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Home»Economia»PIB recua em 24 das 27 unidades da Federação em 2020, diz IBGE
Economia

PIB recua em 24 das 27 unidades da Federação em 2020, diz IBGE

uesleiiclone8By uesleiiclone8novembro 16, 2022Nenhum comentário6 Mins Read
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Apenas Mato Grosso do Sul e Roraima tiveram variações positivas no PIB naquele ano. PIB recua em 24 das 27 UFs
AFP
O Produto Interno Bruto (PIB) caiu em 24 das 27 unidades da Federação em 2020, frente a 2019, segundo os dados das Contas Regionais 2020, divulgadas nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na semana passada, o IBGE apresentou a revisão do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, de uma queda de 3,9% anteriormente divulgada para uma redução de 3,3%. O movimento faz parte do trabalho rotineiro de incorporar novas pesquisas e fontes externas ao instituto. Nesta quarta-feira, o instituto divulga pela primeira vez os desempenhos regionais.
Em 2020, apenas Mato Grosso do Sul (0,2%) e Roraima (0,1%) tiveram variações positivas no PIB, influenciados principalmente pela agropecuária. Mato Grosso, também com impacto do setor, teve estabilidade.
Todas as demais 24 unidades da Federação tiveram queda, sendo que, em 12 delas, a retração ficou abaixo da média brasileira (-3,3%).
Segundo as Contas Regionais, Rio Grande do Sul teve a maior queda em volume (-7,2%), seguido por Ceará (-5,7%), Rio Grande do Norte (-5%), Espírito Santo (-4,4%), Rondônia (-4,4%) e Bahia (-4,4%).
No Rio Grande do Sul, o resultado foi influenciado pela agricultura, que sentiu impacto da estiagem em 2020, e pelas indústrias de transformação, devido ao segmento de preparação de couros.
Os demais recuos foram em Alagoas (-4,2%), Acre (-4,2%), Pernambuco (-4.1%%), Paraíba (-4,0%), Piauí (-3,5%) e São Paulo (-3,5%).
Oito estados mudaram de posição
Oito unidades da Federação trocaram de posição no ranking de participação no Produto Interno Bruto (PIB) na passagem entre 2019 e 2020.
Ao longo da série histórica, iniciada em 2002, apenas em 2014 e 2016 o número de movimentações de posições foi maior. Segundo o IBGE, isso reflete o impacto diferente da pandemia nas diferentes regiões do país.
São Paulo (31,2%), Rio de Janeiro (9,9%) e Minas Gerais (9%) mantiveram suas posições no ranking no top 3 das maiores economias do país, embora tenham tido queda na participação.
Com ajuda da agropecuária, o Paraná avançou da quinta para a quarta posição. Ao mesmo tempo, o setor também colaborou para a perda do ganho relativo do Rio Grande do Sul na economia do país. O Estado sofreu influência negativa da estiagem em 2020, além das indústrias de transformação, devido ao segmento de preparação de couros.
O Pará, devido ao ganho relativo atrelado às indústrias extrativas, avançou, da 11ª para a 10ª posição, ocupando em 2020 a colocação que até o ano anterior era de Pernambuco.
Mato Grosso, que também se destacou em 2020 pelo desempenho da agropecuária, avançou para a 12ª posição, ultrapassando o Ceará, que caiu para a 13ª posição.
Mato Grosso do Sul subiu uma posição, para a 15ª, enquanto o Amazonas caiu para a 16ª, pois o primeiro elevou sua participação no PIB, de 1,4% para 1,6%, enquanto o segundo manteve-se com 1,5%, entre 2019 e 2020.
“Houve muita troca de posição, muito mais que nos anos recentes. Isso é reflexo do primeiro ano da pandemia e da forma como ela ocorreu, diferentemente entre as unidades da federação”, diz a gerente de Contas Regionais do IBGE Alessandra Poça.
O movimento reflete o impacto da pandemia nos setores com mais ou menos peso na economia dos estados, aponta ela.
“A agropecuária cresceu 4,2%, mas representa cerca de 5% do PIB nacional. Nos estados do Centro-Oeste, chega a 20% do valor adicionado, o que compensou parcialmente a queda nos serviços. O Rio Grande do Sul foi um dos poucos estados onde a agropecuária não colaborou, devido a problemas climáticos”, afirma.
PIB de São Paulo perde participação na economia nacional
O Produto Interno Bruto (PIB) do estado de São Paulo – maior economia do país – caiu 3,5% em 2020, frente a 2019. A queda foi superior à de 3,3% do PIB nacional em igual período.
Com isso, São Paulo perdeu participação na economia brasileira. A fatia, que era de 31,8% em 2019, caiu para 31,2% em 2020.
De acordo com as Contas Regionais, o PIB de São Paulo foi influenciado por perdas nas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados e em alojamento e alimentação.
O valor corrente do PIB de São Paulo em 2020 foi de R$ 2,377 trilhões. É mais de três vezes o valor do segundo colocado no ranking, o Rio de Janeiro, com R$ 753,8 bilhões.
PIB per capita do DF é 2,4 vezes maior que o nacional
O PIB per capita do Brasil, em 2020, foi R$ 35.935,74 e aumentou 2,2% ante 2019. O Distrito Federal manteve o maior PIB per capita (R$ 87.016,16), 2,4 vezes maior que o PIB per capita do país. Na segunda posição aparece São Paulo (R$ 51.364,73), seguido por Mato Grosso (R$ 50.663,19), que ocupou a posição que historicamente pertencia ao Rio de Janeiro.
Apenas Unidades da Federação do Sudeste, Sul e Centro-Oeste apareceram entre os 10 maiores PIB per capita do país. No Centro-Oeste, o Distrito Federal e Mato Grosso foram os que mais avançaram, entre 2002 e 2020, saindo da 11ª para a terceira posição. Mato Grosso do Sul subiu do oitavo para o quinto lugar no ranking. Goiás, caiu da 10ª, em 2002, para a 11ª posição, em 2020.
Na região Sul, Santa Catarina aparece em quarto. Paraná e Rio Grande do Sul ocuparam a sétima e a oitava posição em 2020. Santa Catarina teve PIB per capita mais elevado ao longo da série, por conta da sua menor população, já que seu PIB é menor que o do Paraná e o do Rio Grande do Sul.
No Sudeste, além de São Paulo, segundo maior PIB per capita, Rio de Janeiro ocupa a sexta posição, Espírito Santo a nona, e Minas Gerais a 10ª. O Rio de Janeiro esteve na terceira posição no ranking, entre 2002 e 2019, e em 2020 caiu três posições, ultrapassado por Mato Grosso, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul devido à perda de participação.
Na região Norte, Rondônia registrou a maior posição (12ª), seguida por Amazonas (13ª) e Tocantins (14ª). Rondônia e Tocantins subiram de posições ao longo da série, enquanto o Amazonas teve movimento contrário, caindo da nona para a 13ª posição. Em Roraima, Amapá e Acre recuaram, enquanto o Pará subiu seis posições, do 22ª para a 16ª.
Entre os estados com o menor PIB per capita em 2020, Piauí e Maranhão ocuparam a 26ª e a 27ª posições, respectivamente. Abaixo da 20ª posição no ranking estão quase exclusivamente estados do Nordeste, sendo o Acre (Norte) a única exceção, no 23º lugar.
A Bahia apresentou o maior PIB per capita (R$ 20.449,29) do Nordeste em 2020, ocupando a 18ª colocação no ranking nacional. Em seguida, vêm Rio Grande do Norte (19ª), Pernambuco (20ª), Sergipe (21ª), Alagoas (22ª), Ceará (24ª), Paraíba (25ª) e Piauí (26ª). O Maranhão, com 1,4% do PIB do Brasil e 3,4% da população, ficou na última posição, com PIB per capita de R$ 15.027,69.

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