• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Douglas Santos traz vivência do ouro olímpico para buscar o hexa

julho 4, 2026

UFRJ inaugura rádio FM no Grande Rio

julho 4, 2026

Professores da Uerj suspendem greve, após três meses de paralisação

julho 4, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Douglas Santos traz vivência do ouro olímpico para buscar o hexa
  • UFRJ inaugura rádio FM no Grande Rio
  • Professores da Uerj suspendem greve, após três meses de paralisação
  • Ibovespa volta aos 174 mil pontos com aposta na Selic, e dólar cai
  • Policlínica terá sala de atendimento especializado e integrado às mulheres vítimas de violência
  • Lula inaugura túnel de transposição das águas do São Francisco no RN
  • Brasil completa 1 ano fora do Mapa da Fome, mas desafios persistem
  • Pé-de-Meia paga quarta parcela aos nascidos em julho e agosto
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Economia»Lula x Banco Central: entenda as críticas do presidente e os efeitos da ‘briga’ na economia
Economia

Lula x Banco Central: entenda as críticas do presidente e os efeitos da ‘briga’ na economia

uesleiiclone8By uesleiiclone8fevereiro 7, 2023Nenhum comentário7 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
lula-x-banco-central:-entenda-as-criticas-do-presidente-e-os-efeitos-da-‘briga’-na-economia
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Presidente vem criticando a política monetária do BC, trazendo mais incertezas ao mercado. Roberto Campos Neto e Lula: para especialistas, a melhora da comunicação poderia acalmar os ânimos
Reuters/Arte g1
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou a cerimônia de posse de Aloizio Mercadante como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para subir o tom novamente contra a política monetária conduzida pelo Banco Central (BC).
Desta vez, o presidente criticou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa Selic em 13,75% ao ano. A decisão em si era esperada, mas o comunicado do BC considera que as expectativas de inflação pioraram, principalmente por conta da perspectiva de gastos públicos mais elevados neste início de governo.
Na carta, o Copom afirma que o índice de preços continua acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta de inflação e, para mantê-lo sob controle, deve manter os juros elevados por um “período mais prolongado”.
“É só ver a carta do Copom para a gente saber que é uma vergonha esse aumento de juros e a explicação que eles deram para a sociedade brasileira”, disse Lula.
Não foi a primeira vez que o presidente disparou contra o BC ou a política monetária conduzida pelo economista Roberto Campos Neto.
Lula já falou:
que a independência do BC é “bobagem”, e reforçou que Henrique Meirelles teve autonomia em seu governo anterior mesmo antes da lei;
que a meta de inflação do país, de 3,75%, obriga a “arrochar” a economia brasileira em momento que precisa voltar a crescer;
que iria esperar “esse cidadão”, Campos Neto, terminar o mandato para “fazermos uma avaliação do que significou o Banco Central independente”;
que Campos Neto quer chegar a uma inflação “padrão europeu”, mas que é necessário chegar à inflação “padrão Brasil”;
que o Brasil tem “cultura” de juros altos, e que o patamar de juros e o comunicado do BC são uma “vergonha”.
O “duelo” ganhou destaque no olhar público justamente por conta da independência do BC. Campos Neto foi indicado pelo governo de Jair Bolsonaro e não pode ser demitido por Lula. A lei “blinda” a instituição de ingerência política, e permite que a atuação seja técnica e focada no combate à inflação.
Para economistas ouvidos pelo g1, alguma tensão entre governantes e um BC autônomo é comum. Isso porque juros mais altos são um freio para a economia, e, por aqui, Lula procura motores para reaquecer a atividade do país.
LEIA TAMBÉM:
Brasil tem os maiores juros reais do mundo; por que a taxa não cai?
Lula diz que Brasil tem ‘cultura’ de juros altos e volta a criticar taxa básica em 13,75%
Entenda o que é o mercado financeiro e como suas decisões impactam a economia
Dados indicam 2023 difícil, e atritos com o mercado não ajudam
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento no BNDES, no Rio de Janeiro
Ricardo Moraes/Reuters
O que acontece?
Mas a “briga” pode ser um prenúncio de crise institucional que vai além da simples piora de expectativas. O boletim Focus desta semana traz o quarto aumento seguido da inflação esperada para 2023, que chegou a 5,78%. Mas o resultado pode piorar bastante se o governo atacar, de fato, o trabalho do BC.
Para Fábio Kanczuk, chefe de macroeconomia da ASA Investments e ex-diretor do BC, o conflito entre agentes da política monetária e governantes faz parte do trabalho, mas restam dúvidas sobre as reais intenções do presidente.
“Se Lula está precisando de um culpado, tudo bem. Os técnicos ignoram essas declarações e seguem em busca de colocar a inflação na meta. Mas ele pode tomar ações que realmente prejudiquem o funcionamento do BC”, diz.
O economista diz que algumas delas são medidas legítimas. É o caso de uma indicação de equipe de filosofia oposta aos atuais integrantes do BC ao final de seus mandatos. Outras, nem tanto — como forçar demissões, assinar algum decreto que prejudique a autonomia do órgão ou realmente alterar a meta via Conselho Monetário Nacional (CMN).
“Todas essas ações têm efeito de gerar mais inflação. O caminho é o seguinte: o presidente briga, sobe a expectativa de inflação, os juros permanecem mais altos, o presidente fica bravo de novo e fala mais”, afirma Kanczuk.
Lula fala sobre as questões envolvendo o Banco Central
Morde e assopra
Por ora, Campos Neto não tem devolvido as críticas: no único comentário que fez, chegou a por panos quentes quando Lula disse que a independência do Banco Central era “bobagem”. Do lado oposto, enquanto o presidente sobe o tom, cabe ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e aos seus secretários reduzir os danos.
Na última terça-feira (31), o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, garantiu, por exemplo, que um aumento da meta de inflação não é um tema que esteja “pautado” na Fazenda. O assunto veio à tona na primeira entrevista de Lula de volta à Presidência, concedida à GloboNews.
Na ocasião, o presidente criticou a atual meta de inflação, definida pelo CMN. O petista afirmou que trazer a inflação para perto dos 3,25% atrapalha o crescimento da economia.
“Você estabelecer uma meta de inflação de 3,7%, quando você faz isso, você é obrigado a arrochar mais a economia para poder atingir aqueles 3,7%. […] O que nós precisamos nesse instante é o seguinte: a economia brasileira precisa voltar a crescer”, defendeu Lula.
Com Lula impedido de influenciar diretamente nos juros, teve início uma especulação de que, dentro do governo, era planejada uma mudança na meta da inflação. O governo tem dois dos três votos no CNM e, com uma meta mais elevada, não seria necessário um patamar tão alto de juros para colocar a inflação dentro do intervalo.
Coube mais uma vez a Guilherme Mello, em evento com investidores em São Paulo, reafirmar que o foco da equipe econômica é apresentar reformas e medidas econômicas que garantam um plano de voo mais claro para os agentes econômicos e esperar seus efeitos.
O secretário afirmou que o debate sobre aumento de metas de inflação está em voga em todo o mundo, dados os choques persistentes depois da pandemia de Covid, mas aposta que a reversão das taxas de juros virá a partir dos planos já anunciados pela Fazenda.
Guilherme Mello, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda
Celso Tavares/G1
“Eu acredito que essa interação entre política monetária a e fiscal pode surtir efeitos positivos se for bem planejada e bem comunicada. [O aumento de meta] é um debate que o CNM vai ter mais para a frente, mas nosso trabalho é entregar reformas e entender como isso vai trazer impactos ao cenário macro”, disse.
Ele reiterou que, apesar de o Brasil ter um patamar de juros reais elevado, o ministério aposta na reforma tributária, no novo arcabouço fiscal e em uma política sólida de acompanhamento de gastos que possa estabilizar a dívida pública do país para convencer o BC a reduzir os juros.
“Essas medidas têm potencial de reduzir o prêmio de risco, aumentar o PIB potencial e reduzir a taxa de juros neutra, o que cria um processo de estabilização da dívida”, disse Mello.
Initial plugin text
Incertezas
Esse é o discurso que o mercado financeiro espera, mas que não encontra eco nas declarações de Lula. No papel de político, no entanto, é normal que haja questionamentos do presidente para as condições financeiras na ponta, para população.
“Quando ele diz que o Brasil tem a maior taxa de juros reais do mundo, ele tem razão. E ele também pode questionar por que não há uma resposta ao esforço do ministro da Fazenda, que adiantou alguns planos de política fiscal”, afirma Tony Volpon, economista e ex-diretor do BC.
Para Volpon, o comunicado do BC mostra que a entidade absorveu as incertezas do mercado com relação às medidas do novo governo. E que parte do erro que gera essa tensão é a relação fria entre as partes.
“Se houvesse uma melhor comunicação entre BC, Fazenda e Presidência, ficaria mais claro que a metodologia pede esse resultado, mas que as medidas prometidas pelo governo abrem uma janela para queda de juros”, diz.
“Pelo bem de todos, precisa haver esse entendimento. O BC não pode se esconder atrás de uma muralha porque agora que tem autonomia operacional.”

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleEx-jogador do Chelsea, Christian Atsu, é resgatado vivo de escombros após terremoto na Turquia
Next Article Ansiedade financeira: veja dicas para trabalhar a mente e evitar gastos
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Ibovespa volta aos 174 mil pontos com aposta na Selic, e dólar cai

julho 4, 2026

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 33 milhões

julho 3, 2026

Policlínica de Camaçari terá aporte financeiro de R$ 2 milhões por mês do Ministério da Saúde

julho 2, 2026

Fila do INSS cai ao menor nível em 21 meses, com 1,8 milhão de pedidos

julho 1, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Douglas Santos traz vivência do ouro olímpico para buscar o hexa

By Patriciajulho 4, 20260

Foto: Rafael Ribeiro/CBF/Agência Brasil A conquista, à época, inédita, contou também com o zagueiro Marquinhos…

UFRJ inaugura rádio FM no Grande Rio

julho 4, 2026

Professores da Uerj suspendem greve, após três meses de paralisação

julho 4, 2026

Ibovespa volta aos 174 mil pontos com aposta na Selic, e dólar cai

julho 4, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.