
Esta é a terceira redução seguida nos preços do QAV, que já haviam sido reduzidos em 10,4% em setembro, e em 2,6% em agosto. Vista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo (SP).
RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
No próximo dia 1º de outubro, a Petrobras reduzirá em 0,84% os preços de querosene de aviação (QAV) nos valores de venda para as distribuidoras.
Esta é a terceira redução seguida nos preços do QAV, que já haviam sido reduzidos em 10,4% em setembro, e em 2,6% em agosto.
O QAV representa mais de um terço dos custos totais das companhias aéreas.
A estatal informou que os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmula contratual negociada com as distribuidoras.
“Os preços de venda do QAV da Petrobras para as companhias distribuidoras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio”, esclareceu.
A Petrobras explica ainda que comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras. As distribuidoras então transportam e comercializam o produto para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos, ou para os revendedores.
Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento.
Trending
- Instituto ProPulmão, na Bahia, aposta em rastreamento precoce no Agosto Branco
- Moraes autoriza busca contra ex-secretário apontado como fonte de jornalista
- MCMV: Sehab inicia nova etapa de verificação documental de pré-selecionados para os Residenciais Montenegro I e II
- Camaçari cria comitê preventivo para elaboração de plano de ação contra impactos do El Niño
- Nova Policlínica de Camaçari amplia oferta de exames e quadro de especialistas
- Brasileiros têm mais de R$ 5,1 bilhões esquecidos em bancos
- INPC registra deflação em julho e acumula alta de 4,10% em 12 meses
- Congresso retoma votações com pauta-bomba de R$ 8,4 bilhões
