
Taxa elevada se deve, principalmente, aos aumentos extremos dos preços de energia e alimentícios desde o início da guerra na Ucrânia. Manifestante segura cartaz que diz “Inflação! Os preços estão muito altos!” durante protesto para pedir a independência energética da Rússia, em Berlim, Alemanha, 22 de outubro de 2022
Reuters
A Alemanha registrou uma taxa média de inflação de 7,9% em 2022, um recorde nos últimos 70 anos – confirmou o instituto nacional de estatísticas Destatis, nesta terça-feira (17).
“A taxa de inflação anual historicamente elevada se deve, principalmente, aos aumentos extremos dos preços de energia e alimentícios desde o início da guerra na Ucrânia”, afirmou a presidente do Instituto Destatis, Ruth Brand, em um comunicado.
Em termos comparativos, a França registrou inflação de 5,2% em média em 2022.
Na Alemanha, a principal economia da Europa, a disparada dos preços atingiu um pico de 10,4% em outubro em comparação com o ano anterior. Começou a desacelerar a partir de novembro, principalmente pelo desbloqueio de 200 bilhões de euros (US$ 216 bilhões), por parte do governo, para limitar os preços.
Em dezembro, a inflação continuou a cair, graças aos auxílios do Executivo, atingindo 8,6% na comparação anual, confirmou o Destatis nesta terça.
Em relação ao mês anterior, os preços recuaram 0,8%.
A ajuda do governo permitiu reduzir os preços do gás (-39,1%) e dos combustíveis (-8,9%), em relação a novembro. Já eletricidade ( 0,4%) e a alimentação ( 0,8%) subiram.
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