
Medida vale para ambientes internos das instituições de ensino, mas uso da proteção na área da saúde permance obrigatório. Universidade estadual mantém recomendação para grupos de risco. Acesso ao campus da Unicamp, em Campinas
Antoninho Perri / Unicamp
O uso de máscara para proteção contra a Covid-19 deixa de ser obrigatório em ambientes internos dos campi e colégios da Unicamp, a partir desta terça-feira (20). A medida foi anunciada pela universidade estadual na semana passada e coloca fim à regra aplicada por dois anos e quatro meses.
A decisão da reitoria não altera o protocolo na área de saúde e, com isso, o uso segue obrigatório em hospitais, ambulatórios, consultórios e outros espaços do setor vinculados à instituição de ensino.
A Unicamp ressaltou que, apesar do fim da exigência, mantém recomendação para uso do equipamento de proteção, sobretudo para os idosos, portadores de comorbidades, imunossuprimidos e pessoas que apresentem sintomas respiratórios.
De acordo com a Coordenadoria Geral, a decisão de suspender a obrigatoriedade do uso de máscara na Unicamp ocorreu após “queda consistente no número de casos de Covid-19 e mortes provocadas pela doença, queda essa verificada em todo o estado de São Paulo”.
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Como está a vacinação?
A Unicamp destacou que fará uma campanha para que servidores e estudantes atualizem dados referentes às doses de reforço contra a Covid-19 nos cadastros internos.
A coordenadora geral da Unicamp, Maria Luiza Moretti, explicou que até semana passada a universidade registrava pelo menos 90% da comunidade acadêmica com as duas doses iniciais da vacina, mas o índice é menor em relação à terceira e quarta doses do imunizante – cerca de 70% dos servidores informaram ter tomado as doses de reforço, e o índice entre alunos estava em 35%.
“Pode até ser que as pessoas tenham tomado as doses de reforço, mas não atualizaram os cadastros internos. Por isso, é importante que façam essa atualização. E se alguém ainda não tomou a dose de reforço, é importante que tome”, destacou na ocasião.
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