• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

fevereiro 5, 2026

Com voo para Lisboa, São Luís terá primeira rota internacional

fevereiro 5, 2026

Jornada Pedagógica 2026 inicia ano letivo com foco no diálogo e na colaboração educacional

fevereiro 5, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia
  • Com voo para Lisboa, São Luís terá primeira rota internacional
  • Jornada Pedagógica 2026 inicia ano letivo com foco no diálogo e na colaboração educacional
  • Centro Administrativo de Camaçari receberá Hemóvel para doação de sangue
  • STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia
  • Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas
  • Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos
  • Governo vai triplicar incentivo fiscal para socorrer indústria química
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Economia»Discutir incentivos e desonerações para o setor de serviços de forma ampla ‘não faz sentido’, diz Appy
Economia

Discutir incentivos e desonerações para o setor de serviços de forma ampla ‘não faz sentido’, diz Appy

uesleiiclone8By uesleiiclone8março 10, 2023Nenhum comentário3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
discutir-incentivos-e-desoneracoes-para-o-setor-de-servicos-de-forma-ampla-‘nao-faz-sentido’,-diz-appy
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Tema ainda é considerado sensível entre empresários; expectativa é que grupo de trabalho entregue o primeiro relatório sobre a reforma em maio. Bernard Appy
Fabio Tito/g1
O secretário extraordinário da reforma tributária no Ministério da Fazenda, Bernard Appy, afirmou nesta sexta-feira (10) que debater incentivos e desonerações para o setor de serviços de forma ampla “não faz sentido”.
“Tratamento diferenciado para o setor de serviços é uma decisão do parlamento, mas é preciso tomar muito cuidado. Um dos objetivos do novo modelo é reduzir o custo líquido para o tomador de serviços e para o consumidor”, disse.
“Então, é óbvio que terão algumas questões [de incentivos e desonerações] nos setores de saúde e educação, mas discutir isso para todo o setor de serviços de forma ampla não faz sentido algum”, afirmou Appy.
O secretário foi questionado sobre incentivos ao setor por empresários durante um evento sobre o tema, promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) nesta sexta-feira (10).
Apesar de Appy já ter defendido que o ideal seria um modelo com o “mínimo possível de exceções” ao novo imposto sobre o consumo, o tema ainda é tido como sensível entre empresários. As exceções são os benefícios fiscais concedidos a setores e segmentos da sociedade.
Bernard Appy fala ao Jornal da Globo sobre reforma tributária
A preocupação, de acordo com executivos, é que com a implementação de uma alíquota única alguns setores acabem pagando mais impostos, enquanto outros segmentos tenham a carga tributária reduzida.
“A reforma tributária tem um impacto muito positivo sobre o crescimento do país. E quando incorporamos esse cenário, todos os setores da economia são beneficiados. Sabemos que o Congresso ainda deve discutir as exceções, mas todos os setores seriam beneficiados de qualquer forma”, explicou Appy.
“Então ou entendemos que é um jogo de ganha-ganha ou não tem sentido estar discutindo reforma tributária. Queremos a reforma para corrigir problemas que impedem o país de crescer e não apenas para fazer uma simplificação do sistema atual”, completou o secretário.
Segundo o deputado Reginaldo Lopes (PT), coordenador do grupo de trabalho da reforma tributária, a expectativa é de entregar o primeiro relatório sobre o tema em 16 de maio.
E a ideia é que a reforma seja tratada em duas fases: a primeira serviria para a implementação do imposto único sobre consumo — o chamado IVA (Imposto sobre o Valor Agregado) —, enquanto a segunda fase debateria um modelo de tributação sobre a renda e o patrimônio.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleNova Nissan Frontier: a parceira ideal e a mais útil ferramenta de trabalho para o agricultor
Next Article Quem é Isaac Amendoim, influencer que vai interpretar Chico Bento no cinema
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

fevereiro 5, 2026

Bolsa cai mais de 2% em dia de forte correção no mercado

fevereiro 5, 2026

BNDES libera R$ 280 mi para fábrica de bateria da transição energética

fevereiro 4, 2026

Sedap inicia recadastramento do Mais Pesca com atendimento em Arembepe

fevereiro 4, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Economia

Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

By Patriciafevereiro 5, 20260

Foto: Divulgação/ONG Viva Rio / Agência Brasil Há cerca de quatro anos, a designer Ligia…

Com voo para Lisboa, São Luís terá primeira rota internacional

fevereiro 5, 2026

Jornada Pedagógica 2026 inicia ano letivo com foco no diálogo e na colaboração educacional

fevereiro 5, 2026

Centro Administrativo de Camaçari receberá Hemóvel para doação de sangue

fevereiro 5, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.