• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Lula diz que cobrará Conselho de Segurança da ONU sobre guerra no Irã

março 21, 2026

BC comunica exposição de dados de 28 mil chaves Pix

março 21, 2026

Durigan diz ter medidas alternativas se ICMS do diesel não avançar

março 21, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Lula diz que cobrará Conselho de Segurança da ONU sobre guerra no Irã
  • BC comunica exposição de dados de 28 mil chaves Pix
  • Durigan diz ter medidas alternativas se ICMS do diesel não avançar
  • Entrega de uniformes é iniciada na rede municipal e reforça qualidade e igualdade na educação
  • Camaçari conquista assento permanente no Comitê Automotivo da FIEB
  • Prefeitura inicia consulta pública on-line para contribuição na LDO 2027
  • Prefeitura garante kit enxoval completo para gestantes de Camaçari
  • ANP vai notificar Petrobras para que oferte diesel e gasolina
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Saúde»Gelo na nuca ajuda a diminuir ansiedade? Entenda se truque funciona mesmo
Saúde

Gelo na nuca ajuda a diminuir ansiedade? Entenda se truque funciona mesmo

PatriciaBy Patriciasetembro 7, 2025Nenhum comentário3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Foto: FG Trade/GettyImages
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Nos últimos meses, vídeos nas redes sociais popularizaram uma técnica simples contra a ansiedade: encostar um cubo de gelo na nuca. A promessa é que o frio ajude a interromper os sintomas de crise, como palpitação e falta de ar, trazendo calma quase imediata.

Embora muitos relatem alívio, especialistas afirmam que os efeitos podem variar. O gelo pode, em alguns casos, ajudar na regulação do corpo, mas não deve ser visto como tratamento para transtornos de ansiedade. Profissionais reforçam que apenas acompanhamento médico e psicoterápico garantem diagnóstico correto e segurança.

O truque ganhou destaque pela facilidade de aplicação. No entanto, médicos e psicólogos lembram que ansiedade não é um quadro único: envolve diferentes níveis, sintomas e origens. Por isso, o uso de estratégias caseiras deve ser avaliado com cautela e não pode substituir acompanhamento clínico.

Para quem enfrenta crises, a recomendação prática é buscar um local tranquilo, sentar, controlar a respiração e, se possível, usar água fria ou gelo no rosto. Meyer reforça ainda que são medidas de alívio imediato, mas não substituem avaliação médica.

O papel do nervo vago

O psicólogo e psicanalista Francisco Nogueira, membro efetivo do Departamento Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo, explica que a teoria mais citada sobre o gelo na nuca envolve o nervo vago, responsável por funções como digestão, frequência cardíaca e respiratória. Estimular esse nervo poderia ajudar a regular sintomas ligados à ansiedade.

Apesar disso, o especialista ressalta que não há comprovação científica suficiente. “Algumas pessoas podem se acalmar com o gelo, mas não sabemos se é pela estimulação do nervo ou pelo contexto de cuidado. O gesto de alguém oferecer o gelo e acolher já pode trazer sensação de segurança”, afirma.

Quando procurar ajuda médica

Os especialistas reforçam que crises de ansiedade podem se confundir com problemas cardíacos ou respiratórios. Por isso, apenas exames clínicos e avaliação médica podem descartar doenças mais graves.

Entre os sinais de alerta estão crises frequentes, sensação de paralisia, medo intenso e prejuízos no trabalho ou na vida pessoal. “A busca por estratégias paliativas pode mascarar uma condição clínica grave e retardar o tratamento adequado”, destaca Meyer.

Nogueira acrescenta que, em muitos casos, pacientes chegam à psicoterapia após passarem por diferentes especialistas e exames clínicos. Quando não há diagnóstico físico, os sintomas podem estar ligados a fatores psíquicos. Nesse contexto, a ansiedade deve ser encarada como parte da experiência humana, que só exige tratamento quando limita a vida cotidiana.

Ele reforça que sentimentos como medo ou ansiedade têm função adaptativa e podem preparar o corpo para enfrentar desafios. O tratamento deve ser procurado quando esses sintomas deixam de cumprir esse papel e passam a impedir a pessoa de viver bem.

Fonte: CNN Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleBombeiros realizam buscas por adolescente desaparecido em Amaralina
Next Article “Programa de Tarcísio é ampliar desigualdade”, diz Gleisi
Patricia

Related Posts

Saúde busca alianças para impulsionar serviços inteligentes do SUS

março 17, 2026

SUS passa a adotar antibiótico para prevenir sífilis e clamídia

março 14, 2026

Anvisa alerta para riscos de uso indevido de preenchedores dérmicos

março 13, 2026

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

março 10, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Política

Lula diz que cobrará Conselho de Segurança da ONU sobre guerra no Irã

By Patriciamarço 21, 20260

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou na noite desta quinta-feira…

BC comunica exposição de dados de 28 mil chaves Pix

março 21, 2026

Durigan diz ter medidas alternativas se ICMS do diesel não avançar

março 21, 2026

Entrega de uniformes é iniciada na rede municipal e reforça qualidade e igualdade na educação

março 21, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.