Infectologista Luana Araújo explica que a nossa mucosa respiratória é mais sensível às mudanças de temperatura e de umidade. Infectologista explica impacto do tempo quente para os atletas
Os jogadores da seleção brasileira têm apresentado sintomas gripais no Catar. Uma das razões apontadas é o choque térmico enfrentado recorrentemente pelos brasileiros no país.
Em diversos momentos as pessoas deixam temperaturas altas das ruas do Oriente Médio e entram em ambientes gelados, refrigerados com ar-condicionado.
Em entrevista à GloboNews (VEJA VÍDEO ACIMA), a infectologista Luana Araújo explicou que alguns pontos no organismo são mais sensíveis a essas mudanças de temperatura e de umidade. A mucosa respiratória é uma delas.
“A nossa mucosa respiratória, quando em contato com o ar mais frio e uma umidade mais baixa, não consegue funcionar da melhor forma, fica mais vulnerável a agentes externos e, com isso, fica mais fácil de um microrganismo invadir essa mucosa e causar uma infecção”, explica a infectologista.
Segundo Luana, as pessoas que estão mais submetidas ao ar-condicionado potente acabam tendo uma maior chance de desenvolver quadros infecciosos respiratórios, já que estão mais frágeis.
Trending
- Presidente do Senado marca para segunda votação do fim da escala 6×1
- Visita técnica prepara praias de Camaçari para nova temporada do Bandeira Azul
- Novo espaço do Ceonc é entregue à população e amplia assistência oncológica em Camaçari
- Outubro Rosa: Bahia deve ter 4.480 novos diagnósticos de câncer de mama em 2026
- Qualifica Mulher inicia curso de manicure e pedicure na Carreta da Beleza
- Obra da nova Avenida Acajutiba avança com recapeamento asfáltico
- Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta
- Circuito de Feiras Criativas abre inscrições para empreendedores de Camaçari
