
Na sexta-feira, moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,72%, vendida a R$ 5,1110. Dólar
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O dólar de olho em eventuais indicações sobre os juros do país.
Às 9h02, a moeda norte-americana subia 0,06%, cotada a R$ 5,1140 Veja mais cotações.
A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,72%, vendida a R$ 5,1110. Apesar do resultado, a moeda encerrou a semana passada com queda de 1,85%. No ano, acumula recuo de 3,16%.
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O que está mexendo com os mercados?
Investidores estão cautelosos prevendo uma série de aumentos das taxas de juros por parte de bancos centrais importantes nesta semana.
As apostas do mercado monetário mostram que o Federal Reserve (BC dos EUA) deve aumentar na quarta-feira sua taxa de juros em 25 pontos-base, para 4,50%-4,75%, enquanto o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra devem elevar os juros em 50 pontos cada um para 2,50% e 4,0%, respectivamente, na quinta-feira.
Na China, os investidores apostam no impacto positivo do eliminação pela China das rígidas regras de controle conta a Covid-19. Em uma reviravolta, a China abandonou sua estratégia de Covid zero em dezembro. Os fortes gastos dos consumidores e uma recuperação nas viagens durante o feriado do Ano Novo Lunar do país impulsionaram o sentimento dos investidores.
No cenário local, os economistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação deste ano de 5,48% para 5,74%. Foi a sétima alta consecutiva do indicador. Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2023, o mercado financeiro subiu sua previsão de 0,79% para 0,80%. A projeção para o dólar para o fim de 2023 recuou de R$ 5,28 para R$ 5,25. Para o fim de 2024, permaneceu em R$ 5,30.
As atenções seguem voltadas para os próximos passos do novo presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. O Conselho de Administração da empresa aprovou o nome do ex-senador para assumir o posto de forma interina – a indicação em definitivo ainda depende do aval da Assembleia de Acionistas, que deve se reunir em abril.
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