Magistrada escreveu observação em auto de investigação do caso, segundo ‘El Períodico’. Advogado de jogador brasileiro, acusado de agressão sexual contra uma jovem em uma boate de Barcelona, se diz otimista com recurso. A juíza espanhola Anna Marín, responsável por avaliar a acusação de que o jogador brasileiro Daniel Alves estuprou uma jovem de 23 anos no banheiro de uma boate em Barcelona, na Espanha, vê indícios “mais que suficientes” de que o crime foi cometido, segundo o auto de investigação ao que o jornal catalão “El Periódico” teve acesso.
A afirmação é, por enquanto, apenas uma observação no texto de Marín, responsável apenas por avaliar se o caso deve ir a julgamento – na Espanha, a Justiça também tem a competência de investigar uma denúncia antes de julgá-la.
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Defesa de Daniel Alves tenta levantar dúvidas sobre relato de vítima
Entenda o caso
A denúncia foi feita por uma jovem espanhola de 23 anos, que não teve a identidade divulgada. A queixa foi feita em 2 de janeiro, quando as investigações começaram.
A suposta vítima afirma que:
Foi seguida por Daniel Alves ao ir ao banheiro, que é unissex, por volta das 4h da manhã
Foi forçada por Daniel Alves a sentar no seu colo;
Ao resistir, foi jogada no chão pelo jogador, esbofeteada e forçada a fazer sexo oral nele;
Imagens da boate mostram que a mulher ficou cerca de 14 minutos no banheiro, enquanto Daniel Alves ficou 16.
Segundo a imprensa espanhola, a jovem chamou o segurança da boate, foi ao hospital, e os exames confirmaram o estupro.
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