• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Alemanha vence e tira invencibilidade do Brasil na Liga das Nações

junho 23, 2026

SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio

junho 23, 2026

Bahia avança na educação infantil, mas ainda enfrenta desafios históricos

junho 23, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Alemanha vence e tira invencibilidade do Brasil na Liga das Nações
  • SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio
  • Bahia avança na educação infantil, mas ainda enfrenta desafios históricos
  • Fux mantém exclusividade do BRB para depósitos judiciais do TJ da Bahia
  • IR terá maior lote de restituição da história; veja como consultar
  • Com luzes e cores, espaços instagramáveis conquistam público no Camaforró 2026
  • Governo do Estado autoriza pacote de investimentos superior a R$ 8,7 milhões para fortalecer a saúde de Cabaceiras do Paraguaçu
  • Com 4 surfistas, Brasil segue na briga pela etapa de Saquarema
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Mundo»A polícia da moralidade do Irã foi realmente desativada?
Mundo

A polícia da moralidade do Irã foi realmente desativada?

uesleiiclone8By uesleiiclone8dezembro 5, 2022Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
a-policia-da-moralidade-do-ira-foi-realmente-desativada?
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Há dúvida sobre relatos de que corporação que impõe códigos de vestimenta foi extinta após onda de protestos deflagrada por morte de jovem. E regime fundamentalista têm outros meios para manter o monitoramento. Conservadores que apoiam a República Islâmica também cumprem papel no monitoramento do comportamento do público
Vahid Salemi/AP/picture alliance
Na noite de sábado (03/12), o procurador-geral iraniano, Mohammad Jafar Montazeri, disse que a polícia da moralidade do país não tinha “nada a ver com o Departamento de Justiça” e foi “encerrada por aqueles que a criaram”.
Sua declaração foi reportada pela agência de notícias estatal ISNA, e levou a relatos em todo o mundo de que a República Islâmica estaria respondendo à pressão pública após meses de protestos antigoverno deflagrados pela morte de uma jovem curda, Mahsa Amini.
A jovem morreu em 16 de setembro depois de ter sido detida pela polícia da moral por supostamente usar um lenço de cabeça de hijab “de forma inapropriada”. As autoridades negaram acusações de que ela foi espancada e afirmaram que a jovem de 22 anos morreu de um ataque cardíaco.
Declaração “retirada do contexto”
Nesta segunda-feira, a emissora estatal iraniana Al-Alam reportou que as declarações de Montazeri haviam sido retiradas do contexto, e que o Departamento de Justiça do Irã “continuaria a monitorar o comportamento público”.
O Irã “não tem uma ‘polícia da moralidade’, mas uma ‘polícia de segurança pública’ e o Departamento de Justiça não tem planos de aboli-la, nem dará um passo nessa direção”, informou a mídia local sobre a versão do órgão a respeito do que Montazeri havia de fato afirmado.
A ativista iraniana dos direitos da mulher Mahdieh Golroo disse à DW que essas declarações reproduzem uma prática “testada e aprovada” da estratégia de informação da República Islâmica.
“Primeiro, eles afirmam algo e envolvem a mídia para criar esperanças de que este sistema é capaz de aprender e reformar”, disse a ativista de 36 anos de idade, que vive na Suécia.
Ela afirmou que, embora as unidades móveis da polícia da moral pudessem muito bem ser alteradas em relação à forma atual, isso não requer uma mudança na estratégia do uso do poder estatal para controlar o comportamento público, como exigir que as mulheres usem lenços de cabeça.
A rede de “espiões da moralidade”do Irã
Mesmo se a polícia da moral fosse desmantelada, “outro grupo poderia assumir esta tarefa de controlar as mulheres em público”, diz Golroo.
A mídia iraniana tem noticiado controles mais rigorosos sobre os estritos códigos de vestuário, especialmente o hijab, realizados por uma organização cujo nome em Farsi significa, em tradução livre para o português, Escritório para Impor o Bem e Proibir o Mal.
Essa organização opera em paralelo com a polícia da moralidade. Fundada em 1993, é chefiada por um clérigo em Teerã e conta com financiamento do Estado para realizar seu trabalho.
Seus quadros são em sua maioria voluntários que fornecem informações sobre supostas violações das regras de “moralidade” a um de seus 500 escritórios em todo o Irã.
Histórias de infrações “morais” são reportadas em agências de notícias pró-regime como a Tasnim News, que publicou recentemente uma reportagem sobre “uma vendedora de ingressos em um playground coberto de Teerã que não [usa] um lenço de cabeça. Como resultado, o playground foi fechado”.
Histórias como estas são um exemplo das consequências enfrentadas pelas empresas e instituições se as mulheres que lá trabalham não usarem um hijab, como determina a lei islâmica.
Outro caso relatado na semana passada, ocorrido na província de Qom, ao sul de Teerã, envolveu um diretor de banco demitido após ter atendido uma mulher que não usava um lenço de cabeça. O atendimento foi gravado em vídeo pelo circuito fechado de câmeras e circulou amplamente em redes sociais antes de ser reportado a um escritório da Impor o Bem e Proibir o Mal.
O secretário do grupo, Mohammad Saleh Hashemi Golpayegani, acredita que a polícia da moralidade e suas unidades móveis, que podem ser fotografadas e filmadas por cidadãos durante a detenção de mulheres, são contraproducentes.
Ele sugeriu em uma declaração após a morte de Mahsa Amini que, em vez de usar os esquadrões da polícia da moralidade para impor “códigos de moralidade”, a polícia deveria contar com o apoio voluntário da “população de confiança”.
Golpayegani acrescentou que seria necessário apenas um melhor financiamento para a Impor o Bem e Proibir o Mal, e disse que 3 milhões de cidadãos estão dispostos a apoiar sua organização.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleIgreja Católica da França cria tribunal para tratar casos de agressão sexual
Next Article Torcedores no Recife comemoram classificação do Brasil para quartas de final da Copa do Mundo; FOTOS
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Irã lança mísseis contra Israel após ataques em Beirute

junho 8, 2026

Trump fica mais encurralado com limitação dos poderes de guerra

junho 5, 2026

EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas

maio 8, 2026

Cruzeiro atingido por hantavírus deixa Cabo Verde após quarentena

maio 7, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Alemanha vence e tira invencibilidade do Brasil na Liga das Nações

By Patriciajunho 23, 20260

Foto: VNL/Divulgação Depois de emendar sete vitórias consecutivas para começar a competição, a seleção brasileira…

SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio

junho 23, 2026

Bahia avança na educação infantil, mas ainda enfrenta desafios históricos

junho 23, 2026

Fux mantém exclusividade do BRB para depósitos judiciais do TJ da Bahia

junho 23, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.