
Reportagem feita pelo jornal americano “The New York Times” indicou que as agências de espionagem e informação dos Estados Unidos acreditam que setores do governo da Ucrânia autorizaram o ataque. Alexander Dugiu (à esq.), considerado ‘guru’ de Putin, comparece a funeral de filha, Darya Dugina, morta por explosivos colocados embaixo do seu carro, em 23 de agosto de 2022.
Reuters
O Kremlin reafirmou nesta quinta-feira (6) que a Ucrânia estaria por trás do assassinato de Darya Dugina, filha do guru de Putin, em agosto.
Nesta quarta-feira, o jornal americano “The New York Times” publicou uma reportagem na qual dizia que as autoridades americanas teriam motivos para acreditar que a Ucrânia esteve por trás do ataque.
A jornalista e cientista política Darya Dugina, filha do pensador russo Alexander Dugin, morreu em 20 de agosto após a explosão do carro que dirigia.
Alexander Dugiu, considerado ‘guru’ de Putin, comparece a funeral de filha, Darya Dugina, em 23 de agosto de 2022
Kirill Kudryavtsev/AFP
Desta vez, a Rússia enxerga que os Estados Unidos parece compartilhar essa avaliação.
Kiev rejeitou na quinta-feira as alegações de que estava envolvido no ataque.
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