
Duas pessoas foram mortas pelo atirador, que também morreu. Estudantes e pais de alunos aguardam em estacionamento após homem abrir fogo dentro da Escola Central de Artes Performáticas, instituição de Ensino Médio de Saint Louis, em Missouri, nos EUA, em 24 de outubro de 2022.
David Carson/St. Louis Post-Dispatch via AP
O homem de 19 anos que matou duas pessoas em uma escola na cidade americana de St. Louis tinha 600 cartuchos de munição, disse o chefe de polícia local nesta terça-feira (25).
O atirador, que se formou no ano passado na Escola de Artes Visuais e Cênicas de St. Louis, no Missouri, no centro dos Estados Unidos, foi morto a tiros por agentes da polícia que responderam rapidamente ao atentado.
Ele estava armado com um fuzil semiautomático AR-15, tinha vários carregadores de munição e levava uma bolsa cheia de recargas, afirmou o chefe de polícia da cidade de St. Louis, Mike Sack, durante uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (25).
“Este poderia ter sido um cenário horrível. Não foi, pela graça de Deus”, afirmou Sack.
Segundo a Polícia, a denúncia da presença de um “tirador em atividade” na escola foi respondida em quatro minutos. Os agentes armados destacados mataram Harris em uma troca de tiros.
Sack afirmou que um documento foi encontrado no carro do atirador no qual ele expressava seu desejo de “realizar o tiroteio na escola”.
Um professor de educação física de 61 anos e um estudante de 16 anos morreram no ataque e outras sete pessoas ficaram feridas.
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