata-se de discurso anual perante o Congresso, por meio do qual cada presidente americano faz uma espécie de prestação de contas, apresenta suas realizações e descreve seus planos e prioridades. Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, realiza nesta terça-feira (7) seu segundo discurso ao Estado da União, em um momento em que há muito em jogo politicamente.
Segundo uma prévia disponibilizada pela Casa Branca, em sua fala, o democrata pedirá aos membros do Partido Republicano que trabalhem com ele para “terminar o trabalho” de reconstruir a economia e unir a nação enquanto ele busca superar o pessimismo no país e navegar pelas divisões políticas em Washington.
Entre os convidados do evento, que ocorre em Washington D.C., estão os pais de Tire Nichols, morto por policiais em Memphis, que devem se sentar com a primeira-dama Jill Biden. Outros convidados de Biden incluem o astro do rock Bono e o jovem de 26 anos que desarmou um atirador no tiroteio do mês passado em Monterey Park, Califórnia.
O discurso ocorre em um momento em que apenas um quarto dos adultos americanos dizem que as coisas no país estão indo na direção certa, de acordo com uma nova pesquisa da Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research. Cerca de três quartos dizem que as coisas estão no caminho errado. E a maioria dos democratas não quer que Biden se candidate para outro mandato.
O que é o Estado da União?
É o discurso do presidente que ocorre todos os anos em uma sessão conjunta do Congresso americano. Nele, o chefe de Estado e de governo presta esclarecimentos aos parlamentares, militares e integrantes da Suprema Corte sobre a atual situação dos EUA e os planos e prioridades do ano.
O primeiro discurso sobre o Estado da União foi pronunciado por George Washington em 8 de janeiro de 1790.
Tradicionalmente, o presidente norte-americano pede esforços a deputados e senadores para aprovar projetos que o chefe de governo acredita ser importante.
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