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Home»Mundo»Guerra Rússia x Ucrânia: por que taiwaneses estão lutando no conflito
Mundo

Guerra Rússia x Ucrânia: por que taiwaneses estão lutando no conflito

uesleiiclone8By uesleiiclone8dezembro 13, 2022Nenhum comentário5 Mins Read
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guerra-russia-x-ucrania:-por-que-taiwaneses-estao-lutando-no-conflito
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Um pequeno número de pessoas, que vê paralelos com a situação da ilha, resolveu viajar para lutar no conflito que acontece no Leste Europeu. Tseng Sheng-guang morreu no mês passado enquanto lutava na Legião Estrangeira da Ucrânia
GETTY IMAGES/via BBC
Em uma igreja na cidade de Lviv, no oeste da Ucrânia, a mãe de Tseng Sheng-guang vê pela última vez o seu filho, quando o corpo do jovem foi colocado em um caixão.
Ela se juntou a outros parentes e vários ucranianos que desejavam prestar homenagem a um homem que morreu a milhares de quilômetros de casa, lutando por um país que nunca havia visitado antes.
“Sheng-guang, meu filho, quero que saiba que você foi muito corajoso”, disse ela mais tarde. “Você sempre será meu bebê e estou orgulhosa de você.”
Tseng, de 25 anos, estava lutando com as forças de defesa territorial da Legião Internacional da Ucrânia quando foi morto no mês passado na cidade de Lyman. Ele foi o primeiro taiwanês a morrer lutando na Ucrânia.
Em um comunicado divulgado após a morte, o Ministério das Relações Exteriores de Taiwan disse que Tseng “deu sua vida à luta pela liberdade da Ucrânia”.
Milhares de soldados estrangeiros viajaram para o país com o objetivo de participar do conflito. O número de taiwaneses entre eles é pequeno, estimado em cerca de dez.
Mas a invasão russa repercutiu na ilha autogovernada do outro lado do mundo. A China reivindica Taiwan como parte de seu território e disse que o unificará pela força, se necessário. Taiwan se vê como independente.
As tensões no Estreito de Taiwan aumentaram de forma acentuada após a visita da política americana Nancy Pelosi em agosto, o que enfureceu Pequim. A China respondeu com exercícios militares ao redor da ilha.
Sammy Lin, que fez amizade com Tseng por meio de plataformas online, disse que ele estava preocupado que Taiwan pudesse um dia sofrer o mesmo destino que a Ucrânia.
“Lembro-me dele dizendo a amigos que não podia ficar parado enquanto o povo ucraniano estava sendo abusado e morto pelos russos”, afirmou.
Tseng foi “uma das pessoas mais justas” que Sammy diz já ter conhecido.
Taiwan tem serviço militar obrigatório, o que torna aqueles que o completam elegíveis para ingressar na legião estrangeira da Ucrânia.
Jack Yao, de 28 anos, também estava entre os que decidiram ir. Ele chegou à Ucrânia três dias depois que o presidente Volodymyr Zelensky apelou para que voluntários estrangeiros se juntassem à luta. Yao viajou de Taipei para a Polônia e depois seguiu em direção à capital Kiev.
“Eu estava olhando para a situação do ano passado, especialmente com os russos levando muitos soldados e tanques para a fronteira com a Ucrânia. Ninguém acreditava que isso iria acontecer”, disse ele à BBC.
“A situação aqui é similar a de Taiwan. Eu estava pensando o que poderia fazer para apoiar a Ucrânia.”
Ele se juntou à Legião Estrangeira da Geórgia e foi encarregado de missões de reconhecimento e de combate corpo a corpo. Quando ele chegou, os russos ainda tentavam tomar Kiev.
“Houve muitos ataques com bombas e foguetes, porque os russos estavam em Bucha”, diz ele, referindo-se à cidade ao norte da capital.
“Eu tinha uma missão e vi nossos homens mortos em uma explosão. A quase 50 metros de distância, a bomba caiu atrás deles.”
Durante o tempo livre, ele discute sobre Taiwan com os demais membros de sua unidade militar.
“Um colega viveu em Taiwan por dois anos e conhecia a situação. Taiwan e Ucrânia são como irmãos. É 100% a mesma coisa. Eles estavam me dizendo que você não pode morrer aqui porque tem que voltar e proteger sua pátria”, afirmou.
Embora Yao tenha retornado a Taiwan, outros permaneceram na Ucrânia. Em um vídeo recente para uma instituição de caridade, dois taiwaneses explicaram os motivos da decisão.
“A principal razão pela qual viemos para cá é defender a segurança dos ucranianos”, dizem eles, enquanto seguram uma bandeira de Taiwan.
“Também temos medo de que, se a Rússia vencer, a China faça o mesmo com Taiwan. Portanto, estamos dispostos a ir à Ucrânia para sacrificar nossas vidas e a liberdade pela segurança das pessoas daqui.”
Ainda assim, nem todos os taiwaneses que foram para a Ucrânia tinham preocupações geopolíticas em mente. Em junho, Li Chenling disse ao serviço chinês da BBC que estava lá porque queria viver uma “vida memorável”.
Se Taiwan fosse invadida, acrescentou, sua vontade de lutar dependeria da resposta do governo local e dos Estados Unidos.
O presidente dos EUA, Joe Biden, repetiu recentemente que o país defenderia Taiwan no caso de um ataque da China. No entanto, a política oficial de Washington é de “ambiguidade estratégica” — ou seja, não se compromete a defender Taiwan, mas também não descarta essa opção.
No mês passado, Biden disse que não acreditava que uma invasão chinesa de Taiwan estivesse iminente. A afirmaçao foi feita logo após uma reunião cara a cara com o presidente chinês, Xi Jinping, antes da cúpula do G20 em Bali, na Indonésia.
Os pontos de vista do público taiwanês em geral sobre a probabilidade de conflito são confusas, diz Paul Huang, do Fórum de Opinião Pública de Taiwan.
“Curiosamente, mais pessoas parecem indicar que não estão preocupadas”, disse ele à BBC.
“Como vimos na Ucrânia, o quanto as pessoas estão preocupadas com uma determinada coisa não tem relação com a probabilidade desse evento acontecer, nem diz nada sobre a preparação para isso”, acrescentou.
No entanto, a maioria dos taiwaneses não acredita que a ilha seja capaz de resistir à China por tanto tempo quanto a Ucrânia resiste à Rússia, avalia o especialista.
Enquanto lamentava, a mãe de Tseng disse que a decisão de seu filho de lutar ao lado de outros pela Ucrânia lhe deu certo conforto.
“Encontro muito consolo sabendo que, embora eu esteja sofrendo, nos últimos momentos de sua vida, Sheng-guang lutou ao lado de um grupo dos mais bravos guerreiros, que eles se apoiaram e estiveram juntos na vida e na morte.”

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