
País já estourou a meta em 2021 e 2022, e taxa deve ficar acima da margem estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional este ano também. Inflação
BBC
A inflação brasileira deve estourar a meta estabelecida pelo Conselho Monetário Internacional (CMN) por três anos seguidos, antes de convergir para a taxa esperada, segundo estimativa divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
A expectativa do fundo é que a inflação brasileira encerre este ano em 5,7% – levemente abaixo dos 5,8% de 2022. A meta do CMN, no entanto, foi fixada em 3,25% para este ano, podendo ficar até 1,5 ponto percentual abaixo ou acima (de 1,75% a 4,75%) sem ser formalmente descumprida. Em 2021 e 2022, a inflação já estourou a meta estabelecida.
Já em 2024 o FMI vê a inflação brasileira em 3,5% – acima da meta fixada em 3%, mas dentro da ‘margem de tolerância’.
Entre maiores – mas distante das líderes
Com o resultado, a inflação brasileira deve ficar em 11º lugar dentre os países das Américas este ano, segundo o FMI – mas com taxas muito menores do que os líderes do ranking: Venezuela (150%) e Argentina (60%).
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