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Home»Camaçari»Projeto “Respeito é a Base” leva debate sobre violência contra a mulher à Escola Cosme de Farias
Camaçari

Projeto “Respeito é a Base” leva debate sobre violência contra a mulher à Escola Cosme de Farias

PatriciaBy Patriciamarço 6, 2026Updated:março 7, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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Abordando o tema “Combate ao feminicídio e à violência contra a mulher”, na manhã desta sexta-feira (6), a Escola Municipal Cosme de Farias recebeu palestras do projeto Respeito é a Base, desenvolvido pela Prefeitura de Camaçari. A iniciativa, executada pela Secretaria da Mulher (Semu), integra as ações do Março Mulher, realizadas em referência ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

A atividade envolveu toda a comunidade escolar, incluindo alunos, pais e responsáveis, além dos professores da unidade, situada no bairro Phoc I, que atende cerca de 380 estudantes dos anos finais do ensino fundamental.

A palestra foi conduzida por técnicas do Núcleo Pedagógico (Nuped) da Semu. Entre elas, Valdeci Almeida, que destacou que a iniciativa foi idealizada com o objetivo de promover a conscientização de crianças e adolescentes sobre políticas públicas voltadas às mulheres.

“Temos enfrentado índices altos de feminicídio, de violência e também de desrespeito dentro dessa faixa etária. Então abordamos essa questão para que eles fiquem cientes de quais são os seus direitos e também dos seus deveres. Ainda existem adolescentes que passam por situações de violência doméstica e precisam saber identificar esses sinais e também ser acolhidos”, ressaltou a profissional, que é licenciada em Ciências Biológicas.

A atividade também contou como palestrante Ana Clécia Pereira, especialista em gênero, que enfatizou o objetivo do encontro. “Queremos que os alunos, o corpo docente e toda a comunidade escolar façam uma reflexão sobre as políticas afirmativas de gênero na educação e sobre como a violência doméstica e familiar afeta diretamente o aprendizado de crianças e adolescentes. Hoje mesmo tivemos vários depoimentos. Nosso intuito é mostrar aos meninos que precisamos construir uma masculinidade positiva, com homens mais sensíveis, que respeitem limites e saibam aceitar o ‘não’. E, ao mesmo tempo, incentivar as meninas a não aceitarem o machismo no dia a dia e a identificarem as diferentes formas de violência”, explicou.

Entre os alunos presentes na plateia, Brenda Santana, 12 anos, avaliou a iniciativa de forma positiva. “Gostei muito. Este é um tema que já tratamos em sala de aula e que é muito importante. Muitas vezes os meninos acham que têm o direito de bater nas meninas, então eles precisam se conscientizar. E para nós também é importante saber como agir em uma situação de violência”, afirmou a estudante do 7º ano.

Atentos à importância da educação também dentro do ambiente familiar, a palestra foi acompanhada por familiares dos estudantes, reforçando a parceria entre escola e comunidade na formação dos jovens. Patrícia dos Santos, 39 anos, mãe da estudante Pâmela dos Santos, de12 anos, que também cursa o 7º ano na unidade, destacou a relevância da ação. “Achei muito bom. Sempre que tem atividade na escola voltada para as famílias faço questão de participar. É importante que mais pais e mães venham, ainda mais quando o assunto é violência contra a mulher, que é um tema fundamental e que precisa ser discutido com todos”, pontuou.

A gestora da Escola Municipal Cosme de Farias, Cleine Rodrigues, celebrou a realização da atividade e destacou a importância de trazer esse debate para dentro da escola.
“Este é um assunto que reflete muito no contexto da nossa comunidade. Por isso é tão importante que os estudantes participem e tenham acesso a informações como essas, abordando um problema que é comum e com o qual eles são diretamente afetados. Trazer essa discussão para a escola é um passo importante para conscientizar, orientar e, juntos, buscarmos caminhos de enfrentamento”, afirmou.

Na ocasião, também foi distribuído ao público um folder informativo com orientações sobre serviços de apoio e proteção às mulheres, como o Centro de Referência de Atendimento à Mulher Yolanda Pires (CRAM), o Núcleo de Atendimento à Mulher (NAM), além de informações sobre a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), os tipos de violência e canais para denúncias, como o Disque 180 — Central de Atendimento à Mulher.

O projeto Respeito é a Base atendeu, em 2025, cerca de 65 unidades de ensino. A expectativa é que, neste ano, a iniciativa seja ampliada e alcance ainda mais escolas do município, fortalecendo a cultura do respeito e da prevenção à violência desde a formação dos jovens.

Fotos: Patrick Abreu

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