• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos

abril 11, 2026

Dólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior

abril 11, 2026

Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas

abril 11, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos
  • Dólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior
  • Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas
  • Professores estaduais e municipais do Rio fazem paralisação de 24h
  • Seinfra apresenta à comunidade da Lama Preta programa integrado das obras da Bacia do Rio Camaçari
  • Prefeitura convoca 129 aprovados do concurso público de 2023
  • Prefeitura paga horas excedentes e gratificação dos professores da rede pública municipal
  • Bitcoin sobe com novos desdobramentos das negociações no Oriente Médio
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Educação»Justiça Federal do Rio condena aluna que fraudou sistema de cotas na Unirio
Educação

Justiça Federal do Rio condena aluna que fraudou sistema de cotas na Unirio

uesleiiclone8By uesleiiclone8abril 26, 2024Nenhum comentário3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Ela ainda terá que devolver R$ 8,8 mil aos cofres públicos por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais individuais

Uma aluna do curso de medicina da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) foi condenada à perda da vaga e ao pagamento de indenização por fraudar o sistema de cotas.

A estudante terá que devolver R$ 8,8 mil aos cofres públicos por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais individuais causados à universidade. Além disso, deverá ainda realizar o pagamento de R$ 10 mil por danos morais coletivos destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD).

A condenação da jovem aconteceu após ação do Ministério Público Federal (MPF).

Em 2017, para ingressar na universidade federal, a aluna fez uso do sistema de ações afirmativas destinado a pretos e pardos com renda bruta até 1,5 salário-mínimo, e alegou possuir traços genotípicos pretos herdados do bisavô paterno e ascendência familiar parda, por parte de sua família materna.

Segundo o MPF, por meio do mecanismo de autodeclaração de raça, a aluna burlou o sistema de cotas e a declaração de renda, por ser “fenotipicamente branca e seus pais apresentarem padrão de vida e patrimônio não condizentes com o declarado”. O fenótipo é o conjunto de traços e características físicas do indivíduo.

O ingresso da estudante foi possível, pois, à época, a Unirio não possuía uma Comissão de Heteroidentificação Racial para avaliar o ingresso de novos estudantes.

O mecanismo é uma forma de controle do direito à reserva de vagas, podendo a comissão excluir o candidato quando concluir que o seu fenótipo não se enquadra no grupo racial a que ele declarou pertencer.

Um ano depois, em 2018, com a instalação da Comissão de Heteroidentificação Racial na universidade, a estudante foi reprovada durante o processo de heteroidentificação retroativa para avaliar a informação declarada sobre sua condição de preta ou parda, com base nos traços físicos.

Em sua defesa, ela afirmou não haver previsão de avaliação por banca de heteroidentificação no edital da universidade.

Porém, na ação, o MPF defendeu que a autodeclaração não possui presunção de verdade, não existindo impedimento para que a Unirio revise e anule a matrícula de estudantes que não se enquadram nas políticas de cotas diante de indícios de ocorrência de fraude.

Ainda na ação, o MPF afirmou que a ocupação indevida de vaga reservada às cotas raciais desrespeita o dever do estado e da própria sociedade de construir uma sociedade solidária, reduzir as desigualdades sociais e promover o bem de todos sem preconceito de raças.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleBrasil se aproxima de 4 milhões de casos prováveis de dengue em 2024
Next Article Aneel decide manter bandeira tarifária verde em maio
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Professores estaduais e municipais do Rio fazem paralisação de 24h

abril 11, 2026

Professores da rede de SP fazem paralisação nesta quinta e sexta-feira

abril 9, 2026

Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano

abril 9, 2026

Cadastro da Educação de Jovens e Adultos é destaque da Voz do Brasil desta terça

abril 8, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos

By Patriciaabril 11, 20260

Foto: Pixabay trabalho doméstico com vínculo formal registrou 1.302.792 vínculos ativos, segundo estudo divulgado nesta…

Dólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior

abril 11, 2026

Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas

abril 11, 2026

Professores estaduais e municipais do Rio fazem paralisação de 24h

abril 11, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.