
Em nota, o Itamaraty afirmou que as decretadas pelo presidente Pedro Castillo, são ‘incompatíveis com o arcabouço normativo constitucional daquele país, representavam violação à vigência da democracia e do Estado de Direito’. Congresso peruano vota impeachment de Pedro Castillo
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil (conhecido como Itamaraty) divulgou uma nota na qual afirma que o governo acompanha com preocupação “a situação política interna no Peru que levou à destituição constitucional do presidente Pedro Castillo pelo Congresso e à sua sucessão pela vice-Presidente Dina Boluarte”.
Castillo, que enfrentava um processo de impeachment, decretou estado de exceção e deu ordem para fechar o Congresso e convocar eleições.
No Peru há a possibilidade de o presidente dissolver o Congresso, mas em um caso específico: quando os deputados derrubam dois gabinetes (ou seja, conjunto de ministros). Não era o caso.
Foto de 18 de novembro de 2022 mostra a então vice-presidente do Peru, Dina Ercilia Boluarte Zegarra, em um evento com lideranças econômicas internacionais na Tailândia
Rungroj Yongrit/Reuters
O Itamaraty afirmou que as medidas adotadas no dia de hoje, 7 de dezembro, pelo presidente Pedro Castillo, são “incompatíveis com o arcabouço normativo constitucional daquele país, representavam violação à vigência da democracia e do Estado de Direito”.
“O Governo brasileiro manifesta sua disposição de seguir mantendo as sólidas relações de amizade e cooperação que unem os dois países e deseja êxito à Presidente Dina Boluarte em sua missão como chefe do Estado peruano”, termina a nota.
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