• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Datafolha: Lula mantém liderança e Flávio estabiliza após ‘Dark Horse’

junho 21, 2026

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado

junho 21, 2026

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado

junho 21, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Datafolha: Lula mantém liderança e Flávio estabiliza após ‘Dark Horse’
  • Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado
  • Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado
  • Motoristas de apps e taxistas já podem pedir financiamento
  • Raphinha tem lesão na coxa constatada; prazo para retorno é incerto
  • Setur oferece cursos de gastronomia do Senac em Guarajuba
  • Camaçari recebe carreta do SAC Móvel
  • SP: TCE aprova com ressalvas as contas do governo de Tarcísio de 2025
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Seu navegador não suporta a tag de vídeo.
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Seu navegador não suporta a tag de vídeo.
Home»Economia»Juro médio cobrado pelos bancos avança para 42,4% em outubro, o maior em cinco anos
Economia

Juro médio cobrado pelos bancos avança para 42,4% em outubro, o maior em cinco anos

uesleiiclone8By uesleiiclone8novembro 28, 2022Nenhum comentário5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
juro-medio-cobrado-pelos-bancos-avanca-para-42,4%-em-outubro,-o-maior-em-cinco-anos
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Informações foram divulgadas nesta segunda-feira pelo Banco Central. Juro do cartão de crédito rotativo fica próximo de 400% ao ano. A taxa média de juros cobrada pelos bancos em suas operações com pessoas físicas e com empresas registrou alta de 1,7 ponto percentual em outubro, e chegou a 42,4% ao ano. Trata-se do maior patamar desde novembro de 2017 (42,6% ao ano), ou seja, em quase cinco anos.
O juro médio, nesse caso, foi calculado com base em recursos livres, ou seja, não inclui os setores habitacional, rural e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
De acordo com o BC, a taxa média de juros cobrada nas operações com empresas subiu de 23% ao ano, em em setembro, para 23,5% ao ano, em outubro. É o maior nível desde agosto de 2017 (24,4% ao ano).
Já nas operações com pessoas físicas, os juros subiram de 54% ao ano, em setembro, para 56,6% ao ano, em outubro. Este é o maior patamar desde fevereiro de 2018 (56,9% ao ano).
No cheque especial das pessoas físicas, a taxa recuou de 134,3% ao ano, em setembro, para 132,5% ao ano, em outubro.
A taxa média de juros cobrada pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo, por sua vez, avançaram de de 390,7% ao ano em setembro para 399,5% ao ano em outubro. É a maior taxa desde agosto deste ano (399,6% ao ano).
O crédito rotativo do cartão de crédito, cuja demanda em 2021 foi a maior em dez anos, pode ser acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento, mas não quer ficar inadimplente.
Mesmo com a queda em setembro, o patamar da taxa rotativa de juros segue proibitivo. Essa é a linha de crédito mais cara do mercado e, segundo analistas, deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.
Copom decide manter, pela segunda vez seguida, Selic em 13,75% ao ano
Juro básico da economia
Com o aumento registrado em outubro deste ano, os juros bancários subiram mais do que a taxa básica da economia, a Selic, que avançou 11,75 pontos percentuais (de 2% para 13,75% ao ano) desde março do ano passado.
Nesse mesmo período, a taxa bancária média cobrada pelos bancos subiu 14 pontos percentuais.
O objetivo do ciclo da alta da taxa Selic, segundo o BC, foi conter as pressões inflacionárias decorrentes da pandemia da Covid, que gerou interrupção na oferta de produtos e injetou recursos extraordinários na economia, por meio de auxílios temporários, o que elevou os preços.
Também causou impacto na inflação a guerra na Ucrânia, principalmente nos preços de combustíveis e alimentos nos últimos meses.
Mais recentemente, segundo o próprio BC, o mercado passou a projetar novas altas nos juros por conta das incertezas sobre as contas públicas.
Endividamento das famílias e inadimplência
Segundo o BC, o endividamento somou 49,9% da renda acumulada nos doze meses até setembro deste ano. A série histórica do BC para este indicador tem início em janeiro de 2005.
Com isso, registrou mudança marginal na comparação com agosto, quando estava em 49,8%.
Endividamento recorde das famílias será desafio para o próximo governo
Em fevereiro de 2020, antes da pandemia da Covid-19, o endividamento das famílias somava 41,8%.
Ao mesmo tempo, a taxa de inadimplência média registrada pelos bancos nas operações de crédito subiu de 2,9% em setembro para 3% em outubro. É a maior desde maio de 2020 (3,2%).
Nas operações com pessoas físicas, a inadimplência avançou de 3,8% em setembro para 3,9% em outubro — a maior desde maio de 2020 (4%).
Já a inadimplência das empresas oscilou de 1,6%, em setembro, para 1,7% em outubro, a mais alta desde agosto de 2020 (1,8%).
Crédito bancário
O volume total do crédito bancário em mercado, segundo o Banco Central, avançou 1% em outubro deste ano, para R$ 5,21 trilhões.
Houve queda de 0,1% na carteira de pessoas jurídicas e aumento de 1,8% na de pessoas físicas.
De acordo com a instituição, entre as modalidades de crédito para as famílias, se destacaram em outubro o cartão de crédito ( 2%), crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor público ( 2,4%) e crédito pessoal não consignado ( 1,5%).
Em doze meses, o crescimento do volume total do crédito bancário atingiu 15,8% em outubro, contra 16,4% em setembro.
Para todo este ano, o Banco Central estima uma expansão de 14,2% no crédito bancário. Em 2021, impulsionado por linhas emergenciais de crédito para o combate aos efeitos da pandemia, o crédito bancário teve alta de 16,3%.
Os dados do BC mostram que as concessões de novos empréstimos bancários também avançaram em setembro, quando registraram expansão de 1,24% contra o mês anterior.
Esse foi o quarto mês seguido de alta do indicador. O cálculo foi feito após ajuste sazonal, uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleDólar abre em alta de olho em sinais sobre política fiscal
Next Article Ibovespa abre em queda com mercado à espera de definição da política fiscal
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado

junho 21, 2026

Motoristas de apps e taxistas já podem pedir financiamento

junho 21, 2026

Feira do Milho movimenta comércio e preserva tradição junina em Camaçari

junho 20, 2026

Prazo para declaração da TFF encerra nesta sexta-feira

junho 19, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Política

Datafolha: Lula mantém liderança e Flávio estabiliza após ‘Dark Horse’

By Patriciajunho 21, 20260

Foto: Divulgação/Reprodução A menos de dois meses do início oficial da campanha eleitoral, o presidente…

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado

junho 21, 2026

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado

junho 21, 2026

Motoristas de apps e taxistas já podem pedir financiamento

junho 21, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.