
A visita a Taiwan da presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, irritou a China no início de agosto, que então começou a realizar exercícios militares perto da ilha. Secretário de Defesa dos EUA, Lloyd J. Austin, fala após uma reunião na Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, em 8 de setembro de 2022
REUTERS/Thilo Schmuelgen
O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, disse neste domingo (2) que não vê uma invasão iminente da China a Taiwan, mas disse que a China estava tentando estabelecer um “novo normal” com suas atividades militares em torno da ilha.
Uma visita para Taiwan no começo de agosto pela presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, irritou a China, que então começou a realizar exercícios militares perto da ilha. Essas ações continuam, embora em uma escala reduzida.
“Não vejo uma invasão iminente”, disse Austin em entrevista para televisão americana.
“O que estamos vendo é a China se mexendo para estabelecer o que chamaríamos de um novo normal. Atividade aumentada — vimos várias cruzamentos da linha central no Estreito de Taiwan pelos seus aviões. Esse número cresceu ao longo do tempo. Vimos mais atividades com seus navios de superfície e aquáticos dentro e ao redor de Taiwan”.
Os Estados Unidos e seus aliados responderam aos exercícios continuando a navegar pela região. Um navio de guerra da Marinha dos EUA e uma fragata canadense realizaram um trânsito de rotina pelo Estreito de Taiwan em 20 de setembro.
Os Estados Unidos continuarão a trabalhar com seus aliados e parceiros para “garantir que mantenhamos um Indo-Pacífico livre e aberto”, disse Austin, em entrevista ao programa “Fareed Zakaria GPS”, da CNN, que foi gravada na sexta-feira.
Entenda a importância de Taiwan
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