
As 30 mulheres podem formar o único grupo organizado de strippers nos Estados Unidos. Strippers da Califórnia em aula de pole dance
Reuters/Brittany Hosea-Small
Trinta dançarinas exóticas de uma boate em Hollywood, Califórnia, devem votar para decidir adesão ao sindicato Actors Equity Association. Se a maioria decidir aderir ao sindicato, elas se tornarão o único grupo organizado de strippers nos Estados Unidos.
Reguladores do Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NLRB) definiram uma data de votação em um memorando na quinta-feira (7).
Trabalhadores de todos os setores e profissões estão cada vez mais buscando proteção e benefícios no local de trabalho por meio de sindicatos. Em empresas como a Amazon, Apple e Starbucks há trabalhadores fazendo campanha para sindicalização.
Strippers de São Francisco (EUA) voltam ao trabalho com máscaras e menos clientes
Se a maioria das cerca de 30 strippers votar para se sindicalizar, elas se juntarão à Actors Equity Association, um sindicato que representa 51 mil atores profissionais e diretores de palco.
As dançarinas do Star Garden Topless Dive Bar tem feito piquetes há meses por melhores condições no local de trabalho, incluindo melhor segurança e palcos mais seguros, bem como maior compensação e acesso a benefícios, de acordo com Velveeta, dançarina do bar que prefere usar o nome artístico para evitar perseguição.
Depois de apresentarem inicialmente sua petição ao proprietário do clube, as mulheres tiveram o acesso à boate negado e não puderam retornar ao trabalho.
O proprietário do Star Garden Bar não foi encontrado imediatamente para comentar.
Os donos do bar argumentaram em duas audiências em setembro que não atingiram o limite de receita bruta de 500 mil dólares para estar sob a jurisdição do NLRB.
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