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Comando Geral Da Noticia

Home»Mundo»150 pessoas morrem em dois dias de confrontos tribais no Sudão
Mundo

150 pessoas morrem em dois dias de confrontos tribais no Sudão

uesleiiclone8By uesleiiclone8outubro 21, 2022Nenhum comentário2 Mins Read
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Questões não resolvidas de terra e cidadania e militarização de grupos tribais têm causado cada vez mais conflitos no país. Protesto contra o governo exigindo o retorno ao governo civil na capital do Sudão, Cartum, em outubro de 2022
AFP
Pelo menos 150 pessoas, incluindo mulheres e crianças, morreram nos últimos dois dias como resultado de confrontos entre tribos em Nilo Azul, no sul do Sudão. Segundo informações divulgadas pelo hospital da cidade Wad al Mahi, nesta quinta-feira (20), outras 86 sudaneses ficaram feridos, a maioria por queimaduras.
Embora, em 2020, grupos rebeldes nas regiões de Darfur, Kordofan e Nilo Azul tenham assinado acordos de paz, os combates tribais têm aumentado constantemente nessas áreas do Sudão.
Segundo a ONU, em Nilo Azul, confrontos tribais por disputas de terra em julho e um surto em setembro, resultando em 149 pessoas mortas e quase 65.000 deslocadas no início deste mês. Essa violência foi renovada há uma semana, em 13 de outubro, com combates envolvendo as tribos hausa e hamaj, além de outras na área de Wad Almahi, durante vários dias, disse a organização.
Este surto de violência teve origem numa mobilização nacional dos hausa, com ataques a edifícios administrativos, para denunciar a discriminação que lhes foi imposta pela aplicação de leis tribais ancestrais. Esse direito consuetudinário proíbe os hausas, os últimos a chegarem ao Nilo Azul, de possuir terras.
No início desta semana, a violência explodiu em outra província do sul, Kordofan Ocidental, após uma disputa tribal por terras. Os militares sudaneses acusaram o grupo rebelde liderado por Abdelaziz al-Hilu, que não assinou o acordo de paz em 2020, de agravar o conflito. O grupo, por sua vez, acusou as Forças de Apoio Rápido paramilitares.
A ONU disse que pelo menos 36.500 fugiram da área e que 19 pessoas foram mortas e 34 feridas.
Analistas atribuem a luta a questões não resolvidas de terra e cidadania, bem como à militarização de grupos tribais. Os conflitos ameaçam desestabilizar ainda mais o país que está em turbulência política e econômica desde que os militares tomaram o poder e dissolveram um governo liderado por civis há um ano.
“A paz sustentável não será possível sem um governo crível totalmente funcional que priorize as necessidades das comunidades locais, incluindo a segurança, abordando as causas profundas do conflito”, disse a missão especial da ONU em um tweet comentando os incidentes em ambos os estados.

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