
Insetos regurgitam o néctar das flores para retirar a umidade; g1 pega estrada e mostra de perto o trabalho duro que acontece na colmeia até o doce ficar pronto. De onde vem o que eu como: Mel
Do lanche fit de Ivete Sangalo, que é criadora de abelhas, até o chá da vovó: o mel é opção para adoçar receitas de forma saudável. Mas o doce não existiria sem o trabalho duro desses insetos que voam por aí colhendo o néctar nas flores e precisam até regurgitar o produto para tudo dar certo.
A equipe do g1 foi até duas cidades do interior de São Paulo, Itapira e Campinas, ver as colmeias de perto e conferir como que é esse processo. No vídeo acima, você aprende por que o sabor do mel pode variar e que alguns podem ser até venenosos.
Isso acontece se as plantas que deram origem ao néctar tiverem substâncias tóxicas, caso do “mad honey”, que é alucinógeno e deixou um filhote de urso desorientado na Turquia.
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Mas que história é essa da abelha “vomitar” o néctar para fazer mel?
Quando ele é colhido das flores, o mel tem uma densidade aquosa. Para ficar com a consistência que a gente conhece, as abelhas precisam retirar a maior parte da umidade do líquido. Para isso, elas regurgitam e batem as asas para ventilar a colmeia. Assim, o mel pode durar anos sem estragar.
O Brasil é o quinto maior produtor de mel do mundo. Em 2021, foram mais de 55 mil toneladas. As abelhas brasileiras são reconhecidas por serem resistentes, mas enfrentam o desafio de sobreviver aos agrotóxicos lançados de forma incorreta nas lavouras.
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Créditos do “De onde vem o que eu como”
Coordenação editorial: Luciana de Oliveira
Edição e finalização: Gustavo Wanderley
Narração: Marih Oliveira
Reportagem: Vivian Souza
Roteiro: Vivian Souza, Tatiana Caldas e Marih Oliveira
Coordenação de vídeo: Tatiana Caldas e Mariana Mendicelli
Coordenação de arte: Guilherme Gomes
Direção de arte e ilustrações: Gabs, Vitória Coelho, Luisa Blanco e Wagner Magalhães
Fotografia: Fabio Tito
Imagens de apoio: Ricardo Barbosa, Onildo Nunes e Cristiano Menezes
Motion: Vitória Coelho e Verônica Medeiros
Motorista: Ricardo Barbosa
Agradecimento: Associação Brasileira dos Estudos de Abelhas (A.B.E.L.H.A)
Caixa de reprodução das abelhas.
Fabio Tito / g1
Processo de embalagem do mel na fábrica Baldoni.
Fabio Tito / g1
Mel chegando na fábrica Baldoni, para embalagem.
Fabio Tito / g1
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