
Na comparação com dezembro, endividamento se manteve estável no país e a proporção de consumidores que se consideram muito endividados chegou ao menor patamar em um ano. Endividamento das famílias bate recorde em abril
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Levantamento divulgado nesta quarta-feira (8) pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostra que o endividamento se manteve estável em janeiro na comparação com dezembro. No entanto, a proporção de brasileiros com dívidas atrasadas há mais de três meses atingiu o maior patamar desde abril de 2020.
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De acordo com a CNC, 78% das famílias brasileiras tinham dívidas a vencer em janeiro, mesma proporção registrada no mês anterior. Desse total, 16,9% consideravam-se muito endividados, a menor proporção para o indicador desde janeiro de 2022.
Na comparação com janeiro do ano passado, o endividamento avançou 1,9 ponto percentual. Mas, segundo a entidade, o indicador vem perdendo fôlego desde novembro.
“A evolução positiva do mercado de trabalho, as políticas de transferência de renda e a inflação mais moderada nos últimos meses são fatoreis que explicam o freio no endividamento. Na prática, eles melhoraram a renda disponível”, avaliou a CNC.
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