• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia

fevereiro 5, 2026

Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas

fevereiro 5, 2026

Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos

fevereiro 5, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia
  • Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas
  • Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos
  • Governo vai triplicar incentivo fiscal para socorrer indústria química
  • Bolsa cai mais de 2% em dia de forte correção no mercado
  • Plano Municipal de Redução de Risco é apresentado e fortalece política de prevenção em Camaçari
  • Vitória encara o Palmeiras na Arena Barueri nesta quarta (04)
  • BNDES libera R$ 280 mi para fábrica de bateria da transição energética
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Mundo»‘Não há mais espaço!’: três anos após primeira morte por Covid, China enfrenta nova onda e tem crematórios lotados
Mundo

‘Não há mais espaço!’: três anos após primeira morte por Covid, China enfrenta nova onda e tem crematórios lotados

uesleiiclone8By uesleiiclone8janeiro 11, 2023Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
‘nao-ha-mais-espaco!’:-tres-anos-apos-primeira-morte-por-covid,-china-enfrenta-nova-onda-e-tem-crematorios-lotados
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Número oficial de mortos pela doença continua baixo, pois governo chinês optou por não publicar estatísticas. Um homem carrega um caixão em Pequim no sábado, 17 de dezembro de 2022
AP – Ng Han Guan
Em 11 de janeiro de 2020, a China anunciava sua primeira morte por Covid-19 em Wuhan, na província Hubei: um homem de 61 anos. Três anos depois, o país enfrenta uma onda da variante Omicron sem precedentes, com crematórios lotados e profissionais sendo contratados às pressas para cuidar dos cadáveres. Mas o número oficial de mortos pela doença continua baixo, já que o governo chinês optou por não publicar estatísticas sobre o assunto.
Compartilhe no WhatsApp
Compartilhe no Telegram
As autoridades de saúde chinesas informaram nesta quarta-feira (11) que “não há necessidade” de insistir, por enquanto, no número preciso de mortes relacionadas à Covid, após críticas da OMS à imprecisão dos dados de Pequim.
“No momento, não acho necessário investigar a causa (da morte) para cada caso individual”, disse o epidemiologista Liang Wannian.
“A principal tarefa durante a pandemia é tratar os pacientes”, insistiu Liang, chefe do grupo de especialistas contra a Covid mobilizado pela Comissão Nacional de Saúde, que atua como um ministério.
Hospitais na China estão lotados por causa da Covid-19
A China poderá determinar o número de mortes observando o excesso de mortalidade após assa nova onda, sugeriu Wang Guiqiang, chefe do departamento de doenças infecciosas do Hospital nº1 da Universidade de Pequim, em coletiva de imprensa.
Segundo dados oficiais, apenas 37 mortes relacionadas à Covid foram registradas na China desde o mês passado, em uma população de 1,4 bilhão de habitantes. 
Pequim também revisou sua metodologia para contabilizar as mortes por Covid em dezembro. Desde então, apenas as pessoas que morreram diretamente de insuficiência respiratória ligada ao coronavírus serão incluídas nas estatísticas.
“Se puder ser alcançado um consenso a nível global (sobre a classificação de uma morte por Covid), seria melhor. Se não for possível, então cada país fará uma classificação de acordo com a sua própria situação”, alegou Liang Wannian.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou esta nova definição chinesa de morte por Covid na semana passada, considerando-a “muito limitada”.
LEIA TAMBÉM
Adenocarcinoma: entenda o câncer de intestino descoberto por Preta Gil
850 crianças e adolescentes morreram de Covid no Brasil em 2022, aponta Ministério da Saúde
Brasil tem média de 114 mortes por Covid; total de óbitos passa de 695 mil
Agências funerárias contratam extras
Muitas metrópoles chinesas relataram ter passado do pico de infecções, mas pacientes positivos em estado crítico continuam a lotar pronto-socorros e UTIs de hospitais e os crematórios estão saturados.
Algumas agências funerárias são obrigadas a recorrer a trabalhadores temporários. “Na verdade, está cheio!”, disse à RFI um desses profissionais extras, que trabalhou por duas semanas em uma das maiores funerárias de Xangai.
“Não há mais espaço! Na funerária onde trabalhei, podemos preservar até 4.000 corpos. Mas a taxa de cremação não acompanha. Às vezes, chegam de 700 a 800 cadáveres em um único dia. No entanto, apenas 50 a 60 corpos podem ser cremados. São dez fornos no total. Eu era responsável por um deles. Uma fornalha pode queimar apenas 5 ou 6 cadáveres por dia. Portanto, você deve ser paciente e, às vezes, esperar 15 dias antes de uma vaga ficar disponível”, explica.
“Um dos meus colegas ficou apenas meio dia”, disse o agente funerário. “Ele não suportava o cheiro de corpos em decomposição. Os cadáveres ficam muito tempo na câmara fria e estão se decompondo. O cheiro é difícil de suportar. Você provavelmente já viu as imagens dessas pessoas mortas caídas no chão em hospitais. Também não há mais espaço lá. No auge da epidemia, ocorreriam de 60 a 70 mortes por dia em alguns hospitais”, afirma.
Zonas rurais
Com a grande migração dos feriados do Ano Novo Lunar, em 22 de janeiro, a preocupação chegou também às zonas rurais do país. A mídia estatal chinesa afirma que os sistemas de saúde e o abastecimento rural de medicamentos foram fortalecidos. De acordo com a agência da Nova China, 23.000 instituições médicas de nível distrital, 35.000 hospitais municipais e 599.000 clínicas de aldeia formam “um sistema de proteção de saúde colaborativo e eficiente, para que os pacientes rurais possam desfrutar de serviços médicos em muitos níveis”. 
Isso, no entanto, não impediu que algumas aldeias fossem submersas pela maré de Covid, relata o canal de TV Bloomberg. Uma situação ainda mais difícil para as famílias que enfrentam casos de morte por Covid, que se tornaram um tabu. 
Xu perdeu a avó de 93 anos no início de dezembro de complicações de doenças anteriores, logo após pegar Covid.
“Claro que você não pode dizer se é uma morte por Covid ou pneumonia viral, é impossível! Todos os hospitais recusam! Eles não lhe dão um atestado de óbito se você disser isso. É melhor evitar, sabendo que hoje é difícil encontrar um lugar para colocar os mortos. Conseguimos um lugar no porão de um hospital, porque a morte ocorreu no início de dezembro. Depois disso, teria sido difícil encontrar um lugar”, diz Xu.
A Covid não é especificada nos atestados de óbito, por isso, as mortes nas estatísticas oficiais permanecem subestimadas.
Testagem
A OMS afirma que a Europa não deve se preocupar com a epidemia na China. Mas há apenas duas semanas, a organização se queixou da falta de transparência por parte das autoridades chinesas.
Em relação ao sequenciamento, segundo as autoridades de saúde, três hospitais em cada região e província são responsáveis ​​por fazer leituras, testando seus pacientes positivos para construir o banco de dados, enquanto os rastreamentos massivos, como estavam acostumados os chineses, também foram excluídos.
“Na China, há um ou dois meses, cidades inteiras estavam sendo testadas para Covid por meio de PCRs quase diários”, explica Been Cowling, epidemiologista da escola de saúde da Universidade pública de Hong Kong. 
“Agora os exames acabaram. Mesmo no hospital, as pessoas com sintomas respiratórios graves não são testadas. Por isso não há muitas informações sobre o número de infecções. Mas não acho que seja uma questão de transparência. Não estão sonegando informações. Só que não fazem mais os testes. É uma pena porque a China tem capacidade para isso”, diz. 
De acordo com modelos matemáticos baseados principalmente na rapidez da contaminação, essa primeira onda epidêmica na China, que se seguiu ao abandono da política de Covid Zero em dezembro, pode representar entre 300.000 e 1,6 milhão de mortos no país.
VÍDEOS: Ciência e Saúde

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleEntenda o que é NOTAM, o ‘twitter da aviação’ que apresentou falha sem precedentes e parou milhares de voos nos EUA
Next Article Ucrânia: grupo Wagner reivindica conquista de cidade estratégica de Soledar; Kiev desmente
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Países europeus respondem ameaças de Trump e reforçam defesa à Groenlândia

janeiro 19, 2026

Assembleia Nacional da Venezuela anuncia libertação de presos

janeiro 9, 2026

França suspende importação de frutas da América do Sul por uso de agrotóxicos

janeiro 5, 2026

Cem turistas brasileiros deixaram a Venezuela após ataque dos EUA

janeiro 4, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Justiça

STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia

By Patriciafevereiro 5, 20260

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 13…

Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas

fevereiro 5, 2026

Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos

fevereiro 5, 2026

Governo vai triplicar incentivo fiscal para socorrer indústria química

fevereiro 5, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.