• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Ações do Ministério da Educação fortalecem a inclusão de estudantes com autismo

abril 4, 2026

Salvador tem 50% de alunos alfabetizados na idade certa, mas segue abaixo da meta

abril 4, 2026

Médicos reforçam ao STF indicação de nova cirurgia para Bolsonaro

abril 4, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Ações do Ministério da Educação fortalecem a inclusão de estudantes com autismo
  • Salvador tem 50% de alunos alfabetizados na idade certa, mas segue abaixo da meta
  • Médicos reforçam ao STF indicação de nova cirurgia para Bolsonaro
  • Lula pretende anular leilão de gás de cozinha que teve ágio de 118%
  • Presidente do STF rebate relatório dos EUA sobre liberdade de expressão
  • Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa
  • Pé-de-Meia reduz abandono escolar no ensino médio em 43% em dois anos
  • Fifa altera horário da segunda partida do Brasil na Copa do Mundo
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Brasil»Galinho de Brasília honra a tradição do frevo e a paixão pelo futebol
Brasil

Galinho de Brasília honra a tradição do frevo e a paixão pelo futebol

PatriciaBy Patriciafevereiro 17, 2026Updated:fevereiro 17, 2026Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O Galinho de Brasília, bloco tradicional que há 34 anos busca manter viva a tradição do frevo pernambucano no carnaval da capital do país, tem, na edição de 2026, um novo desafio: o de resgatar a paixão antiga do brasileiro pelo futebol.

Tendo como tema “Galinho na Copa: Frevando rumo ao Hexa”, o bloco, que em outros carnavais chegou a movimentar mais de 100 mil pessoas, foi às ruas da capital federal nesta segunda-feira (16) embalado pela Orquestra Marafreboi, conduzida pelo maestro Fabiano Medeiros; e pela Orquestra do Galinho, que tem à frente o maestro Ronald Albuquerque.

“São muitos os tipos de frevo inventados em Pernambuco. É um ritmo tão rico que não é possível ser tocado por qualquer bandinha. São muitos instrumentos e naipes de metal ricos em contratempos. Só bons músicos dão conta de tocar esse ritmo que tanto orgulho causa ao povo de pernambuco”, explica a servidora pública pernambucana Damísia Lima, 52 anos – dos quais 21 em Brasília.

Brasília (DF), 15/02/2026 - Damisia Lima fala com Agência Brasil durante carnaval de rua, bloco Galinho.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Damisia Lima fala com Agência Brasil durante carnaval de rua, bloco Galinho. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Sotaque, refúgio e tradição

Damísia é de Olinda, cidade pernambucana com mais tradição carnavalesca. “Nós pernambucanos temos muito orgulho de nossa cultura e de nossa música. Meu maior medo era perder meu sotaque. Graças a Deus o mantenho até hoje. Não perco nunca o Galinho de Brasília, porque ele é meu refúgio para aguentar passar o ano longe do Recife”, acrescentou em meio a elogios aos frevos de primeira qualidade levados pelos músicos da filial brasiliense.

Os organizadores do bloco estão atentos a essa tradição que tanto encanta velhas e novas gerações de pernambucanos. O diretor administrativo do bloco, Sérgio Brasiel, diz que o carnaval atualmente tem muitas vertentes.

“Hoje vemos diversos outros estilos musicais influenciando o carnaval. Até rock tem. Nossa proposta aqui é a de resgatar a essência do carnaval de Pernambuco. E, como 2026 é ano de Copa do Mundo, aproveitamos para trazer de volta a paixão antiga que o brasileiro tem pelo futebol”, explicou Brasiel, referindo-se ao tema adotado para a atual edição do Galinho de Brasília.

Ele cita os desafios de organizar o evento, especialmente por causa das burocracias impostas para as festas populares.

“O ideal era termos de três a quatro meses para nos dedicar à organização, mas acabamos fazendo isso em apenas 15 dias por conta dessa burocracia. Mas o bom é que deu certo e, depois de toda essa trabalheira, ficamos felizes ao ver a alegria dos nossos foliões”, acrescentou o diretor administrativo do Galinho de Brasília.

Brasília (DF), 15/02/2026 - Organizador do bloco, Sérgio Brasiel fala com Agência Brasil durante carnaval de rua, bloco Galinho.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Organizador do bloco, Sérgio Brasiel. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Experiência carnavalesca

Quem também viveu muito do carnaval de Olinda foi a professora Célia Varejão. Vestindo a camiseta da edição de 1995 do Galinho de Brasília, ela carregava, consigo, uma bandeira de sua terra natal e fazia declarações de amor ao clube do seu coração, o Flamengo.

“Adoro as coisas populares, tanto no carnaval como no futebol. São duas coisas que, se deixam de ser populares, perdem sua essência. Por isso fico indignada com os preços cobrados nos estádios, como fizeram aqui, na final da Supercopa”, acrescentou, referindo-se à partida disputada recentemente em Brasília, entre Flamengo e Corinthians.

Carnaval tranquilo

As duas pernambucanas elogiam a segurança da folia em Brasília. Damísia, inclusive, diz preferir a da capital federal, na comparação com o bloco original pernambucano, o Galo da Madrugada.

“Em Pernambuco é gente demais. Acho que, por ter menos gente, o Galinho de Brasília me possibilita curtir mais a festa. Canso menos e, por isso, consigo ficar mais tempo na festa. A verdade é que minha fase de festas grandes já passou. Prefiro festas como a de Brasília. Até porque o frevo daqui é legítimo”, argumentou a foliã.

Brasília (DF), 15/02/2026 - Benedito Cruz Gomes fala com Agência Brasil durante carnaval de rua, bloco Galinho.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Benedito Cruz Gomes elogia a tranquilidade do carnaval de Brasília. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Essa tranquilidade do carnaval de Brasília agrada também o servidor público Benedito Cruz Gomes, 47. Acompanhado da esposa e de duas filhas, ele diz que “carnaval é coisa de família; um espaço livre para brincadeiras”.

“Há 30 anos eu já frequentava o Galinho de Brasília”, disse o folião que vestia uma fantasia que misturava os heróicos personagens Chapolin Colorado e He Man. “Esse bloco sempre esteve presente na minha vida porque eu moro aqui perto. Agora, está presente também na vida das minhas filhas”, acrescentou.

De volta à brincadeira

Apesar de morar na cidade de Viçosa, em Minas Gerais, o produtor de café Guilherme Fontes, 48, também conheceu as primeiras edições do bloco. “Vim em um dos primeiros Galinho de Brasília, e sempre tenho vontade de voltar, até porque tenho amigos aqui”, disse o cafeicultor.

Ele também elogia o “ambiente tranquilo e familiar” do carnaval brasiliense. “Para mim, carnaval é sinônimo de brincadeira”, disse ele em meio a infindáveis guerras de spray de espuma com a esposa e com crianças filhas de seus amigos.

Outro pernambucano que é frequentador assíduo do Galinho de Brasília é o engenheiro Alex França, 30. Natural de Caruaru, que segundo os pernambucanos é a capital das festas juninas, ele diz que acompanhou muitas das etapas pelas quais o festejo brasiliense passou.

Brasília (DF), 15/02/2026 - Alex França fala com Agência Brasil durante carnaval de rua, bloco Galinho.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Natural de Caruaru, Alex França curte o bloco Galinho. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

“Lembro que, há alguns anos, a estrutura do Galinho de Brasília era mais precária e com menos policiamento. Hoje temos mais segurança por aqui, o que motiva cada vez mais pessoas a frequentarem o bloco”, disse.

34 anos de história

Fundado em 1992 por um grupo de pernambucanos radicados no Distrito Federal, o Galinho surgiu como uma alternativa afetiva para quem não pôde viajar ao Recife para participar do lendário bloco Galo da Madrugada .

Os organizadores do bloco explicam que o primeiro desfile ocorreu “em um contexto econômico adverso, marcado pelo confisco das poupanças, que impediu muitos nordestinos de viajarem para brincar o Carnaval em Pernambuco”.

Segundo eles, a experiência foi tão marcante que, após o Carnaval, os foliões fundaram o Grêmio Recreativo da Expressão Nordestina – GREN Galinho de Brasília, com o objetivo de preservar e difundir as tradições culturais nordestinas na capital federal.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleAcolhimento que protege: PM promove reencontro familiar em Camaçari
Next Article Pé-de-Meia Licenciaturas: cadastro para participar começa amanhã
Patricia

Related Posts

Ações do Ministério da Educação fortalecem a inclusão de estudantes com autismo

abril 4, 2026

Fifa altera horário da segunda partida do Brasil na Copa do Mundo

abril 3, 2026

Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade

abril 2, 2026

‘O que nós fizemos foi dar oportunidade’, diz Lula em celebração dos 21 anos do Prouni e avanços da política de cotas

abril 1, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Ações do Ministério da Educação fortalecem a inclusão de estudantes com autismo

By Patriciaabril 4, 20260

Agência Gov | Via Ministério da Educação O Ministério da Educação (MEC) celebra o Dia Mundial…

Salvador tem 50% de alunos alfabetizados na idade certa, mas segue abaixo da meta

abril 4, 2026

Médicos reforçam ao STF indicação de nova cirurgia para Bolsonaro

abril 4, 2026

Lula pretende anular leilão de gás de cozinha que teve ágio de 118%

abril 4, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.