• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Governo bloqueia R$ 1,2 bi do Executivo e R$ 334 mi de emendas

março 31, 2026

PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz

março 31, 2026

Setor privado assume gestão de infraestrura de escolas em Minas Gerais

março 31, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Governo bloqueia R$ 1,2 bi do Executivo e R$ 334 mi de emendas
  • PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz
  • Setor privado assume gestão de infraestrura de escolas em Minas Gerais
  • Leonardo Barchini será o novo ministro da Educação, anuncia Lula 
  • Prefeitura regulamenta dedução de materiais na base de cálculo do ISSQN em Camaçari
  • Com 24 pontos de entrega, Cesta de Páscoa 2026 começa a ser distribuída na sede
  • Pé-de-Meia: beneficiários nascidos em novembro e dezembro recebem hoje
  • DP da Bahia e Baiana de Direito promovem curso gratuito de educação financeira
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Economia»Dólar: economistas citam cenário incerto e não veem continuidade de quedas
Economia

Dólar: economistas citam cenário incerto e não veem continuidade de quedas

uesleiiclone8By uesleiiclone8fevereiro 9, 2025Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Para especialistas, perda recente de valor do dólar está relacionada principalmente com fatores externos

O dólar deve se manter no patamar de R$ 5,80 ao longo de 2025, apesar do recente arrefecimento da moeda entre janeiro e fevereiro, de acordo com economistas ouvidos pela CNN.

A colunista do CNN Money, Solange Srour, classifica como frágil a aparente estabilidade do câmbio após os picos observados no fim do ano passado e, em sua avaliação, a queda do dólar está relacionada essencialmente a fatores externos.

“Não foi um evento doméstico, a aprovação de um pacote fiscal que mudou a percepção dos agentes aqui. […] Me da medo talvez essa estabilidade que não é muito segura”, disse.

Entre os motivos que levaram à queda está o tom mais brando do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as medidas tarifárias adotadas.

Desde 22 de janeiro a divisa norte-americana voltou a fechar abaixo de R$ 6, após ficar mais de um mês acima da cotação e atingir o patamar de R$ 6,30.

Na última sexta-feira (7), o dólar encerrou a sessão cotado a R$ 5,79, com recuo de 0,7% na semana. No início do mês a moeda chegou a recuar para o menor patamar desde novembro, quando caiu a R$ 5,77.

Paloma Lopes, economista da Valor Investimentos, explica que as posturas de Trump afetam os movimentos de cotação do dólar. Com isso, a moeda continuará oscilando conforme o presidente americano implementar sua política comercial.

“Novas tributações ou medidas extremamente protecionistas vão afetar o dólar a todo momento. É um fato que não se pode negar o peso.”

As tarifas impostas sobre o Canadá, China e México não são surpresa para o mercado, uma vez que se tratavam de propostas de campanha do republicano.

Na campanha eleitoral, a promessa era de tarifa de 60% sobre os produtos importados da China e uma tarifa de 10% a 20% sobre os produtos de outros países. A realidade é que o país asiático foi taxado em 10% e, até o momento, somente Canadá e México foram taxados – e tarifas já foram suspensas.

“A amenização no discurso protecionista já foi o suficiente para reduzir a preocupação do mercado e impulsionar moedas emergentes”, destaca Cristiane Quartaroli economista chefe do Ouribank.

Quartaroli destaca também que aspectos internos, como uma não piora no cenário de políticas fiscais, ajudaram a reduzir a cotação da moeda americana.

Um desses fatores seria a alta do juros brasileiro, que atualmente está no patamar de 13,25% ao ano após aumento de 1 ponto percentual em janeiro pelo Banco Central (BC).

“Esse aumento da Selic ante um baixo juro americano faz com que o capital acabe sendo atraído para o Brasil, o que favorece a queda do dólar.”

Beto Saadia, diretor de Investimentos da Nomos, reforça que o aumento da Selic, para frear a inflação, junto com uma sinalização referente a situação fiscal no Brasil contribuem para o recuo do dólar.

“Houve afirmações positivas sobre o compromisso fiscal no país. Nada concreto, mas sinais de comprometimento com a meta de inflação e com o arcabouço fiscal. Declarações que vieram desde o presidente Lula, que mudou de tom, até o novo presidente da Câmara, o Hugo Motta.”

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou em entrevista exclusiva à CNN que vê com “muita preocupação” o assunto.

No mercado, a expectativa é de um câmbio a R$ 6 em 2025. A previsão consta no último Boletim Focus, pesquisa do Banco Central (BC) que coleta projeções do mercado financeiro para a economia.

O temor com o cenário fiscal no Brasil continua elevado. Um dos principais pontos de atenção é a inflação, que segue tendo suas projeções revisadas para cima e deve encerrar o ano em 5,5%, portanto, acima do teto da meta.

Além disso, o mercado também teme pela trajetória da dívida pública e os impactos das contas públicas nos ativos financeiros.

No governo, as apostas são de que a queda do dólar possa arrefecer a inflação, principalmente o preço dos alimentos e combustíveis. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, assim como outros integrantes reforçam essa expectativa.

Além da queda do dólar, o Haddad afirmou que a política de reajuste do salário mínimo e a atualização da isenção da tabela do Imposto de Renda vão melhorar o poder de compra da população e, consequentemente, contribuir para controlar os preços dos produtos alimentícios.

Na terça-feira (11), parte dessas expectativas poderão ser esclarecidas, já que o IBGE divulga a inflação de janeiro. No mercado, a expectativa é de que o IPCA avance 0,20% no período.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleCelulares nas escolas: professores comentam adaptação à nova lei
Next Article Entenda o que pode mudar na Lei da Ficha Limpa
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Prefeitura regulamenta dedução de materiais na base de cálculo do ISSQN em Camaçari

março 31, 2026

Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano

março 30, 2026

Hotéis e pousadas têm até 20 de abril para adotar ficha digital de hóspedes

março 30, 2026

Apesar de guerra, dólar cai 1,27%, e bolsa sobe 3% na semana

março 29, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Governo bloqueia R$ 1,2 bi do Executivo e R$ 334 mi de emendas

By Patriciamarço 31, 20260

Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil/Arquivo O bloqueio de R$ 1,6 bilhão do Orçamento de 2026,…

PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz

março 31, 2026

Setor privado assume gestão de infraestrura de escolas em Minas Gerais

março 31, 2026

Leonardo Barchini será o novo ministro da Educação, anuncia Lula 

março 31, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.