• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

“Tá todo mundo contra mim”, diz Flávio ao abrir campanha em Copacabana

agosto 17, 2026

TSE determina remoção de vídeo que associa Lula ao PCC e ao CV

agosto 17, 2026

Abono salarial: veja quem recebe o último lote nesta segunda-feira

agosto 17, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • “Tá todo mundo contra mim”, diz Flávio ao abrir campanha em Copacabana
  • TSE determina remoção de vídeo que associa Lula ao PCC e ao CV
  • Abono salarial: veja quem recebe o último lote nesta segunda-feira
  • Inscrições abertas para curso de capacitação em IA para mulheres empreendedoras
  • Previsão do Tempo para esta semana em Camaçari (BA)
  • Michelle Bolsonaro registra candidatura ao Senado e tem irmão como suplente
  • ‘EUA fazem guerra e lucram com a morte’: muro de embaixada é pichado em Brasília
  • Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Mundo»‘Quero um pedido de desculpas antes de morrer’, diz idosa sul-coreana obrigada a trabalho forçado no Japão
Mundo

‘Quero um pedido de desculpas antes de morrer’, diz idosa sul-coreana obrigada a trabalho forçado no Japão

uesleiiclone8By uesleiiclone8fevereiro 25, 2023Nenhum comentário3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
‘quero-um-pedido-de-desculpas-antes-de-morrer’,-diz-idosa-sul-coreana-obrigada-a-trabalho-forcado-no-japao
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Governo sul-coreano tenta a todo custo resolver uma desavença histórica entre Coreia do Sul e Japão, mas cenário é complexo e exige cautela das autoridades. Idosa sul-coreana diz que foi obrigada a trabalhos forçados desde a adolescência para a fábrica de aviões da Mitsubishi em Nagoya, no Japão. (foto ilustrativa) O governo sul-coreano oferece indenizações por meio de uma fundação pública nacional, sem obrigar as empresas japonesas a pagarem por suas práticas.
REUTERS/Kyodo
O governo sul-coreano tenta a todo custo resolver uma desavença histórica entre a Coreia do Sul e o Japão. Porém, encerrar as divergências entre os dois países e melhorar as relações entre Seul e Tóquio passa por reparações e pedidos de desculpas que as vítimas sul-coreanas ainda esperam de empresas e do governo japonês pela violência cometida durante a colonização do país, entre 1910 e 1945.
As autoridades sul-coreanas apresentaram um plano para indenizar essas vítimas, mas algumas se recusam a aceitar e exigem um pedido de desculpas formal das autoridades e de empresas japonesas.
É o caso de Yang Geum-deok, que aos 94 anos ainda se lembra do dia em que foi “convidada” por seu professor para ir estudar no Japão. Aos 14 anos, essa sul-coreana deixou o seu país natal, mas não para ir à faculdade. Ela afirma ter sido forçada a trabalhar em uma fábrica de aeronaves.
“Assim como eu, 138 mulheres da minha província de Jeolla foram forçadas a ir para o Japão para trabalhar na fábrica da Mitsubishi, em Nagoya. Não tive a menor chance de estudar, trabalhei quase até a morte e, quando voltei para casa, não tinha recebido salário pelo meu trabalho”, denuncia.
Oito décadas depois, as feridas do passado ainda não cicatrizaram. Em 2018, o Supremo Tribunal sul-coreano obrigou a Mitsubishi a indenizar a idosa, mas a empresa japonesa se recusa a pagar.
Plano de compensação é criticado
Um plano de compensação para as vítimas, anunciado pelo governo sul-coreano no mês passado e que oferece financiamento por meio de uma fundação pública nacional, está longe de ser uma unanimidade entre as vítimas, uma vez que não obriga as empresas japonesas a pagarem pelo que fizeram.
“Quero receber um pedido de desculpas de meus agressores antes de morrer”, pede Yang Geum-deok.
“O que eu experimentei até agora é injusto. E por que a Mitsubishi, que me obrigou a trabalhar e me impediu de estudar, continua me fazendo trabalhar? Tudo o que eu quero agora é um pedido de desculpas sincero”, completa.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous Article‘Vi crianças mortas em escola’: os ‘tanques voadores’ que acirram a sangrenta guerra civil de Mianmar
Next Article Você viu? Imperatriz e Mocidade campeãs, tragédia no litoral, chacina em Sinop, 1 ano de guerra na Ucrânia e o mistério da esfera
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

‘EUA fazem guerra e lucram com a morte’: muro de embaixada é pichado em Brasília

agosto 16, 2026

EUA revogam visto da embaixadora do Brasil

agosto 5, 2026

Irã lança mísseis contra Israel após ataques em Beirute

junho 8, 2026

Trump fica mais encurralado com limitação dos poderes de guerra

junho 5, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

“Tá todo mundo contra mim”, diz Flávio ao abrir campanha em Copacabana

By Patriciaagosto 17, 20260

Foto: Reprodução “Tá todo mundo contra mim.” disse Flávio Bolsonaro neste domingo (16/8), em ato…

TSE determina remoção de vídeo que associa Lula ao PCC e ao CV

agosto 17, 2026

Abono salarial: veja quem recebe o último lote nesta segunda-feira

agosto 17, 2026

Inscrições abertas para curso de capacitação em IA para mulheres empreendedoras

agosto 17, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.