• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Lula defende Pix após tarifa dos EUA: “Ninguém vai mudar”

julho 17, 2026

‘Taxação dos EUA é um golpe para o agronegócio baiano’, diz Dr. Marcelo sobre taxação dos EUA

julho 17, 2026

Sobe na guerra, não desce na trégua: por que os preços da gasolina e diesel demoram a cair nos postos

julho 17, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Lula defende Pix após tarifa dos EUA: “Ninguém vai mudar”
  • ‘Taxação dos EUA é um golpe para o agronegócio baiano’, diz Dr. Marcelo sobre taxação dos EUA
  • Sobe na guerra, não desce na trégua: por que os preços da gasolina e diesel demoram a cair nos postos
  • Aluno de escola de aviação morre após ritual de ‘banho de óleo’ no Paraná, e suspeito é preso
  • Governo Trump pode ampliar o tarifaço contra o Brasil de 25% para 37,5% no fim de julho, avalia Planalto
  • Bola da vez, Luiz Caetano recebe Jerônimo Rodrigues, Rui e Wagner em Camaçari para encontro do PGP
  • Moraes assume presidência temporária do STF a partir desta sexta-feira
  • Inscrições para Fies terminam nesta sexta-feira (16)
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Policlínica Camacari
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Policlínica Camacari
Home»Brasil»Governo Trump pode ampliar o tarifaço contra o Brasil de 25% para 37,5% no fim de julho, avalia Planalto
Brasil

Governo Trump pode ampliar o tarifaço contra o Brasil de 25% para 37,5% no fim de julho, avalia Planalto

PatriciaBy Patriciajulho 17, 2026Updated:julho 17, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Por Mariana Assis, Rafaela Rosa, g1 e TV Globo — Brasília

O governo brasileiro reconhece que os Estados Unidos devem aplicar uma tarifa adicional de 12,5% por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

A principal dúvida do governo brasileiro é se uma eventual tarifa aplicada ao fim desse processo será cumulativa à sobretaxa de 25% anunciada pelos americanos na madrugada desta quinta-feira (16).

Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, a decisão sobre a nova tarifa deve ser divulgada na próxima semana.

“[A investigação sobre o trabalho forçado] termina na semana que vem, na sexta-feira que vem. Aí nós vamos ficar sabendo se vai ser cumulativo ou não. Se vamos ter 25% mais 12,5% ou se vamos ter exclusão”, disse Elias durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (16).
EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros

➡️ No mês passado, uma investigação dos Estados Unidos concluiu que a União Europeia e 59 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

🔎 A decisão, que é do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Este é um mecanismo criado pelo Congresso dos EUA que permite ao governo americano investigar países cujas políticas ou práticas sejam consideradas prejudiciais ao comércio, às empresas ou aos exportadores dos EUA.

🔎 É o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras.

Segundo o MDIC, a expectativa é de que a tarifa seja aplicada a todos os países citados na investigação.

"[A expectativa] é que virá para todos, porque essa tarifa da Seção 301 do trabalho forçado os Estados Unidos criaram para substituir aqueles 10% que vão acabar na semana que vem. O que vai cair em 10% para o mundo inteiro eles vão substituir por essa de 10 ou 12,5%", explicou.

🔎 A sequência de mudanças começou com o chamado “tarifaço”, anunciado anteriormente pelo governo Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) — mas a Suprema Corte dos EUA decidiu que essa lei não dava ao presidente autoridade para criar tarifas. Diante da derrota, Trump adotou uma nova estratégia e anunciou uma tarifa global temporária de 10%, para substituir as cobranças que haviam sido derrubadas pelo tribunal.
Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC — Foto: Júlio César Silva/MDIC

Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC — Foto: Júlio César Silva/MDIC

A investigação

Segundo o relatório do governo norte-americano, a prática desses países é “irracional” e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos.

O governo dos EUA estabeleceu dois níveis de sobretaxação:

10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de acordos de comércio recíproco. São eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador.
12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros.

“A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável”, afirmou o embaixador Jamieson Greer. “Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual. Não toleraremos mais.”

Em relação ao Brasil, a investigação concluiu que o país falhou em impor e fiscalizar uma proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado.

De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleBola da vez, Luiz Caetano recebe Jerônimo Rodrigues, Rui e Wagner em Camaçari para encontro do PGP
Next Article Aluno de escola de aviação morre após ritual de ‘banho de óleo’ no Paraná, e suspeito é preso
Patricia

Related Posts

Aluno de escola de aviação morre após ritual de ‘banho de óleo’ no Paraná, e suspeito é preso

julho 17, 2026

Matrículas para cursos técnicos do PROEJA seguem abertas na rede estadual

julho 17, 2026

Brasil bate bicampeã olímpica França na Liga das Nações de vôlei

julho 16, 2026

Mega-Sena acumula para R$ 30 milhões; confira os números sorteados

julho 15, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Política

Lula defende Pix após tarifa dos EUA: “Ninguém vai mudar”

By Patriciajulho 17, 20260

Foto: Divulgação/Reprodução O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o Pix nesta sexta-feira (17/7),…

‘Taxação dos EUA é um golpe para o agronegócio baiano’, diz Dr. Marcelo sobre taxação dos EUA

julho 17, 2026

Sobe na guerra, não desce na trégua: por que os preços da gasolina e diesel demoram a cair nos postos

julho 17, 2026

Aluno de escola de aviação morre após ritual de ‘banho de óleo’ no Paraná, e suspeito é preso

julho 17, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.