• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Após MP e resoluções, caminhoneiros descartam paralisação nacional

março 26, 2026

‘Importante fazer parcerias com países que queiram trazer tecnologias’, diz Lula

março 26, 2026

Câmara aprova acordos com França e China e impulsiona cena brasileira no mundo

março 26, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Após MP e resoluções, caminhoneiros descartam paralisação nacional
  • ‘Importante fazer parcerias com países que queiram trazer tecnologias’, diz Lula
  • Câmara aprova acordos com França e China e impulsiona cena brasileira no mundo
  • Dia D neste sábado marca abertura da campanha de vacinação contra gripe em Camaçari
  • Prazo para inscrição e atualização de cadastro do Minha Casa, Minha Vida encerra dia 31 de março
  • Caravana de Direitos Humanos chega a Camaçari com oferta de serviços gratuitos
  • Cidade do Saber inicia ano letivo e reafirma papel como polo de arte, esporte e inovação de Camaçari
  • Justiça manda prender militares condenados por fraudes em licitações
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Mundo»Sudão: presidente e grupos políticos assinam acordo pró-democracia
Mundo

Sudão: presidente e grupos políticos assinam acordo pró-democracia

uesleiiclone8By uesleiiclone8dezembro 6, 2022Nenhum comentário5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
sudao:-presidente-e-grupos-politicos-assinam-acordo-pro-democracia
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Autoridades acreditam que documento pode ajudar a resolver crise no país, que sofreu golpe militar em 2021. Acordo, no entanto, não tem prazo para começar e não foi assinado por grupos importantes da política sudanesa. O chefe do Exército do Sudão, general Abdel-Fattah Burhan, ao centro, e outros seguram um documento após a assinatura de um acordo inicial destinado a encerrar a crise causada pelo golpe militar do ano passado, em Cartum, Sudão, dezembro de 2022
AP Photo/Marwan
Os líderes do golpe do Sudão e o principal grupo pró-democracia assinaram um acordo nesta segunda-feira (5) para estabelecer um governo de transição liderado por civis após o golpe militar no ano passado. No entanto, atores importantes para as negociações de paz não participaram do encontro e nenhum prazo foi definido para o início da transição.
A estrutura do acordo, que foi assinada pelo presidente, Abdel-Fattah Burhan, pelo vice, Mohammed Hamdan Dagalo, e pelos líderes das Forças pela Declaração de Liberdade e Mudança, parece oferecer apenas as linhas gerais de como o país retomará sua progressão para a democracia. Esse processo foi interrompido em outubro de 2021, quando Burhan destituiu a metade civil do Conselho de Soberania governante do Sudão com o apoio de Dagolo.
Desde o golpe, a ajuda internacional cessou e a escassez de pão e combustível, causada em parte pela guerra na Ucrânia, tornou-se rotina, mergulhando a economia do Sudão, já assolada pela inflação, em um perigo ainda maior. As forças de segurança reprimiram as marchas pró-democracia quase semanais. Conflitos tribais mortais têm ocorrido nas periferias do país.
Não está claro se ou com que rapidez o acordo assinado na segunda-feira pode oferecer uma saída para o Sudão, uma vez que parece deixar muitas questões importantes sem solução e não tem o apoio de forças políticas importantes, incluindo os Comitês de Resistência pró-democracia de base. Os líderes dessa rede, inclusive, convocaram manifestações contra o acordo.
Manifestantes sudaneses participam de um ato para exigir o retorno ao governo civil quase um ano após um golpe militar liderado pelo general Abdel Fattah al-Burhan, em Cartum, Sudão, 25 de outubro de 2022
AP Photo/Marwan Ali, File
Vários ex-líderes rebeldes, que formaram seu próprio bloco político, também rejeitaram o acordo.
Muitos dos pontos em um rascunho do acordo já foram prometidos em um documento de 2020, que viu o governo de transição anterior fazer as pazes com vários rebeldes nas províncias mais distantes do Sudão.
Segundo o rascunho, o acordo prevê que os militares sudaneses acabem se afastando da política. O documento diz que fará parte de um novo “conselho de segurança e defesa” sob o comando de um primeiro-ministro nomeado. Mas não aborda como reformar as forças armadas, dizendo apenas que elas devem ser unificadas e que controles devem ser impostos às empresas de militares.
O documento faz menção específica à rica força paramilitar do Sudão, as Forças de Apoio Rápido, chefiadas por Dagalo. A organização acumulou riqueza por meio da aquisição gradual de instituições financeiras sudanesas e reservas de ouro nos últimos anos.
O acordo, contudo, não aborda a criação de um sistema judiciário de transição e nem diz quando o governo de transição será estabelecido. Só então começará oficialmente uma transição de dois anos, cujo objetivo final são as eleições.
Analistas questionam se os objetivos do acordo são alcançáveis, dada a falta de detalhes sobre questões cruciais e o boicote de atores-chave. “Realisticamente, nenhum desses processos complexos pode ser tratado dentro de um período de transição de dois anos”, disse Kholood Khair, fundador e diretor da Confluence Advisory, um think tank na capital Cartum.
Manifestantes sudaneses participam de uma manifestação para exigir o retorno ao governo civil um ano após um golpe militar, em Cartum, Sudão, 17 de novembro de 2022
AP Photo/Marwan Ali
O Sudão está mergulhado em turbulências desde que o golpe desviou o curso de uma transição democrática que começou após três décadas de governo autocrático do presidente Omar al-Bashir. O ex-líder foi derrubado em abril de 2019, após uma revolta popular.
O enviado especial da ONU ao Sudão, Volker Perthes, compareceu à assinatura na segunda-feira e, mais tarde, em um discurso no palácio, descreveu o documento como “propriedade sudanesa e liderada por sudaneses”.
Antonio Guterres, secretário-geral da instituição internacional, espera que o acordo abra caminho para o retorno a uma transição liderada por civis, disse o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric.
Dujarric pediu que “todas as partes sudanesas interessadas trabalhem sem demora na próxima fase do processo de transição para abordar questões pendentes com o objetivo de alcançar um acordo político duradouro e inclusivo”.
O acordo de segunda-feira ocorreu após meses de negociações entre os militares e as Forças para a Declaração de Liberdade e Mudança, facilitadas por uma equipe de mediação dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Grã-Bretanha.
Em comunicado conjunto divulgado após a assinatura, os quatro países elogiaram o documento. “Um esforço concentrado para finalizar as negociações e chegar a um acordo rapidamente para formar um novo governo liderado por civis é essencial para enfrentar os urgentes desafios políticos, econômicos, de segurança e humanitários do Sudão”, disse o grupo.
O chefe do Exército do Sudão, general Abdel-Fattah Burhan, fala após a assinatura de um acordo inicial destinado a encerrar uma profunda crise causada pelo golpe militar do ano passado, em Cartum, Sudão, dezembro de 2022
AP Photo/Marwan Ali
A esperança é que o acordo possa atrair nova ajuda internacional, depois que os fundos dos doadores secaram em resposta ao golpe.
O Sudão também viu um aumento acentuado na violência intertribal no oeste e no sul do país. Na província do sul do Nilo Azul. Em outubro, 170 pessoas morreram em apenas dois dias de confrontos entre os Berta e Hausa. No mês seguinte, cerca de 48 pessoas foram mortas em confrontos tribais em Darfur. Muitos comentaristas atribuíram o aumento da violência tribal ao vácuo de poder causado pelo golpe militar do ano passado e a subsequente crise política e econômica.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleTorcedores no Recife aprovam versão do boneco gigante de Richarlison após ‘harmonização facial’
Next Article Torcida em Boa Vista celebra goleada do Brasil contra Coreia; FOTOS
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Guerra no Oriente Médio tem mais bombardeios e mortes neste domingo

março 2, 2026

China, África e países do Golfo Pérsico condenam ataques ao Irã

fevereiro 28, 2026

Narcotraficante mais procurado do México é morto em operação militar

fevereiro 22, 2026

Amazon pode ser processada por suicídios ligados ao nitrito de sódio

fevereiro 19, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Economia

Após MP e resoluções, caminhoneiros descartam paralisação nacional

By Patriciamarço 26, 20260

Foto: Reuters/Paulo Whitaker/Direitos Reservados A edição da Medida Provisória 1.343/2026, publicada nesta quarta-feira (25), e…

‘Importante fazer parcerias com países que queiram trazer tecnologias’, diz Lula

março 26, 2026

Câmara aprova acordos com França e China e impulsiona cena brasileira no mundo

março 26, 2026

Dia D neste sábado marca abertura da campanha de vacinação contra gripe em Camaçari

março 26, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.