
A “difícil, mas necessária redução da força de trabalho”, acontecerá até 2025, anunciou em um comunicado o CEO da empresa, Roy Jakobs. Logo da Philips é visto na fachada da sede da empresa, em Amsterdam, na Holanda
Eva Plevier/Reuters
A empresa holandesa Philips, fabricante de aparelhos médicos, anunciou nesta segunda-feira (30) um corte de 6 mil postos de trabalho em todo o mundo, após as 4 mil demissões anunciadas em outubro do ano passado.
O anúncio foi motivado por novas perdas causadas por um grande recall de respiradores com defeito de fabricação.
A “difícil, mas necessária redução da força de trabalho”, acontecerá até 2025, anunciou em um comunicado o CEO da empresa, Roy Jakobs.
“O ano de 2022 foi muito difícil para a Philips e nossos acionistas. Estamos tomando medidas firmes para melhorar nossa eficácia e a aumentar o rendimento com urgência”, declarou Jakobs.
A empresa, com sede em Amsterdã, anunciou perdas líquidas de 105 milhões de euros (114 milhões de dólares) no quarto trimestre de 2022 e de EUR 1,605 bilhão no conjunto do ano passado, em grande parte devido ao recall dos respiradores.
Em 2021, a Philips anunciou um recall em todo o mundo dos aparelhos para tratar pessoas que sofrem de apneia do sono e agora enfrenta uma série de ações judiciais nos Estados Unidos.
Philips tomou a decisão drástica porque os pacientes corriam o risco de sofrer “possíveis efeitos tóxicos e cancerígenos” caso inalassem ou tragassem pedaços da espuma absorvente de som degradada dos dispositivos.
Trending
- Vitória x Athletico: onde assistir, horário e prováveis escalações do jogo
- Assinatura digital e lacração impedem alteração em sistemas eleitorais
- Aposentadas do ISSM concluem curso de informática em parceria com o Senac
- Cidade do Saber inicia inscrições para novos cursos gratuitos com cerca de 150 vagas
- Prefeitura de Camaçari e Consulado de Portugal discutem oportunidades de cooperação
- EUA revogam visto da embaixadora do Brasil
- Barça anuncia Kerolin com valor recorde no futebol feminino brasileiro
- Pão com mais proteína? De olho no efeito Mounjaro, padarias apostam em farinhas enriquecidas
