• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Controle do colesterol deve começar na infância, alerta cardiologista

agosto 11, 2026

Prazo para solicitação de voto em trânsito vai até dia 20 deste mês

agosto 11, 2026

Em Vila de Abrantes, Seduc lança 2ª edição do projeto Conexão Estudantil

agosto 11, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Controle do colesterol deve começar na infância, alerta cardiologista
  • Prazo para solicitação de voto em trânsito vai até dia 20 deste mês
  • Em Vila de Abrantes, Seduc lança 2ª edição do projeto Conexão Estudantil
  • Prefeitura entrega primeira etapa das melhorias do Colégio Municipal São Tomaz de Cantuária
  • MCMV: Sehab convoca segunda lista de pré-selecionados dos Residenciais Montenegro I e II para entrega de documentos
  • Clima e tempo para Camaçari – BA
  • Jovens negros do Rio e da Bahia recebem bolsa para estudar no exterior
  • Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 165 milhões neste domingo
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Saúde»Países da América Latina se manifestam sobre ataque à Venezuela
Saúde

Países da América Latina se manifestam sobre ataque à Venezuela

PatriciaBy Patriciajaneiro 3, 2026Updated:janeiro 3, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Foto: Divulgação/Reprodução

Os governos do Chile, Colômbia e México condenaram o ataque militar dos Estado Unidos contra a Venezuela. Seus líderes defenderam a garantia do direito internacional à Venezuela, incluindo a soberania do país e integridade territorial. A Argentina celebrou o sequestro do presidente Nicolás Maduro, enquanto a Bolívia classificou o governo venezuelano de narcoestado.

Presidente da Colômbia, Gustavo Petro afirmou que o país adota uma posição orientada para a preservação da paz regional e fez um apelo para que as partes envolvidas se abstenham de ações que “aprofundem o confronto e a priorizarem o diálogo e os canais diplomáticos”.

“A Colômbia reafirma seu compromisso inabalável com os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, em particular o respeito à soberania e integridade territorial dos Estados, a proibição do uso ou da ameaça de força e a solução pacífica de controvérsias internacionais. Nesse sentido, o governo colombiano rejeita qualquer ação militar unilateral que possa agravar a situação ou colocar em risco a população civil”, disse Petro, por meio das redes sociais.

Como ação preventiva, ele afirmou que implementou medidas para proteger a população civil, preservar a estabilidade na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela e atender prontamente a quaisquer necessidades humanitárias ou migratórias potenciais, em coordenação com as autoridades locais e agências competentes. “Que Bolívar proteja o povo venezuelano e os povos da América Latina”, finalizou.

Chile

Gabriel Boric, presidente do Chile, pediu uma resolução pacífica, em publicação nas redes sociais. A crise venezuelana, como Boric classificou, deve ser resolvida por meio do diálogo e do apoio ao multilateralismo, e não por meio da violência ou da interferência estrangeira.

“O Chile reafirma seu compromisso com os princípios fundamentais do direito internacional, como a proibição do uso da força, a não intervenção, a solução pacífica de controvérsias internacionais e a integridade territorial dos Estados”, escreveu no X (antigo Twitter).

México

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, condenou o ataque militar estadunidense à Venezuela e publicou, em seu perfil do X, posicionamento citando o Artigo 2, parágrafo 4 da Carta das Organização das Nações Unidas (ONU).

“Os membros da Organização devem abster-se, em suas relações internacionais, da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado ou de qualquer outra forma incompatível com os Propósitos das Nações Unidas”, afirmou.

Argentina

O presidente da Argentina, Javier Milei, em comunicado oficial, disse celebrar “a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por parte do governo dos Estados Unidos da América”. Ele classificou o papel da Venezuela no continente como “inimigo da liberdade” e fez uma comparação com Cuba dos anos 1960.

Os EUA impõem, há mais de 60 anos, um duro bloqueio econômico ao governo cubano com o objetivo de mudar o regime político do país, estabelecido após a Revolução de 1959. O embargo a Cuba é condenado pela maioria dos países. Eles consideram uma violação ao direito internacional.

Bolívia

A Bolívia divulgou nota, por meio do Ministério de Relações Internacionais, dizendo que apoia de “maneira firme e imediata” o povo venezuelano no que classificou de “recuperação de sua democracia”.

O governo boliviano do presidente Rodrigo Paz diz que “considera inadiável o início de uma transição democrática real que ponha fim ao narcoestado, desmonte os mecanismos de repressão e corrupção e restabeleça a legitimidade institucional conforme a vontade soberana do povo venezuelano”.

Entenda

O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste fim de semana marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

O governo de Donald Trump estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem Maduro à prisão.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos – como China e Rússia – além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

Fonte: agência brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleCalor causa 2,6 mil atendimentos de emergência no estado do Rio
Next Article Dólar cai 1% e real tem melhor desempenho do mundo no 1º dia de 2026
Patricia

Related Posts

2 litros de água por dia: especialistas dizem se isso pode salvar seus rins

julho 22, 2026

Mutirão de câncer de cabeça e pescoço identifica 31 novos casos

julho 20, 2026

78,4% dos municípios baianos registraram casos de intoxicação por medicamentos

julho 15, 2026

Prevenção ganha força com cuidados e check-ups organizados entre mulheres

julho 10, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Economia

Controle do colesterol deve começar na infância, alerta cardiologista

By Patriciaagosto 11, 20260

Foto: Divulgação No Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, comemorado neste sábado (8),…

Prazo para solicitação de voto em trânsito vai até dia 20 deste mês

agosto 11, 2026

Em Vila de Abrantes, Seduc lança 2ª edição do projeto Conexão Estudantil

agosto 11, 2026

Prefeitura entrega primeira etapa das melhorias do Colégio Municipal São Tomaz de Cantuária

agosto 11, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.