Somente a adoração muçulmana é permitida no local. O ministro da Segurança Nacional de extrema-direita de Israel, Itamar Ben-Gvir, visitou o complexo que abriga a mesquita Al-Aqsa em Jerusalém nesta terça-feira (03), uma medida condenada pelos palestinos como provocativa e apesar das advertências de que tal atitude poderia levar à violência.
O site de notícias Ynet trazia fotos de Ben-Gvir visitando o local sob forte esquema de segurança. O complexo é o terceiro local mais sagrado do Islã depois de Meca e Medina e o mais sagrado do judaísmo, onde os judeus acreditam que dois templos antigos estão localizados.
O líder da oposição de Israel e ex-primeiro-ministro Yair Lapid havia alertado que tal visita de Ben-Gvir provocaria violência.
Somente a adoração muçulmana é permitida no local, e não há indicação de que Ben-Gvir tenha orado durante sua visita.
O Ministério das Relações Exteriores da Palestina disse que “condena veementemente o ataque à mesquita de Al-Aqsa pelo ministro extremista Ben-Gvir e o vê como uma provocação sem precedentes e uma perigosa escalada do conflito”.
Ben-Gvir foi empossado na semana passada como parte de um novo governo liderado por Benjamin Netanyahu, que inclui partidos de extrema-direita e religiosos.
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