
Petrobras decidiu pela distribuição antecipada de dividendos. Guilherme Estrella pede que sejam feitos estudos para comprovar que a medida não compromete a competitividade da empresa. A então presidente Dilma Rousseff em solenidade na Petrobras com o geólogo Guilherme Estrella
Roberto Stuckert Filho/ Presidência da República
Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras, entrou com uma ação na Justiça para bloquear o pagamento de dividendos anuciado pela empresa.
Em um comunicado ao mercado na sexta-feira (4), a Petrobras informou que Estrella, que foi diretor da companhia nos governos do PT, solicitou o bloqueio de R$ 32,1 bilhões em dividendos que seriam pagos antecipadamente ao governo federal, conforme foi aprovado em julho.
Estrella pede que sejam feitos estudos para comprovar que a distribuição de dividendos não compromete a competitividade da empresa. A Petrobras não respondeu imediatamente a um pedido de comentário, fora do horário comercial normal, feito pela reportagem.
A empresa enfrenta a discussão sobre sua política de pagamento de dividendos, em um período de lucros crescentes alimentados por preços mais altos do petróleo.
Na sexta-feira, procuradores do Tribunal de Contas da União (TCU) pediram a suspensão do pagamento antecipado de dividendos de cerca de R$ 43,7 bilhões anunciados pela Petrobras na semana passada, devido a um lucro mais forte do que o esperado no terceiro trimestre.
De acordo com cálculos da Reuters, o valor supera de longe os dividendos pago pelas principais petroleiras ocidentais.
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