Os cursos desenvolvidos na Cidade do Saber têm retornado às aulas de forma gradual e, nesta segunda-feira (27/2), foi a vez do Conservatório de Música voltar às atividades. O sentimento compartilhado por professores e alunos tem sido de boas expectativas para 2023.
Ester dos Santos, 17 anos, ingressou no curso de violino no ano passado e compareceu ao primeiro dia de aulas de 2023. “O que espero é melhorar o aprendizado e evoluir no instrumento”, afirmou. Também educanda de violino, Kaely Nascimento, 27 anos, comunga a mesma expectativa. “Que eu possa aprender cada vez mais”, disse ela, que integra o conservatório desde 2018.
O professor de violino, Junior Santana, contou que estava ansioso para o retorno. “Que possamos fazer um ótimo trabalho! A perspectiva é que seja ainda melhor do que os anos anteriores”, destacou. Danilo Brito, professor de metais, ficou feliz em voltar às aulas. “Boas expectativas pela evolução dos alunos. Estamos sempre nos comunicando e eles estão bem animados. Este será um ano especial”, anseia o educador.
E 2023 indica que será um ano de fato promissor para o Conservatório de Música. Isso porque o número de alunos quase dobrou em relação ao ano anterior, possuindo atualmente cerca de 170 educandos. Foi o que ressaltou o coordenador Saullo Guilhermo. “A grande contribuição para isso foi a nossa Orquestra Caraípa, por possibilitar que a população tivesse acesso à música orquestral e, consequentemente, se interessasse pelos instrumentos”, afirmou.
Outro destaque positivo para o novo ano de atividades é a compra de novos instrumentos. Em agosto de 2022, a Secretaria da Cultura (Secult) investiu cerca de R$ 300 mil para a aquisição de, aproximadamente, 80 itens, entre instrumentos, itens de reposição e insumos. O material foi destinado ao Conservatório e Núcleo de Música da Cidade do Saber, além da Pracinhas da Cultura e Centro Cultural Barra do Pojuca.
“Hoje o Conservatório está munido com expressivo número de instrumentos orquestrais, fazendo com que possamos melhor atender à população que, para fazer as aulas, não precisa possuí-los”, comentou o coordenador Saullo Guilhermo.








