• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Governo bloqueia R$ 1,2 bi do Executivo e R$ 334 mi de emendas

março 31, 2026

PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz

março 31, 2026

Setor privado assume gestão de infraestrura de escolas em Minas Gerais

março 31, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Governo bloqueia R$ 1,2 bi do Executivo e R$ 334 mi de emendas
  • PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz
  • Setor privado assume gestão de infraestrura de escolas em Minas Gerais
  • Leonardo Barchini será o novo ministro da Educação, anuncia Lula 
  • Prefeitura regulamenta dedução de materiais na base de cálculo do ISSQN em Camaçari
  • Com 24 pontos de entrega, Cesta de Páscoa 2026 começa a ser distribuída na sede
  • Pé-de-Meia: beneficiários nascidos em novembro e dezembro recebem hoje
  • DP da Bahia e Baiana de Direito promovem curso gratuito de educação financeira
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Economia»Câmara acata parte das mudanças feitas pelo Senado e aprova marco fiscal, texto vai à sanção de Lula
Economia

Câmara acata parte das mudanças feitas pelo Senado e aprova marco fiscal, texto vai à sanção de Lula

uesleiiclone8By uesleiiclone8agosto 23, 2023Updated:agosto 23, 2023Nenhum comentário5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Duas das emendas aprovadas deixam de fora do limite de despesas do poder Executivo os gastos com o Fundo Constitucional do DF e Fundeb

A Câmara dos Deputados concluiu na noite desta terça-feira (22) a aprovação do projeto de lei da nova regra fiscal, chamada de arcabouço.

A pauta já havia sido aprovada pelos deputados, mas sofreu alterações no Senado e por isso precisava ser analisada mais uma vez pela Câmara.

O projeto visa a criação de uma série de regras que impeçam o aumento explosivo dos gastos do governo federal e determina as punições caso as regras sejam descumpridas (veja mais abaixo).

A Câmara aprovou a nova versão do relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), que integrou ao seu parecer a exclusão do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) da nova regra fiscal, conforme aprovado pelos senadores.

Movimentações da votação
Por 379 votos a favor e 64 votos contra os deputados acolheram as mudanças feitas pelo Senado. Na sequência, eles rejeitaram outras alterações, pelo placar de 423 a 19.

Duas das emendas aprovadas deixam de fora do limite de despesas do poder Executivo os gastos com o FCDF e do Fundeb. A outra emenda apenas faz ajustes de redação.

Os deputados também rejeitaram retirar ciência e tecnologia do limite de despesas.

O que o projeto propõe
O novo marco fiscal é a legislação desenhada pelo governo e apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad em maio para substituir o atual teto de gastos.

Sua função é criar mecanismos que limitem o crescimento dos gastos do governo e, com isso, impeçam o crescimento descontrolado da dívida pública.

Apesar das alterações feitas no Congresso, a essência do projeto original segue mantida: uma regra que casa metas de resultado fiscal com um novo teto de gasto.

Por esse novo teto, as despesas anuais deverão ser reajustadas pela inflação do ano anterior, como era o teto de gastos original, mais um aumento real que deverá ser de, no mínimo, 0,6% a, no máximo, 2,5%.

Dentro dessa banda, a expansão não poderá ser maior do que 70% do crescimento das receitas no ano anterior, sempre consideradas as variações já acima da inflação.

Com isso, o projeto garante que, no geral, os gastos cresçam sempre menos do que a receita.

Isso só não vai acontecer nos anos em que a arrecadação federal crescer menos do que 0,6% (acima da inflação) ou quando cair.

Gatilhos e punições
Entre as principais mudanças que o projeto ganhou em sua primeira apreciação, na Câmara dos Deputados, está o endurecimento das punições previstas caso o governo descumpra as metas de resultado primário anuais.

A versão original do governo federal havia reduzido as exigências e preocupou economistas.

Na versão final do projeto, foram incluídos gatilhos automáticos de contenção de algumas despesas nos anos em que a meta não seja cumprida.

Em um ano em que a meta fiscal não seja cumprida, o governo fica automaticamente proibido de fazer determinadas expansões de despesa, como criar cargos, aumentar programas sociais ou conceder novas isenções tributárias.

Caso não cumpra a meta novamente em um segundo ano consecutivo, a lista de travas se amplia, proibindo também reajustes para servidores e realização de concursos para novas contratações.

O que é a meta que deve ser cumprida
Além dos limites do teto de gasto, o novo regime fiscal resgata o sistema de metas de resultado primário criado pela Lei de Responsabilidade Fiscal em 2000.

Era ela o principal mecanismo de controle das contas públicas até a criação do teto de gastos em 2017.

O resultado primário é o saldo entre o que o governo gasta e o que arrecada, descontados os gastos com juros.

Essas metas são definidas anualmente pelo governo no projeto do Orçamento, podendo ser tanto negativas (déficits) quando positivas (superávits).

A inovação da proposta atual foi incluir bandas de tolerância para essas metas, que serão de 0,25 ponto para mais ou para menos.

Para 2023, por exemplo, a meta de resultado primário proposta por Haddad é de um déficit de -0,50% do PIB, o que significa que o governo deverá concluir o ano com um déficit entre -0,75% e -0,25% do PIB.

Todas as punições previstas serão ativadas sempre que o governo concluir o ano com um saldo pior do que o limite mínimo previsto por essas bandas.

Caso o governo entregue um resultado pior do que o limite mínimo tolerado para o ano (-0,75% em 2023, por exemplo), o limite para o crescimento dos gastos do ano seguinte cai de 70% do aumento das receitas para 50%.

Ou seja, se o aumento das receitas no ano anterior foi de 3%, o aumento dos gastos, em vez de 70% disso — 2,1% —, deverá ser 50% disso, ou 1,5%. Estes aumentos já consideram os reajustes feitos além da inflação, que será sempre garantida.

*Com informações de Juliana Elias.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleSão Paulo deve bater recorde de calor para o mês de agosto nesta quarta, diz previsão
Next Article STF autoriza sargento que assessorou Bolsonaro a ficar em silêncio na CPMI do 8 de janeiro
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Prefeitura regulamenta dedução de materiais na base de cálculo do ISSQN em Camaçari

março 31, 2026

Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano

março 30, 2026

Hotéis e pousadas têm até 20 de abril para adotar ficha digital de hóspedes

março 30, 2026

Apesar de guerra, dólar cai 1,27%, e bolsa sobe 3% na semana

março 29, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Governo bloqueia R$ 1,2 bi do Executivo e R$ 334 mi de emendas

By Patriciamarço 31, 20260

Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil/Arquivo O bloqueio de R$ 1,6 bilhão do Orçamento de 2026,…

PGR recorre de decisão que acaba com aposentadoria compulsória de juiz

março 31, 2026

Setor privado assume gestão de infraestrura de escolas em Minas Gerais

março 31, 2026

Leonardo Barchini será o novo ministro da Educação, anuncia Lula 

março 31, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.