• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia

fevereiro 5, 2026

Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas

fevereiro 5, 2026

Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos

fevereiro 5, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia
  • Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas
  • Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos
  • Governo vai triplicar incentivo fiscal para socorrer indústria química
  • Bolsa cai mais de 2% em dia de forte correção no mercado
  • Plano Municipal de Redução de Risco é apresentado e fortalece política de prevenção em Camaçari
  • Vitória encara o Palmeiras na Arena Barueri nesta quarta (04)
  • BNDES libera R$ 280 mi para fábrica de bateria da transição energética
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Saúde»Frutose em excesso altera intestino e aumenta risco de diabetes tipo 2
Saúde

Frutose em excesso altera intestino e aumenta risco de diabetes tipo 2

uesleiiclone8By uesleiiclone8abril 5, 2025Updated:abril 5, 2025Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Resultados do estudo se referem ao consumo de frutose adicionada a alimentos ultraprocessados

O consumo excessivo de frutose — comum em dietas com alto teor de alimentos ultraprocessados — modifica a forma como o intestino responde à glicose, aumentando a absorção desse açúcar e comprometendo o controle da glicemia. Essa foi a conclusão de um estudo publicado na revista Molecular Metabolism por pesquisadores da Université Laval (Ulaval), do Canadá, e do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).

Segundo os autores, esses efeitos observados em camundongos precedem a intolerância à glicose e o acúmulo de gordura no fígado, dois fatores ligados ao desenvolvimento do diabetes tipo 2 e da doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica (MASLD, na sigla em inglês). E a absorção intestinal alterada é o gatilho do problema.

No estudo, camundongos foram alimentados durante sete semanas com uma dieta em que 8,5% da energia vinha da frutose — proporção considerada elevada, mas ainda próxima do consumo humano médio. Em apenas três dias, os animais já apresentavam um aumento na capacidade do intestino de absorver glicose, antes mesmo do surgimento da intolerância à glicose. Após quatro semanas, a glicose já não era eficientemente removida do sangue e, ao fim do estudo, observou-se acúmulo de gordura no fígado — condição que pode evoluir para quadros mais graves, como a cirrose.

Curiosamente, mesmo com esses efeitos adversos, os camundongos não desenvolveram resistência à insulina nos músculos ou no tecido adiposo, indicando que o descontrole glicêmico inicial ocorre por alterações no intestino e não por falha na resposta insulínica periférica.

A explicação para esse fenômeno pode estar na ação de um hormônio chamado GLP-2, produzido por células do intestino. Os pesquisadores constataram que o consumo excessivo de frutose eleva os níveis circulantes de GLP-2, substância que estimula o crescimento da superfície intestinal e o aumento da absorção de nutrientes. Ao bloquear o receptor desse hormônio (Glp2r) com uma droga, foi possível impedir o aumento da absorção de glicose, evitando tanto a intolerância quanto o acúmulo de gordura no fígado.

No entanto, a estratégia de bloqueio do Glp2r não é facilmente aplicável a humanos, pois esse mesmo receptor está envolvido na proteção da barreira intestinal contra infecções e inflamações. Isso reforça a complexidade do papel do GLP-2 na saúde metabólica.

“Mostramos que o aumento da absorção de glicose pelo intestino ocorre antes da intolerância à glicose. Isso abre caminho para o uso desse mecanismo como um biomarcador precoce”, disse à Assessoria de Imprensa do ICB-USP Fernando Forato Anhê, professor da Faculdade de Medicina da Ulaval e coordenador da investigação. “O teste de absorção intestinal de glicose é barato, seguro e já utilizado em humanos – bastaria aplicá-lo em um novo contexto.”

Apoiada pela FAPESP por meio de quatro projetos (20/12201-4, 22/14545-8, 20/06397-3 e 22/02829-1), a pesquisa foi conduzida por Paulo H. Evangelista-Silva, doutorando no Programa de Pós-Graduação do Departamento de Biologia Funcional e Molecular do ICB-USP, em coautoria com Eya Sellami, pesquisadora da Ulaval, e Caio Jordão Teixeira, pós-doutorando no Departamento de Fisiologia e Biofísica do ICB-USP.

Na próxima etapa, apoiada pelo Canadian Institutes of Health Research (CIHR), o grupo vai investigar como o microbioma intestinal pode ser manipulado para reduzir os efeitos nocivos do excesso de frutose.

Fruta é aliada
De acordo com Evangelista-Silva, os resultados do estudo se referem ao consumo de frutose adicionada a alimentos ultraprocessados. “Frutas in natura são ricas em fibras, que ajudam a retardar a absorção de glicose e aumentam a saciedade. Além disso, contêm nutrientes benéficos para a saúde intestinal e hepática”, explicou.

A pobreza nutricional dos ultraprocessados, com baixo teor de fibras e altos níveis de açúcares adicionados – como o xarope de milho e o açúcar de cana –, sobrecarrega o organismo. Evangelista-Silva recomenda priorizar alimentos in natura, conforme orienta o Guia Alimentar para a População Brasileira, desenvolvido pelo Ministério da Saúde com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O açúcar de cana-de-açúcar e o xarope de milho são exemplos de açúcares ricos em frutose amplamente utilizados pela indústria em alimentos ultraprocessados. Confira abaixo alguns exemplos:

Refrigerantes e sucos industrializados (mesmo os 100% fruta)
Cereais matinais e barras adoçadas
Biscoitos recheados e doces industrializados
Pães e bolos prontos (como bisnaguinhas e pão de forma)
Chás prontos e bebidas esportivas adoçadas
Molhos industrializados (ketchup, barbecue etc.)
Iogurtes adoçados, sobremesas lácteas e geleias

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleAutismo: quais sinais observar e possíveis causas
Next Article CBF estabelece prazo para anunciar novo técnico da Seleção Brasileira
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Hospital Mont Serrat é referência nacional em Cuidados Paliativos pelo SUS

fevereiro 2, 2026

Pagamento de bolsas dos programas de residência passa a ser feito pelo Ministério da Saúde

janeiro 29, 2026

Anvisa recolhe lote de chocolate Laka por problema na embalagem

janeiro 23, 2026

Ministério da Saúde visita Hospital da Criança de Brasília para apurar situação financeira

janeiro 22, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Justiça

STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia

By Patriciafevereiro 5, 20260

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 13…

Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas

fevereiro 5, 2026

Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos

fevereiro 5, 2026

Governo vai triplicar incentivo fiscal para socorrer indústria química

fevereiro 5, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.