• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia

fevereiro 5, 2026

Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas

fevereiro 5, 2026

Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos

fevereiro 5, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia
  • Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas
  • Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos
  • Governo vai triplicar incentivo fiscal para socorrer indústria química
  • Bolsa cai mais de 2% em dia de forte correção no mercado
  • Plano Municipal de Redução de Risco é apresentado e fortalece política de prevenção em Camaçari
  • Vitória encara o Palmeiras na Arena Barueri nesta quarta (04)
  • BNDES libera R$ 280 mi para fábrica de bateria da transição energética
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Mundo»Bloqueios de internet dificultam apoio de iranianas no exterior aos protestos em seu país
Mundo

Bloqueios de internet dificultam apoio de iranianas no exterior aos protestos em seu país

uesleiiclone8By uesleiiclone8outubro 7, 2022Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
bloqueios-de-internet-dificultam-apoio-de-iranianas-no-exterior-aos-protestos-em-seu-pais
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Distância e dificuldades de comunicação são alguns dos obstáculos que iranianas expatriadas ou exiladas enfrentam para se envolver com acontecimentos que tomaram conta do Irã nas últimas semanas. Um homem anda de bicicleta na frente de um mural, em um túnel de Paris, que retrata mulheres cortando o cabelo para mostrar apoio aos manifestantes iranianos. A população do Irã enfrenta o regime de Teerã após a morte de uma jovem sob custódia policial
AP – Francois Mori
Por quase três semanas, apesar da repressão, homens e mulheres iranianos vêm desafiando o regime e apontando o uso obrigatório do véu para as mulheres como um símbolo de opressão. No exterior, iranianas expatriadas ou exiladas também estão se mobilizando com manifestações e uma forte presença nas redes sociais, mas esbarram em obstáculos ligados à distância e dificuldades de comunicação.
Mahya Ostovar está envolvida em campanhas contra o uso obrigatório do véu há oito anos. Ela agora vive na Europa, de onde tenta participar dos protestos ao lado de outras ativistas, com a campanha “Segundas brancas”. Essas mulheres iranianas no exterior querem fazer ecoar no resto do mundo a voz de suas compatriotas.
“Para nós, provavelmente é mais fácil ser porta-voz delas, porque aqui fora você tem mais liberdade, acesso gratuito à internet. Você costuma falar outros idiomas, como inglês ou francês. Você pode participar de entrevistas. São coisas difíceis de se fazer no interior do país”, afirma.
Porém, os bloqueios de internet tornam as comunicações com o Irã complicadas, além de dificultarem a veracidade das informações vindas de lá, acrescenta Mahya Ostovar. “Tentamos verificar o máximo possível, por diferentes fontes. Por exemplo, se você conhece alguém neem tal cidade, confere se algo realmente aconteceu. Mas eu sei que em alguns casos não é tão fácil. Vimos vídeos enviados, mas nossos contatos disseram que não estavam naquela cidade ou não naquela data”, exemplifica.
Ser porta-voz é um trabalho que Mahya Ostovar considera importante e um tanto irrisório. Para a jovem, o verdadeiro compromisso é o dos iranianos que permaneceram no país, onde muitos temem se expressar.
É o caso de uma jovem iraniana ouvida por Nicolas Falez, da redação internacional da RFI. Para contatá-la no Irã, foi preciso contornar as restrições de internet que o governo colocou em prática, nos últimos dias. “É um bloqueio completo do Instagram e do WhatsApp e essas restrições não devem ser suspensas tão cedo”, disse ela, sob condição de anonimato.
A jovem não participa das manifestações, mas acompanha as notícias do movimento há quase três semanas. “Muda de forma o tempo todo. Um dia nas ruas, depois nas universidades, depois nas escolas. Não se pode prever nada. Todos com quem eu falo estão assustados ou perdidos. Não podemos realmente saber como tudo isso vai acabar”, revela a jovem.
Repercusão 
Segundo ela, a reação do poder de Teerã é sem surpresa. “Eles repetem tudo o que sempre disseram em situações comparáveis. Por exemplo, que esse movimento é incentivado pelos Estados Unidos e pela Inglaterra”, diz.
Ela também comenta sobre o seu espanto com as reações que esse movimento desperta no mundo. “Não é a primeira vez que esse tipo de coisa acontece no Irã, mas é a primeira vez, até agora, que chamou tanta atenção”, afirma.
Quase três semanas após a morte do jovem Mahsa Amini, muitas estudantes iranianas retiraram seus véus em protesto contra a obrigação imposta às mulheres de usar o hijab no Irã.
É difícil saber o preço exato da repressão às manifestações. O balanço varia entre 60 mortos, incluindo 12 membros das forças de segurança, de acordo com Teerã; e pelo menos 92 mortos, segundo a ONG Iran Human Rights, sediada na Noruega.
Protestos na França
Na França, cerca de 50 atrizes e cantoras estão se mobilizando através de um vídeo no Instagram, no qual aparecem cortando o cabelo em apoio às mulheres iranianas, cao som da famosa música italiana de revolta “Bella Ciao”, em versão persa.
“Bella Ciao” se tornou viral em sua versão persa gravada por uma jovem iraniana, vista mais de três milhões de vezes no Twitter, em poucos dias.
É um apelo à liberdade lançado diante das câmeras por algumas das maiores estrelas francesas: Juliette Binoche, Isabelle Huppert e Marion Cotillard, mas também belgas, como a cantora Angèle, ou britânicas, como Charlotte Rampling e Jane Birkin. Com uma tesoura na mão, eles cortam uma mecha de cabelo.
“Ela morreu por deixar alguns fios de cabelo à mostra”, diz o texto que aparece no vídeo em que as atrizes e cantoras afirmam sua indignação com a situação das mulheres no Irã.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleDorival não viaja para confronto com Cuiabá, e Flamengo será comandado por auxiliar
Next Article Entenda por que agentes dos EUA acreditam que têm material para processar criminalmente o filho de Biden
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Países europeus respondem ameaças de Trump e reforçam defesa à Groenlândia

janeiro 19, 2026

Assembleia Nacional da Venezuela anuncia libertação de presos

janeiro 9, 2026

França suspende importação de frutas da América do Sul por uso de agrotóxicos

janeiro 5, 2026

Cem turistas brasileiros deixaram a Venezuela após ataque dos EUA

janeiro 4, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Justiça

STF marca julgamento que vai definir alcance da Lei de Anistia

By Patriciafevereiro 5, 20260

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 13…

Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas

fevereiro 5, 2026

Brasileirão Feminino 2026 tem datas, horários e locais definidos

fevereiro 5, 2026

Governo vai triplicar incentivo fiscal para socorrer indústria química

fevereiro 5, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.